Fabinho (Voz)
Tico (Guitarra)
Tadeu Mascarenhas (Teclado)
Larriri Vasconcelos (Baixo)
Alan Abreu (Bateria)
Germano Estácio (Percussão)
Felipe Kowalczuk (Percussão)
Influences
Pink Floyd,Filhos de Gandhi,Steve Wonder, Novos Baianos, Gilberto Gil, Beatles, RHCP, Bob Marley, Samba de Roda do Recôncavo, Dj Dolores, Raul Seixas, Beastie Boys, Tim Maia, Jorge Ben, Arnaldo Antunes, Lenine, The Meters, Chico Buarque, Funkadelic, Rage Against The Machine, James Brown, Carlinhos Brown, Portishead, Dave Brubeck, John Contrane, Led Zeppelin, Jimi Hendrix, Chico Science e Nação Zumbi...
Limpa o vinil com carinho. Ajeita a agulha. Depois, é só relaxar e deixar a Radiola tocar. O ritual parece antigo, mas vive na cabeça, nas mãos e nas vozes destes sete baianos conectados. De um lado seguram, com todo orgulho e respeito, a memória musical brasileira e mundial. Do outro, os dedos digitam, pulsam e, virtualmente, respiram o novo. Tudo segue pelas veias e se junta, se complementa e se mistura nos instrumentos.
Com oito anos de estrada, a Radiola tem no DNA uma musicalidade complexa, mas que, quando ressoa nas caixas de som, amplificadores e fones de ouvido, provoca uma sensação única. A black music que se funde com o rock. O afro-brasileiro que encontra o eletrônico. Como uma bela, saborosa e exótica refeição, a banda experimenta pitadas de timbres, ruídos, melodias e ritmos e o resultado final deixaria qualquer chef boquiaberto.
Assim surgiu Gelo Liso é Paraíso pra Quem Sabe Dançar, segundo álbum da carreira do grupo, que já passou por importantes festas na terra natal – como o Festival de Verão, em outras capitais e, no fim de 2008, mostrou o que de novo a Bahia tem em shows em Barcelona e Madri. O trabalho sucede Dois de Fevereiro (2006), independente como Gelo Liso..., que teve a tiragem de 1,5 mil cópias esgotada.
O novo disco foi produzido durante todo o ano passado de uma maneira bem diferente do álbum anterior. Para conseguir uma sonoridade mais verdadeira, a Radiola gravou a grande maioria do instrumental das músicas de uma vez só, ao vivo. O momento mais maduro do grupo e o clima de jam session trazem toda a força mostrada nos shows. Gelo liso... é mais uma prova do porquê que a Radiola é considerada uma das bandas mais criativas e queridas da música baiana não-comercial
Limpia el disco de vinilo con cariño. Acomoda la aguja. Después, hay solamente que relajar y dejar la Radiola tocar. El rito parece antiguo, pero vive en la cabeza, en las manos y en las voces de estes siete baianos conectados. De un lado sostienen, con todo orgullo y respecto, la memória musical brasileña y mundial. Del otro, los dedos teclean, pulsan y, virtualmente, respiran el nuevo. Todo sigue por las venas y se junta, se complementa y se mezcla en los instrumentos. Con ocho años de vida, la Radiola tiene en su ADN una musicalidad compleja, pero que, cuando resona en lãs cajas de sonido, amplificadores y auriculares, causa una sensación única. La black music que se funde con El rock. El afrobrasileño que encuentra el electrónico. Como una bella, sabrosa y exótica comida, la banda experimenta pizcas de timbres, ruídos, melodias y ritmos y el resultado final dejaria cualquier jefe boquiabierto.
Desde 2001, la banda ya recorrió una extensa carretera. Empiezó tocando en eventos universitarios, organizo sus proprias fiestas (como la consagrada "Fiesta del Vinilo"), todo que hace un grupo que sabe lo que quiere. Uma carrera sólida, marcada principalmente por el emprendedorismo de sus componentes, que dividen tareas y actuan en las principales áreas que abarcan la producción artística y promoción del escenário donde están incluidos.
Los frutos de tanta determinación empezaron a aparecer tras el lanzamiento del primero álbum, Dois de Fevereiro – 2006 (Dos de Febrero), que agotó todas las 1,5 mil copias disponibles. El éxito local vino con La música Macumba, cantada en coro en todos los conciertos en la ciudade de Salvador-BA y que ganó um bello videoclip por las manos del percusionista Felipe Kowalczuk, cineasta premiado. La banda fue a Ceará (província brasileña) como único representante de baiano en la Feria de la Musica (2007) y hizo su primera gira por lãs cuidades de Bahia.
Por medio del programa Viaje al Centro de Brasil, serie de la cadena MTV brasileña, comandada por el músico pernambucano Otto, el grupo empezó a aparecer para todo Brasil, ya que fue el invitado del músico para cerrar el programa. Después, la Radiola superó más de 600 grupos y fue a la decisión del Festival Mente Abierta de Música Brasileña, promovido por la revista ÉPOCA en sociedad con la compañía grabadora TRAMA, que tuvo en el jure nombres consagrados de la música brasileña, como los músicos Tom Zé, Lucio Maia (Nação Zumbi) y los productores João Marcelo Bôscoli (Trama) e Carlos Eduardo Miranda.
En 2008, el vuelo de la Radiola fue aún más alto. Y el destino fue España. Como una de las invitadas del Festival BrasilNoar, la banda se presentó en Barcelona. Después, se fue a Madrid, donde tambien se presentó.
En 2009, estes baianos vienen con toda fuerza en la más nueva tarea, El segundo álbum de su carrera, "Gelo Liso é Paraíso Pra Quem Sabe Dançar" (Hielo Liso es Paraíso Para Quien Sabe Bailar). Más maduro, el álbum trae uma sonoridad distinta, más experimental, sin dejar de fuera su vena rocker, La black music y los ritmos afrobrasileños que tanto marcaron la carrera de ocho años del grupo. Hielo Liso... es más una prueba de porque la banda ES considerada una de las mas creativas y apreciadas de la música baiana.
¡Pon la Radiola para tocar!
Fala Galera!! Confiram o clipe de "Às Vezes" da banda Stellabella, trilha sonora da série "Beijo, me Liga" que rola de 2a a 6a feira no Canal Multishow!!!! Lembrando que o clipe estreou na MTV, dia 15/11 no LAB BR!
Absurdamente o titulo choca-se, contradiz-se... O que uma coisa haverá de ter com a outra? Sendo a música de grande poder lúdico E a cocaína o entrelace das desgraças reais... Há quase setenta anos Sigmund Freud Receitava aos seus pacientes cocaína. E fora usuário, Charles Baudelaire O mais digno comedor de ópio Membro do clube haxixes descrevera Em seu livro, “Paraíso Artificiais” Os poderes alucinógenos Pelo o uso das tais substâncias... Ficar-se-ia nessa obra sua visão “católico-caótica” Sendo assim mais um relato de forma implícita de droga! Na inquisição não eram queimados ingênuos baseados Por jovens bronzeados, por jovens escandinavos Ou de olhinhos puxados... Eram jogados à fogueira grandes pensadores, gênios... Quem ousaria falar que a Terra era redonda? Galileu ousou... Ah, hoje sabemos o fim desse episódio. Rimbaud seria nesse século o expoente-mor Das loucuras astrais, seria a sensação do rock Não o rock abobalhado, não esse rock pobre, estúpido Meramente comercial, esse triste rock ‘n’ roll mundial Com refrões que nem a mais complacente Licença poética permite. No Brasil canta-se. “Ela com a boca dela, com a toalha dela.” “Ah! Pela última vez, ah! Pela última.” Que seja assim a última vez. Os grandes selos, gravadoras... Converteram-se ao protestantismo. Sabendo do público fiel consumidor Lancemos ao mercado fonográfico as testemunhas de Jeová. Saravá meu pai! Quanto apelo em busca de dinheiro. Prosseguem empurrando aos tímpanos do povo bregas-rômanticos De autêntico gosto ruim! De fato odeio as almas pequenas, não há nada de bom E quase nada de mal Confesso posso sentir ainda hoje o gosto do whisky E o aroma dos charutos do mestre Tom Jobim Admito que a pieguice impregnada da bossa Com sua batida e sua influência do jazz Satisfez-me, imagino-me caminhando ao lado Do Vinícius de Moraes nos dias de “balança-mais-não-cai...”. Não obstante, apenas imaginação fértil. Na crueldade dessa
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Thanks so much for the Add–and your friendship. We enjoyed your music very much. Thanks for sharing it with all of us. It's a pleasure having you among our friends!
We've just added two new blogs about Umano, plus four more new compositions, making ten on our space. We hope you and your friends visit us and enjoy our music, too.
We wake up every morning and play the music of the new MySpace friends who have arrived at our site during the night. It occurred to us that these friends (you are among them) are almost universally positive, whether they be novices or legends, and without regard to their station in life or the country they occupy.
Although it's not an original thought, it also occurred to us that we couldn’t hold a verbal conversation with most of these friends, but we have bridged that gap by expressing our art honestly with each other.
We all have been filling the world with our music and art, in the hope that our messages of love and human understanding will have an impact on the world at large.
What a gift and what an opportunity we have received from this technology!