Alexandre Benato (guitarra, cavaquinho, viola de 10 e voz)
Edson Figueroa (baixo e voz)
Fabrício Batalha (percussão e voz)
Richard Lefèvre (sanfona e percussão)
Rodrigo Fonseca (voz, violão e flautas)
Washington Moreira (voz e percussão)
Multicultural. Aos que precisam de definição, é assim que a Cataia se apresenta. Paulistas, fazem da pluralidade da terra da garoa, das influências trazidas de todos os cantos do país, suas bases sonoras. Assumem de vez o caráter tupiniquim das várias faces da nova música popular brasileira sem a pretensão de reinventar a roda. Vão de Norte à Sul em um só show.
Regionais, sim. Um mosaico musical que alia côco, maracatu, baião, caipira, cordel, ciranda e afro a uma liga roqueira, pesada. Flauta, viola, violão, guitarra, cavaquinho, baixo, djembê, congas, pandeiros, caixa, zabumba, sanfona e muito carisma, é o mínimo que se espera da experiência ritmada que vem do palco. Alto e, principalmente, bom som.
Há oito anos na estrada, a Cataia embarca em uma nova fase guiada pela mistura de gêneros reforçada em seu segundo disco, Cataia (2008). Reunindo composições originais, versões rearranjadas e uma série de influências que vão de Hermeto Pascoal a Led Zeppelin, eles abrem caminho para essa nova empreitada.
Com participações do cantor e compositor Tião Carvalho, Janaína Pereira, vocalista da banda Bicho de Pé, e José Mojica Marins, o inconfundível Zé do Caixão, Cataia é, sem dúvida, o maior reflexo do que faz a cabeça destes seis músicos.
Hippies, moderninhos, forrozeiros, alternativos, rockers, e membros das demais tribos: uni-vos em prol da música. Aceitem este convite e simbora curtir a Cataia.
Criada em 2001 na Ilha do Cardoso, litoral sul de São Paulo, a Cataia é:
Alexandre Benato (guitarra, cavaquinho, viola de 10 e voz)
Edson Figueroa (baixo e voz)
Fabrício Batalha (percussão e voz)
Richard Lefèvre (sanfona e percussão)
Rodrigo Fonseca (voz, violão e flautas)
Washington Moreira (voz e percussão)
Com dois discos lançados, o grupo conquista admiradores por onde passa. Nesta Terra de Ninguém (2002) – posto em prateleiras européias pela Suave Music, impressionou a crítica francesa que, na ocasião, comentou: "Cataia toca um som que mistura o natural, o real e o fantástico", Libération.
Em seguida foram convidados a participar de duas coletâneas do selo - Forró For All, com “Intervero na Casa de Nicolá” e “Amarelo que Brilha” e Forró For All 2, com “Mangabeira” e “Xaximbo”.
Já passaram por palcos de capitais como São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, Florianópolis, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, além de cidades espalhadas pelo interior paulista.
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Multi-cultural. For those who need a definition, that's how Cataia resumes their music. From São Paulo, they use as their bases many different rhythms brought buy musicians from all over the country to one of the most important cities of Brazil. Definitely associating the most different Brazilian influences, so present in the modern Brazilian compositions, they go from north to south, musically, in only one show.
Brazilian regional rhythms? Yes! A musical mosaic that combines côco, maracatu, baião, caipira, cordel, ciranda and afrobeat to a rock structure. Flute, guitar, electric guitar, cavaquinho, bass, and almost ten Brazilian and African percussion instruments. Good music and a lot of presence is the least expected from the rhythmic experience that comes from the stage. Loud and, most important, good music.
On the road for more than eight years, Cataia reaches a new phase, guided buy this mixture of different sounds - reiterated buy their second CD, Cataia (2008). With some fresh original songs, new versions of Brazilian classics and many inspiring influences that go from the Brazilian musician Hermeto Pascoal to the universal Led Zeppelin, they open their way through this new path.
Hippies, hypes, rockers, all kind of music lovers: Accept this invitation and enjoy one of the most versatile Brazilian bands.
Cataia is:
Alexandre Benato (electric guitar, guitar, cavaquinho, voice)
Edson Figueroa (bass, voice)
Fabrício Batalha (percussion and voice)
Richard Lefèvre (accordion and percussion)
Rodrigo Fonseca (voice, guitar and flutes)
Washington Moreira (voice and percussion)
With two CDs on national and international stores, the band wins the respect of new admirers in every gig. Nesta Terra de Ninguém (2002), CD sold in Europe by Suave Music, impressed the French press that, in the occasion, commented: "Cataia plays a type of music that mixes the natural, the real and the fantastic", said Libération.
A few years later the group was invited to participate of two compilations: Forró For All and Forró For All 2.
With presentations scheduled in the most important cities of Brazil, Cataia lands in Europe to show a little more about the great cultural and musical modern scene of their country.
Destaque no cenário nacional da música como um dos grupos pernambucano que mais circulou pelo país (com cerca de 80 shows em 2008) e mais formou público no último ano,
a Orquestra Contemporânea de Olinda já é dona de uma trajetória marcante
na história da música de Pernambuco.
• Indicada ao Grammy Latino 2009, na categoria de 'Melhor Álbum de Música Regional Brasileira
• Finalista da categoria regional do Prêmio da Música Brasileira 2009
• Indicada pela crítica musical do New York Times
• Show considerado um dos melhores de 2008, ficando em 2° entre os nacionais, pelo jornal O Globo
11/12/09 - FEIRA MÚSICA BRASIL - MARCO ZERO/RECIFE
31/12/09 - VIRADA DE ANO NOVO - PREF. RECIFE - PALCO ACAIACA
09/01/10 - ORIGINAL OLINDA STYLE - EDDIE E ORQUESTRA JUNTAS NO MESMO PALCO
Alegremente comunico que amanhã, dia 08/12, terça-feira, farei parte do projeto "Prata da Casa" na Choperia do Sesc Pompéia. Além do show contar com a participação especialíssima de Edgard Scandurra, músicas novas fazem parte do repertório que será executado ao lado dos músicos queridos e maravilhosos Demétrius Carvalho, Felipe Maia e Dustan Gallas.
O show é GRÁTIS e às 21h na Rua Clélia, 93 - Sesc Pompéia
Valeu rapaseada!!muito loco o som ae hein! Quando rolar um som por aki é só um toque Pois é faz uma cara que agente ta afim de fazer um som em Sampa mas até agora não rolu. Mas é isso ae galera valeeu!
Absurdamente o titulo choca-se, contradiz-se... O que uma coisa haverá de ter com a outra? Sendo a música de grande poder lúdico E a cocaína o entrelace das desgraças reais... Há quase setenta anos Sigmund Freud Receitava aos seus pacientes cocaína. E fora usuário, Charles Baudelaire O mais digno comedor de ópio Membro do clube haxixes descrevera Em seu livro, “Paraíso Artificiais” Os poderes alucinógenos Pelo o uso das tais substâncias... Ficar-se-ia nessa obra sua visão “católico-caótica” Sendo assim mais um relato de forma implícita de droga! Na inquisição não eram queimados ingênuos baseados Por jovens bronzeados, por jovens escandinavos Ou de olhinhos puxados... Eram jogados à fogueira grandes pensadores, gênios... Quem ousaria falar que a Terra era redonda? Galileu ousou... Ah, hoje sabemos o fim desse episódio. Rimbaud seria nesse século o expoente-mor Das loucuras astrais, seria a sensação do rock Não o rock abobalhado, não esse rock pobre, estúpido Meramente comercial, esse triste rock ‘n’ roll mundial Com refrões que nem a mais complacente Licença poética permite. No Brasil canta-se. “Ela com a boca dela, com a toalha dela.” “Ah! Pela última vez, ah! Pela última.” Que seja assim a última vez. Os grandes selos, gravadoras... Converteram-se ao protestantismo. Sabendo do público fiel consumidor Lancemos ao mercado fonográfico as testemunhas de Jeová. Saravá meu pai! Quanto apelo em busca de dinheiro. Prosseguem empurrando aos tímpanos do povo bregas-rômanticos De autêntico gosto ruim! De fato odeio as almas pequenas, não há nada de bom E quase nada de mal Confesso posso sentir ainda hoje o gosto do whisky E o aroma dos charutos do mestre Tom Jobim Admito que a pieguice impregnada da bossa Com sua batida e sua influência do jazz Satisfez-me, imagino-me caminhando ao lado Do Vinícius de Moraes nos dias de “balança-mais-não-cai...”. Não obstante, apenas imaginação fértil. Na crueldade dessa
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Regards,
Bugz B,J.Blaze and Kane D Goreson, from Winners n sinners.
We are all winners and sinners, the balance is now, The key is gratitude. No fear,no keeps.
Hope that weekend ties up right. Have a great sunday. <:)