Banda do Céu:
Alex Medrado - Baixo e Arranjos;
João Carlos - Teclados e Arranjos;
Marcus Lima - Bateria, Percussões e Arranjos
Pedro Ivo Araújo - Violão, Guitarra e Arranjos
Carlos Barros iniciou sua carreira em 1997, cantando e atuando no espetáculo Abismo, que reunia canções e textos nacionais e portugueses em torno do conceito do hexagrama 29 do I Ching. O show, com roteiro e direção de Carlos Barros, percorreu a cidade de Salvador durante um ano, e foi realizado juntamente aos violonistas e compositores Harlei Eduardo e Ivan Farias.
Aliando sua graduação em História ao seu trabalho como músico e arte-educador, Carlos Barros passa a conjugar literatura, leitura dramática e música ao seu cotidiano profissional. Entre 1998 e 2001, Carlos Barros atuou como intérprete de MPB em espaços alternativos da cidade, constituindo um estilo, compondo, escrevendo e dirigindo seus shows.
Em 2001, criou o grupo musical Bando de Uns, que fez (até 2007) diversos espetáculos musicais e de música e literatura. Ao lado de Carlos Barros, estiveram as cantoras Déia Ribeiro e Vércia Gonçalves, além do violonista Harlei Eduardo. Neste período, o Bando fez uma parceria com o maestro de percussão Bira Reis e dividiram o palco com a cantora Margareth Menezes, em show comemorativo da Banda Kizumba, então resultado da oficina de instrumentos da escola de Investigação Musical do referido maestro.
Em 2005, a convite, este grupo gravou o disco Adurá Oxum, em homenagem ao orixá Oxum, numa edição que foi distribuída na Bahia e em outras partes do Brasil. Neste mesmo ano, Carlos Barros defende uma Dissertação de Mestrado em Ciências Sociais pela Universidade Federal da Bahia, abordando as construções de identidades culturais baianas na trajetória artística dos Doces Bárbaros – Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia.
Seus trabalhos remontam às tradições mínimas , como voz e violão ou percussão e voz , além de formatos de banda, numa via seguida para dar forma à canção como veículo de idéias sobre o universo , particular e ao redor como poderia dizer a referencial Marisa Monte.
Seu estilo está situado entre a dramaticidade e o trato poético das peças musicais , como em Maria Bethânia , a busca de uma emissão técnica e eficiente, como em Gal Costa e espectros interpretativos da figura de Caetano Veloso. Sua presença artística evoca a de sues ícones, sem confundir-se com estes mesmos.
Realiza o show Baihunos, em referência a este seu trabalho acadêmico e traz, no evento, uma interface entre música, imagem e teatro, com projeções e textos dramatizados para incorporar o espírito da obra dos baianos estudados pelo artista.
Em 2006, Carlos Barros é convidado para fazer um show em homenagem aos sessenta anos de Maria Bethânia – Atakã, amiga dos ventos – no Teatro Dona Canô, em Santo Amaro, na Bahia e ainda no grupo Bando de Uns, grava o CD Ensaio Demo, com canções inéditas e faz shows pela cidade para divulgá-lo. Em 2007, sai o disco Ensaio Demo II, continuação natural do sucesso em meios alternativos do primeiro destes trabalhos fonográficos.
No final de 2007, depois de uma viagem ao Rio de Janeiro, Carlos Barros – já em carreira solo – reúne um repertório de sambas que caracterizam a identidade nacional e junto a cânticos de candomblé de caboclo, faz o show Raio do Sol, que fez turnê em Salvador e no interior da Bahia no verão 2007/2008.
Em 2008, Carlos Barros convida músicos para uma banda base – A Banda do céu – a fim de concretizar o projeto estético Cantiga vem do céu, que conta com um blog, uma página no site my space, um perfil e comunidade no Orkut, além de shows e palestras dramatizadas sobre a identidade cultural brasileira através da música.
No processo de constituição deste novo projeto, além de participar de shows ao lado do compositor e cantor Jota Velloso, em agosto é um dos artistas que fazem o espetáculo Baile da saudade, para o sambista Batatinha. Carlos Barros é, ainda, cotado para um show de abertura do projeto e espetáculo de dança O Brasileiro Gil. Em junho de 2008, no Teatro Vila Velha, Carlos Barros faz o show Gilberto Gil Dança de Shiva, em laudas ao caminho artístico de Gilberto Gil.
Ao lado dos músicos Pedro Ivo (violão e guitarra), Alex Medrado (baixo), Marcus Lima (bateria) e João Carlos (teclados), Carlos Barros estréia em agosto de 2008 o show Cantiga vem do céu e percorre espaços como o Tropical Hotel da Bahia, a Casa da Mãe, o Tom do Sabor, a Fundação Pedro Calmon, o Bêco de Rosália, levando as cantigas astrais, que já foram divididas com intérpretes do quilate de Márcia Short, Jota Velloso, Stella Maris, Déia Ribeiro, Eduardo Alves, Marilda Santanna e Lucas de Souza.
O espetáculo Cantiga vem do céu está em temporada desde agosto de 2008, misturando referências culturais do Brasil em apresentações que trazem a verve literária de Carlos Barros, sua dramaticidade no palco e a música popular que é esteio de sua presença artística.
O roteiro do show apresenta uma abordagem da canção através das tonalidades do céu. Entre o azul, o amarelo e o vermelho, o céu está acima dos territórios, como a planar sobre as relações entre as pessoas; como a ver, do alto, de que maneira somos baianos, cariocas, sertanejos e brasileiros, enfim.
Atualmente, Carlos Barros integra a equipe de arte-educadores que compõem a TV Anísio Teixeira, aprofundando as suas relações com a produção áudio-visual, além de atuar no ensino superior.
Vindo de uma escola musical que vai dos tropicalistas aos clássicos da MPB , passando pelo repertório que flerta com o pop de Zeca Baleiro, Chico César e Marisa Monte , o artista se mostra um intérprete em busca da intertextualidade musical e poética a partir do formato canção. As composições inéditas de gente da safra mais contemporânea da Bahia, como Harlei Eduardo, Pedro Ivo, Marcus Lima, Jota Velloso, Ulisses Castro e Eduardo Alves, são textos musicais da mais alta qualidade e que apontam para a compreensão da relevância cultural da canção para a cultura brasileira.
Seus trabalhos remontam às tradições mínimas , como voz e violão ou percussão e voz , além de formatos de banda, numa via seguida para dar forma à canção como veículo de idéias sobre o universo , particular e ao redor como poderia dizer a já citada e referencial Marisa Monte.
O estilo de Carlos Barros está situado entre a dramaticidade e o trato poético das peças musicais , como em Maria Bethânia , a busca de uma emissão técnica e eficiente, como em Gal Costa e espectros interpretativos da figura de Caetano Veloso. A energia de Daniela Mercury e a precisão de Maria Rita são ícones para a continuidade da arte musical e cênica de Carlos Barros.
Sua presença artística evoca a de seus ícones, sem confundir-se com estes mesmos. O texto do antropólogo e jornalista Marlon Marcos resume a figura de Carlos Barros:
Singulares
Um artista é produto criativo de si mesmo. É o traço íntimo da sua emoção somada ao que ele racionaliza sobre o que cria. Uma alma que se desnuda no afã da singular comunicação. Uma história que se alimenta dos olhos de quem o prestigia e da recepção de quem o acompanha. Ele nunca se pode sozinho. Sua presença significa alento e perfaz os horizontes diversos daquilo que queremos como inspiração.
Eis o raio do sol de uma voz. A presença líquida de uma alma sonora que chora que ri que sente... Eis o quadro de uma voz que singra o mar da evolução e que faz do tempo instrumento absoluto do aperfeiçoamento e da nítida transformação...
Eis o que se arrola para instar dizeres ao labirinto dos ouvidos aumentando o mistério da gente. Incômodo e prazer. Desatino e conservação. Rasuras e perfeição. Crueza e síntese. Tristeza e alívio. Fugacidade. Perenidade. Esteio. Continuação.
Uma voz entregue aos seus mitos.
Um corpo que se investe para o som.
Uma alma feito estesias.
Uma mente translúcida.
Um lugar de contemplação.
Mímese do que admira.
Uma outra estação.
Eis o som que se nos acompanha advindo da força vermelha de uma garganta terra. Eis um homem menino vestindo-se cantor. O protegido que se abandona para reelaborar a sua arte. Caminhos singulares ressoando a voz doce dos ventos - seu nome é Gal - nesse seu trajeto de reinvenção. Voz que acorda a memória e umedece os olhos e embriaga o espírito. Traço do sentido assombro que garante à vida: movimento e felicidade.
Eis, orquestrando a imaginação, a voz Carlos Barros.
Agora, Carlos Barros está com o Projeto Cantiga vem do céu, um show centrado na idéia de canção sob a ótica das matizes do céu, no que diz respeito à possibilidade de perceber a música no Brasil como manifestação de diversidade cultural e a forma "canção" como elemento de destaque para temáticas variadas, como o amor, o cotidiano, as cidades, a Bahia, o Rio de Janeiro e a identidade nacional vista como interface de matrizes múltiplas.
Cantiga vem do céu traz lirismo, contundência poética, romantismo, suingue e força.
É um projeto estético que amarra diversos momentos do artista Carlos Barros em comemoração aos seus dez anos de presença no cenário musical alternativo de Salvador.
Cantiga vem do céu tem como foco o azul, o amarelo e o vermelho que compõe as tonalidades de cores e sons dos céus.
A música Lei de Murphy venceu o Festival de Santa Maria. Ela foi interpretada pela Carol Voigt, gostaria que visitasse myspace.com/srtavoigt e desse "aquela força" para ela. Ouça ainda a "Matin Ensoleillé" com accordeon, and please, listen too myspace.com/peninhavieira the new happy sound of Brazil!
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
Oi Carlos Estou passando por aqui para te parabenizar pelo seu show.A sua presença de palco,a sua voz,o repertório,a sua banda,PARABÉNS.Siga em frente... Adorei a música Brilho de Orfeu e a de Jota e Ulisses também.Já gravei uma de Ulisses e vou gravar agora outra música dele também. Um beijão para ti e sucesso!!!
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Hoje embarquei bem cedo num trem na velha estação.
Meu coração seguindo os trilhos em outra direção.
O maquinista toca o sino do tempo, a Locomotiva já vai saindo.
Vejo a cidade se despedindo.
Sobre o solo destas terras cansadas, uma antiga mata viva morava.
Um canavial tão amargo de se ver é o que sobrou.
Um Ribeirão toca para o infinito, num batuque constante indefinido,
numa melodia ancestral.
Surgindo da pureza das águas em cada grão dessa estrada. O novo dia que sempre amanhece, as cicatrizes que sempre esclarecem que tudo está onde devia sempre renascer, no ventre do povo.
Oi, Carlos, obrigada por me add, adorei o seu trabalho musical, parabens!! Desejo-lhe sucesso e muita felicidades. Para mim será um prazer enorme tê-lo em minha lista de amigos! Sucesso e muita luz em sua carreira! Abraços!
Que repertório maravilhoso. Interpretação soberba. maravilha, maravilha, maravilha... Carlos, fiquei emocionado aqui no seu space. Parabéns e obrigado. rola show no rio? tomara! um forte abraço, com admiração, Ubi
CARLOS... Muito obrigado pelo reconhecimento ao meu trabalho... Fiquei emocionado... Considerei sua frase um convite... vamos cantar juntos QUANDO VC QUISER... GRANDE ABRAÇOOOO SUCESSO SORTE PAZ & AMOR... ...eu gosto de Caetano pq o cara e' bonito...
Oi Carlos, poxa, nem sei como agradecer seu comentário..fico muito grato e feliz de ter te tocado com as Is it okay... Bem, só há uma maneira de agradecer...subirmos ao palco juntos um dia....que ele chegue logo!!! Abração Paulo
Moço, andei ausente daqui um tempo e quando volto encontro seu comentário...Ai, que bonito!! Vc além de dono da voz é dono da palavra, hein? Danado!! rsrs. Beijo com carinho enorme!
Abençoado Carlos, eu em nome do Poeira D'água, agradeço profundamente, ter sua presença de luz na nossa página, o que muito nos honra. Muito Axé, luz e todas as vibrações positivas do Universo. (Faustho Terra Tupy e Poeira D'água)
Grandioso irmão,iluminado Carlos, tuas palavras muito me emocionaram e iluminaram minha alma. Não há palavras no idioma humano que sejam suficientes para expressar a honra que me destes com tuas palavras, vindas de um coração abençoado pelos grandes espíritos de luz. Para mim será uma grande honra compartilhar contigo nossas emoções musicais,logo que o primeiro disco do Poeira d'água estiver pronto, enviarei para você, sinto que temos muita sintonia musical, buscamos nas mesmas fontes sagradas e eternas nossa inspiração, como cantou o iluminado Gilberto Gil, "Sentir é questão de pele", e sentimos o mesmo amor pela música e um imenso respeito pela força incalculável e sagrada desse dom nos dado pelo Criador de toda a beleza, e fazemos da nossa música, nossa oração. Será para mim e para todo o Poeira d'água uma grande honra assistir teu show e de te conhecer pessoalmente. Desejo, do fundo de minha alma, que Deus e todos os grandes espíritos de Luz desses Universos grandiosos iluminem sempre mais tua música e tua caminhada por esse chão. Do eterno fã e irmão. (Faustho Terra Tupy)
Abençoado Carlos, fico muito feliz e honrado em ter sido adicionado por você, tua arte é iluminada. A música da Bahia sempre teve grande influência na minha alma, na minha música, amo os Tincoãs, Dorival, Caetano, Gil, Bethânia, Cláudia Cunha, Moraes Moreira, Tom Zé, João Gilberto...São tantas almas abençoadas, tantos universos de grandiosidade desse nosso Brasil iluminado, escuto e aprendo sempre muito com a Bahia, amo vocês profundamente. Ganhastes além de mais um fã, um irmão. Desejo pra ti muita paz, muita Luz e todas as vibrações positivas do Universo. (Faustho Terra Tupy)