Debut album "Adriana" - written, arranged and produced by Adriana.
On this album:
- Dave Mattacks (dmattacks.co.uk)
- David Brown (www.myspace.com/davideugenebrown)
- Tom West
- Jetro da Silva (jetrodasilva.com)
- Marty Ballou
- José Pienasola
- Ricardo Monzon
Adriana's Voice, Flute and Piano Recorded @ Avatar Studios (avatarstudios.net) - NYC, NY
Album Mixed @ Avatar Studios
Album Mastered @ Sterling Sound (sterlingsound.com) - NYC, NY
(…) Adriana, com apenas 25 anos, é uma one-girl show. Multi-instrumentista, faz os arranjos e produz as suas próprias músicas, num talento precoce, mas perfeitamente compreensível para quem conhece a sua biografia (...) é do reboliço de Nova Iorque que nasce este primeiro disco, todo cantado em português, com arranjos fenomenais sobre canções que indiciam dotes prodigiosos(…) – in "JL - Jornal de Letras, Artes e Ideias"
Sounds Like
"Adriana embodies the voice of Portugal’s new sophisticated popular music. A tall, cool world-traveler, Adriana sings her unabashedly romantic yet openly candid songs in a crystal clear voice, darting meaningful nuance into each pointed lyric. She has absorbed her wide travels into each song, as on “Em Contramao” she quavers between two half-notes, like her plectrist, hovering on the edge between country guitar and Middle Eastern oud. Sometimes she overdubs her voice in a clean pop chorus; on the on the opening “Banda Secreta”, it’s over raggy backroom piano and keening rock guitar. Her arrangements sound deceptively simple, with their deftly interwoven threads of folk guitar, light percussion beats from frame drum and piano fills. Adriana drops hints of having heard – and, better, understood -- Joni Mitchell, Laura Nyro, Ben Folds, Sade, and others. With her tightlipped, tight-vibratoed jaunty humor, she regales us with a brief swing into the past in “ ‘As Vezes”... Breezy sing-song pop comes through on “Cara ou Coroa”. On “Vida Imperfeita” she visits Brazil, singing snappy lyrics and playing flute on a lively bahiano with woodblock and piano. More and more intimate and revealing moments arrive later on, with a special plea in English, on the classically structured “Treze”."
– Fred Bouchard, reviewer for Downbeat Magazine.
A voz de Adriana chega devagar. Passa primeiro ao largo, num jogo de sedução discreto, como quem nem reparou em nós, mas sabe que não temos por onde escapar. Não nos dá a mão e não nos arrasta consigo à força. Vai-nos envolvendo docemente, com vagar, nos meandros de uma pop leve, levezinha que navega livremente entre o jazz, a bossa nova e uma música portuguesa sem idade. Como se o balanço de cada sílaba, embrulhado num delicioso embalo rítmico, se passeasse de braço dado com melodias de uma simplicidade quase infantil e, por isso, quase perfeitas.
À semelhança do que acontece com a mais elaborada sedução feminina, a voz de Adriana faz-nos crer que fomos nós que a conquistámos. Mas, reflectindo um pouco, não demoramos a perceber que fomos nós a estender-lhe a mão, a pedir que ficasse connosco e nos segredasse uma e outra vez as mesmas palavras que já vamos sabendo de cor.
Adriana, nasceu há 25 anos em Portugal.
Demasiado livre para se aprisionar por mandamentos sociais ou económicos, não é mulher de ficar parada no mesmo sítio muito tempo. Se tivesse seguido magia, seria escapista, seguidora de Houdini; se tivesse optado pela via do crime, arquitectaria fugas. Assim, música de toda a alma foge de tudo aquilo que não tresanda a desafio e não representa algo de novo na sua vida.
Foi assim desde que se lembra. Tinha sete anos quando começou a estudar música, frequentando aulas de solfejo e formando-se de acordo com os cânones clássicos. Aos 16 anos, estava findo o Conservatório e, precisando de uma experiência nova, matriculou-se na Universidade Nova, em Lisboa, em Línguas e Literaturas Modernas. Sobreviveu alguns semestres. Só até uma audição para a atribuição de uma bolsa para a Berklee College of Music, em Boston, e a vontade terrível de comer crepes a fazerem comprar um bilhete de avião até Paris. Não sabia bem ao que ia, mas tinha a certeza de que dificilmente voltaria a Lisboa e à rotina das aulas.
Ganhou a bolsa, seguiu para a Berklee e, em dois anos, concluiu (com summa cum laude) um curso de quatro, sacrificando os Verões. Enquanto os outros iam até à praia ou visitar a família, Adriana sabia que até nisso havia de ser diferente, porque a ela ninguém lhe dizia quando devia tirar férias. Concluiu o curso com distinção e para comemorar foi jantar com uma amiga. Como se esquecera da carteira em casa teve de cantar para pagar a refeição. O momento teve o seu quê de revelação: percebeu o que um músico tinha de fazer para viver da sua arte.
E que fez ela? Tocou em restaurantes, casamentos, funerais, tudo o que aparecesse. E era feliz. Até que chegou a hora de satisfazer a sua curiosidade relativamente ao emprego 9-às-5 da maioria. Empregou-se como consultora e ficou a saber o que se faz dentro de um escritório todos os dias. A experiência dava para viajar, aprender a negociar, vestir casaco e calças, andar de salto alto, sentar-se ao computador, receber um cheque de duas em duas semanas. Por lá trabalhou até que se levantou do seu posto de trabalho, despediu-se e, para grande fúria de toda a gente, abandonou simplesmente o edifício e nunca mais lá pôs os pés. Fechou-se em casa, começando a escrever as canções que hoje nos dá a descobrir. Já não voltou aos casamentos e funerais. Porque, regra geral, voltar atrás não é coisa que se lhe cole particularmente bem à pele.
Aos 25 anos, Adriana lança o seu disco de estreia, sete anos depois de ter desembarcado nos Estados Unidos e ter aprendido que nada é controlável. Agora, que não tenta planear demasiado a sua vida ou tê-la debaixo de regras restritivas, assume como objectivo conquistar os seus medos. Um deles era produzir este álbum, onde ela canta, toca flauta, guitarra, piano.
A native of Lisbon, Portugal, Adriana has played music as long as she can remember. After graduating on classical flute performance at the age of 16, she flew to Paris to audition for a scholarship to attend Berklee College of Music in Boston, Massachusetts. Two years later, she graduated summa cum laude at age 21.
While in the USA, Adriana honed her skills in performance, songwriting, arranging, production and music business. She worked in America as a professional musician, playing in many concerts, on recordings, for television and radio, and at private and corporate events. And also worked just long enough in an office "cubicle" to know that the sedentary life was not for her. It was time to move, and move she did. She started writing songs, and made a demo, leading to her signing with Universal Music and her debut record release this year.
At 25, Adriana is a special and unique talent; a singer-songwriter, an instrumentalist, a producer of note... a musician of depth and breadth.
Characterizations have never intimidated Adriana when it comes to her art. Her "take no prisoners" approach has propelled her to well-deserved respect among musicians, writers and producers on both sides of the Atlantic.
Her musical style crosses over from traditional forms to contemporary streams of popular music, incorporating the varied sensibilities of swing-jazz, pop, blues, funk, rock, latin, and world musics.
Adriana writes, sings and performs original music in the Portuguese language, though she will occasionally lapse into English.
Her dynamic performances leave audiences transformed and spellbound. Her seductive voice, iconic lyrics and mesmerizing stage performance will leave you astounded and wanting to see and hear more.
With her current debut CD in stores, Adriana has made two things clear for certain: That she is a music force to be reckoned with, and that she is here to stay.
Obrigada por me ter respondido à minha menssagem. Fiquei senssibilizada porque pensava que não ia ligar nenhuma a uma desconhecida,mas enganei-me e só prova que é uma grande Artista que não se inibe de falar com as pessoas pelo menos com aquelas que a apreciam e gostam de si o que é o meu caso. Como sabe sou de Sines vi o seu espectáculo adorei ,comprei o seu CD que teve a gentileza de me autografar,gostava de a ver mais vezes se possivel com outros trabalhos e sucessos e que consiga sempre ser a Artista tão completa que já é. gostava de continuar a mandar menssagens e a receber para estar a par da sua evolução e vou da minha parte falando com o Carlos Seixas para não se esqucer de si e quando houver coisas novas a traga cá outra vez. Como vê sou sua fã incondicinal, e pode crer que todas as pessoas que a viram cá em Sines a adoraram. Vou estar atenta aos programas de Tv em que vai participar e desejo do fundo do coração muita sorte e muito sucesso para a sua promissora carreira, não pare .BJS
Hello ADRIANA. Thanks for the invite to your page and your wonderful music. Nice to meet you and and your friends. LOVE AND PEACE. Julian Sage and family.
Thank you for your support and for your friendship!
The CRASH THE SYSTEM debut album "The Crowning" out now in Europe
and on Aug 11th in the USA, Japan and Australia on Aug 26th
featuring top hard rock vocalists Göran Edman (Ex-Yngwie Malmsteen, John Norum, Brazen Abbot, etc), Mats Levén (Ex-Yngwie Malmsteen, Treat, etc), Thomas Vikström (Ex-Talk Of The Town, Candlemass, etc) and Björn Jansson (Ex-Ride The Sky, Tears Of Anger, etc). The album also features the members of "The Murder Of My Sweet" and on additional guitars: Manuel Lewys (Machinery, Elwood, etc).
Salve salve, Adriana! É um imenso prazer tê-la no nosso humilde espaço e agora como parte da nossa história. Esperamos que as canções te surpreendam e que sejam trilha sonora de ótimos momentos. Seja bem vinda, a casa é sua e a porta está escancarada. Um beijo da família Superaudio. :)
Olá Adriana! Que surpresa tão agradável me fez a minha nova amiguinha! A voz segura e agradável, a músicas, as várias e saborosas sonoridades, as palavras - num todo harmonioso e cheio de frescura - numa afirmação de grande personalidade de quem vive nos E.U. e canta em português! Um gosto para ouvir e repetir! Muitas felicidades e um beijinho de parabéns! Jaime
Thanks for the add and taking the time to listen to my music. I am sure that you get request from bands all the time so it is really cool of you to actually listen. What are your favorite bands?