Junior Boca - guitars, ideas and so much more...;
Felipe Maia - drums;
Demétrius Carvalho - bass/acoustic bass;
Dustan Gallas - keyboards, crazy sounds....he does it all;
Astronauta Pinguim - keyboards
Influences
Tom Zé, Mutantes, Tropicália (everything, everyone), Radiohead, Francoise Hardy, P J Harvey, Nick Cave & the Bad Seeds, Cat Power, The Beatles (band, individuals), Ella Fitzgerald, Chet Baker, Astrud Gilberto, João Gilberto, David Bowie, T-Rex, Iggy Pop, Júpiter Maçã (& Apple), Serge Gainsbourg, Devendra Banhart, Roy Orbison, The Velvet Underground, Emir Kusturica, Roberto Carlos, Air, Manu Chao...food for the soul and the heart!
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Carioca radicada em São Paulo desde 2005, Bárbara foi convidada pelo produtor Apollo 9 para gravar duas faixas na trilha sonora do longa-metragem “O cheiro do Ralo”, de Heitor Dhália, assim que chegou à cidade.
Adepta à chanson française, Bárbara interpreta canções consagradas nas vozes de cantoras como Anna Karina e Brigitte Bardot no tributo a Serge Gainsbourg, idealizado por Edgar Scandurra. O projeto envolve ainda músicos como Arnaldo Antunes, Henrique Alves e Chris Hidalgo.
A cantora também participa dos shows do 3namassa, integrado por Pupillo e Dengue, da Nação Zumbi e Rica Amabis, do Instituto. No palco, além da presença de Bárbara, o projeto conta com performances de cantoras como Nina Becker e Thalma de Freitas (Orquestra Imperial), Pitty e Marina de La Riva.
Agora em carreira solo, fez sua estréia e logo depois uma temporada no Studio SP com repertório que traz composições próprias como “Por Aí“ e “Ficar Assim”, e de amigos como Tatá Aeroplano, Fernando Catatau e Junio Barreto. Ainda entre as versões, músicas como “Eu estou apaixonado por você”, de Roberto Carlos; “Pé da Roseira”, de Gilberto Gil, além de composições de Rita Lee, Tom Zé, Jorge Ben e Serge Gainsbourg.
No final de 2008, foi convidada a participar dos shows da nova turnê de Otto fazendo duos e backing vocal.
Neste momento, Bárbara e os integrantes de sua banda se preparam para entrar em estúdio para gravação de seu primeiro álbum.
O disco, assim como os shows, tem produção e direção musical de Junior Boca e o disco será também produzido e mixado por Dustan Gallas.
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It all began somewhere over the rainbow...an ex-boyfriend asked me if I wanted to sing in a rock band and I said yeah! but it didn't really work out. So, a few years later I met a producer who liked me (my songs) enough to make a demo with me. Didn't work out too...oh shit!
In 2006, producer Apollo 9 asked me to join him in the making of two tracks for a movie soundtrack ("O cheiro do ralo" by Heitor Dahlia). That's enough to make me wanna try again.
A couple of years passed by and Edgard Scandurra (Ira!, Benzina) entered my life and I started to sing in his tribute to Serge Gainsbourg, which is still on with a bunch of other very special guests.
A couple of months later I was asked to join "3namassa" on their tour (Pupilo and Dengue - Nação Zumbi and Rica Amabis - Instituto), a project where only ladies sing about love, sex and the women's realm.
Now, I'm finally beginning my solo work.
When invited to do the first gig I didn't even have a band, set list, anything. So I called Pupilo and asked him: "Who can help me with this?"
He answered promptly: Junior Boca!! (guitar - 3namassa, Otto, Lua)
Then we met, and started working together at 3namassa, and he pulled together the band.
For now, we recorded these two tracks you can hear here. Soon there'll be a lot more...
I edited my profile with Thomas Myspace Editor V4.4 (www.strikefile.com/myspace)
Na verdade, já éramos amigos aqui no MySpace, Bárbara. Qnd sair o disco novo manda um recadinho pra gente ouvir. E vê se esquematiza um showzinho por aqui no Recife! Abçs,
Bárbara, é uma grande honra ter você em nossa página, eis “O
Maquinista do Tempo”:
O Maquinista do Tempo ( Faustho)
Hoje embarquei bem cedo num trem na velha estação.
Meu coração seguindo os trilhos em outra direção.
O maquinista toca o sino do tempo, a Locomotiva já vai
saindo.
Vejo a cidade se despedindo.
Sobre o solo destas terras cansadas, uma antiga mata viva
morava.
Um canavial tão amargo de se ver é o que sobrou.
Um Ribeirão toca para o infinito, num batuque constante
indefinido,
numa melodia ancestral.
Surgindo da pureza das águas em cada grão dessa estrada. O
novo dia que sempre amanhece, as cicatrizes que sempre esclarecem que tudo está
onde devia sempre renascer, no ventre do povo.
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo: