Um espectáculo que constrói pontes entre diversos escritores lusófonos, num carrossel mágico onde as sonoridades rodopiantes se mesclam com a literatura que mais nos seduz.
Percorridos
Os quatro CANTOS da terra
E o céu (da boca),
É chegada a altura
De dizer
(alto e bom som):
A COR DA LÍNGUA
Viajar pelos escritores de língua portuguesa, deixando-nos enfeitiçar pela paleta de cores que plasticamente a remodela, tem sido um longo e apetitoso exercício criativo, repleto de cumplicidades múltiplas.
Fomos explorando com gosto as palavras de um idioma sem dono (e por vezes, indomável!), que nos fez navegar pelas falas e obras de autores dos cinco continentes, sempre embalados pela miscigenação dos diferentes ritmos musicais.
Tratou-se, acima de tudo, de um desafio artístico deslumbrante, que hoje desejamos projectar em novas rotas (ou não serão… notas?) imaginativas.
Músicas inovadoras ondeiam numa inspiração que transforma a poesia (en)cantada e teatralizada no nosso mar de deslumbramentos. É uma relação de partilha que, de modo ininterrupto, ACORDA em nós uma língua, fazendo com que A CORDA de cada instrumento expressivo adopte como protagonista A COR DA LÍNGUA.
Sons, declamação poética, teatro. São ainda estes os pontos cardeais de um mapa musical único, traçado ao longo das geografias infindáveis dos sentires e dos sentidos. Porém, o itinerário promete agora desdobrar-se noutras paragens (e movimentos!), bem como em momentos de renovada comunicação com o público.
Duerme duerme negrita que tu canto está en el campo, Negrita Duerme duerme negrita que tu voz acá va quedando, Negrita en nuestras manos negrita
nuestros labios negrita, nuestra lucha, negrita!
te voy traer una flor, un clavel de mi abril te voy traer muchas cosas, pero te fuiste, negrita...
cuantas cosas me enseñaste, negrita cuantas canciones de cuna me soplaste al oído
cuantas palabras me enseñaste cuantas trovas me mostraste cuantas vidas trajiste a mis canciones! si supieras como!... si supieras que hay siempre un tango en las calles donde camino una chacarera en las voces que escucho y que me dicen - solo a mí - "adelante!"
una zamba mesclandose con los fados donde crecí...
si supieras, Negra querida, si supieras como quisera yo tenerte a mi lado si supieras Negrita querida, gordita linda, que me diste la mano, me conduciste
con la seguridad de tu cariño por entre las balazos de los hipocritas y necios de que habló Ferrer
tanto nos hisciste, tanto nos entregaste y te vas, así nomás... justito cuando mas te necesito!...
Andá Negra, Volá con tus alas del talle de tu America Cantá una cancion, tucumana!
"sin embargo estás aquí resucitando!"
te fuiste sen avisar sin que pudieramos cantarte un son, un chamamé
"que dulce encantos tienen tus recuerdos, mercedita..." desde este chiquitito Portugal te miro volando por las estrellas
que mas voy a decir? te fuíste, mamita sé que prenderás una vela
en este oscuro de nuestra noche que, distraidos, seguimos creyendo ser día...
Carlos Clara Gomes Viseu, Portugal, 4 de Outubro de 2009
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Greetings from Gerardo & Maria at Casa Agradavel B&B
Ola amigos A Cor da Lingua, convido-vos a verem o nosso ultimo videoclipe deste 4ºalbum, do single Fico a espera...quero ver o fim, espero que gostem, cumprimentos dos Alcoolémia...