No disco: Dadi - baixo, violão, piano, Hammond, Fender Rhodes, programações, guitarra e teclados; Felipe Pinaud - violão de nylon; Cesinha - bateria; Pedro Mibielli - violino; Maico Lopes - trompete e flugel horn; Marcus Ribeiro - cello; Tiago Silva - percussão; Marcelo Costa - bateria e percussão; Jorge Helder - baixo; Jorginho Gomes - bateria e bandolim; Juliano Barbosa - fagote; Ricardo Amado - violino Nos shows:
Felipe Pinaud - violão de nylon; Dadi - guitarra e violão de aço; Rick de la torre - bateria e programações; Lancaster - baixo; Maico Lopes - trompete e flugel horn; Pedro Mibielli - violino e bandolim
Neye Benziyor?
“Produzida por Dadi Carvalho, que fez sua história com os Novos Baianos, Caetano Veloso e Marisa Monte, a Alexia da um show de técnica, musicalidade e elegância num repertório de alto nível. Sua criação nos Estados Unidos lhe garantiu, além de todas as qualidades musicais, um perfeito inglês sem sotaque brazuca. Não bastasse tudo isso, ela mostra muita maturidade e talento como compositora, além de interpretações perfeitas.”
Nelson Motta
Alexia Bomtempo é uma mulher bonita e feliz. Coisa rara no mundo real, e improvável no mundo implacável de Nelson Rodrigues. Escutando seu Astrolábio, posso imaginar os singulares motivos de sua felicidade.
Em primeiro lugar, ela canta, e canta mesmo. É uma cantora das que eu gosto de ouvir: com voz afinadíssima, de timbre doce e levemente rascante, capaz de grandes realizações vocais (tecnicamente impecáveis), passando do nível do virtuosismo fantástico – como nas cantoras norte-americanas – mas, felizmente, por uma questão de ordem estética e do bom senso, Alexia raramente se excede; ela não quer. Talvez por extrema afinidade com a sua música, que mesmo sendo de pegada pop, recebe as visíveis influências da bossa nova e dos Novos Baianos (o que me deixa muito contente).
Em segundo lugar, Alexia mora em Ipanema. E isso é marcante em sua felicidade, como se o disco, no seu dia a dia, beirasse a Toca do Vinícius. Se, por um acaso, fosse Copacabana o cenário, seu disco fatalmente seria outro, com outras influências e urgências. Ipanema deu ao seu disco um relaxamento, uma tendência ao simples, pouco comum em discos de estréia.
Gosto muito de ouvir Astrolábio, gosto de pensar que em suas influências estão a Gal no início, Baby no início, Jane Birkin no início... Também admiro muito a atitude que permeia o disco – de gravar com o que tem nas mãos, e não esperar a super oportunidade no super estúdio com o super equipamento. Para nós, basta seu talento e o que está ao redor de seu copo de vinho. Tem mais de pocket-show do que de grande comício, tem mais de pouca instrumentação do que da música de camadas, tem mais do som acústico.
É um disco de encontros, encontros felizes, a começar pelo produtor Dadi. Sou suspeito para falar do Dadi: desde que me lembro, quando comecei a me interessar perdidamente por música, Dadi sempre estava presente nas coisas – nos discos de Jorge Ben, Caetano, Novos Baianos, A Cor do Som. Depois descobri suas composições (algumas dessas pérolas estão no disco de Alexia) e hoje somos amigos e parceiros. Posso reconhecer de longe um som em que ele esteja presente. Muitos outros músicos da ‘primeira divisão’ também estão presentes e colaboraram nos arranjos, como o maestro Felipe Pinaud, Marcelo Costa, Cesinha, Jorginho Gomes (Novos Baianos), Jorge Helder e Pierre Aderne, sem falar do luxo do pessoal das cordas.
Em terceiro e último lugar, Alexia nasceu dentro da música. É filha da cantora e compositora norte-americana Monica Nagle e de um pai brasileiro, de modo que é musicalmente bilíngüe e está à vontade entre as duas grandes potências musicais do planeta. É maravilhoso escutar suas gravações de clássicos da língua inglesa que estão no disco, como “Roxanne” (The Police) e “My Cherie Amour” de Stevie Wonder, porque sua pronúncia é perfeita e porque são gravações despretensiosas.
Por fim, temos a felicidade de presenciar um momento incrivelmente fértil de novos talentos na música. Acho que nunca na história houve tantas pessoas fazendo música no Brasil e com estilos tão diferentes. Isso é engraçado, porque a perspectiva de se ganhar dinheiro com isso é quase utópica!
Good Times, Alexia...
(Domenico Lancellotti
Abril / 2008)
Queridos amigos, Gostaria de convidá-los para o LANÇAMENTO DO CD SIRI : ULTRASOM Será quinta feira, dia 26/11no Teatro Rival, rua Alvaro Alvim, 33/37 subsolo, Cinelândia, as 19:30hs Espero vê-los por la. Bjs Siri http://www.siri.etc.brhttp://www.myspace.com/siripercussion + 55 21 36243555 + 55 21 81674981
Du nouveau dans le paysage du rap français : EL PROYECTO CARNEPERRO, premier album de PIZKO MC
album 100% indépendant, moitié en français, moitié en castellano Pizko Mc décrit sa réalité tant en France qu'au Chili, un engagement réel, des prods violentissimes, des textes réfléchis, un flow travaillé, des invités triés sur le volet, tant de raisons d'acheter ce disque...
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Ola!! Coloquei na minha página a parte em que cantei do recital da maestrina PATRÍCIA LOPES realizado em 2000 na ESCOLA NACIONAL DE MÚSICA . PATRÍCIA musicou 3 poemas de FERNANDO PESSOA e me chamou pra cantar. São músicas de melodias e harmonias ricas e inusitadas e acima de tudo belíssimas. Um dos trabalhos que mais me dá orgulho em ter feito. A gravação é ao vivo, sem amplificação mecânica e nem retoques de afinação (portanto,perdoem algumas derrapadas humanas). Ouça,por favor. espero que goste. Depois apaga essa mensagen do seu mural de coisas boas. Luz e paz
SEPTIEMBRE LILA 2009
new songs, blog, photo & friends
Publicación mensual del grupo Lila Dit Ça.
Este mes el proyecto "el amor en tiempos de alergia"
CANCIONES
-"fluorescencia"
-"relato lila"
ARTÍCULOS
-pensamientos alérgicos (Xavi Martín)
-dossier del espectáculo (Fernando Lima)
-yo contra el mundo "yo contra Fer" (Eva Ortiz)
-monográfico Nabila Bouzkaboust (Xavi Martín)
AMIGOS DESTACADOS
Nabila Bouzkaboust
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"el amor en tiempos de alergia"
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"relato lila"