Bilan chega-nos de Cabo-Verde no ano 2000. Na bagagem traz a influência de uma família de respeitados músicos da tradicional “música da terra”. Exprimindo-se em crioulo, é na poesia e na inspiração dos textos que as raízes das ilhas que “caíram da lua” se manifestam.
Aos 28 anos, Bilan possui já uma identidade musical bem vincada, transpondo-se, tal como outros músicos desta nova vaga, para um estilo mais cosmopolita e urbano. A linguagem interior que lhe é natural na composição da sua música incorpora toda a sua visão sem fronteiras, o contacto urbano e a vivência na cidade, desenhando os contornos da sua estética musical. É esta estética que escolhe, definitivamente, na altura de assumir o seu trabalho em nome próprio, demarcando a sua personalidade musical com impressões do lado mais alternativo e experimentalista do rock e, também, da bossa-nova e do blues.
É assim que Bilan deseja dar a conhecer o seu trabalho: uma miscigenação de estilos e influências mostrando, dentro da música urbana, um lado exótico banhado pela língua e contornos da “sabura” e ainda, uma promessa na música de Cabo-Verde, marcada pela originalidade de cariz alternativo e urbano.
Bilan may be framed in a more cosmopolitan and urban reinvention of Cape Verdean music. In any case, the roots of Cape Verde are crossed with the natural globalization of culture and music experienced by new generations; sit down to warm or cool cadence, as if guess the international mainstream, the jazz, the pitches of rock, The soul, the R&B ...
The themes that we hear from Bilan, depart from his country into the known world, as with the other compatriots of this wave. But the roots of islands that fell off the moon here seem to go further. The cadences of Dia d’ Manha "Day of Morning" would fit well in experimental of Airto Lindsay, the way the drag lamented the Agua quente is spreading in vocalizations would be worthy of the best adventures of Milton Nascimento. And both are served by arrangements less anxious to polish for show is particularly true courage that makes the music of Bilan.
If we add all this, even if we will be the last paradox, Bilan should realize that, indeed, to think seriously on the day of tomorrow. After all he is at a crossroads as complicated as that in which were (and maybe still are) Ben Jor, Caetano, Gil and Tom Zé when they reminded of inventing something called mixed but genuine “tropicalismo”.
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Bilan...Manera boy!! Obrigada por te lembrares aqui da miuda :))) Estarei lá..dia 5!! Sei perfeitamente onde é ;) Levarei amigos... porque ver-te e ouvir-te é aquela sensação "sab sab" :)))) Bjm dod ba bo!! Fika Drêt ;) FAZ MUSICA YA??????!! :))))))))))))))) O MUNDO AGRADECE :P
Q pasa me broder, eu tou fixe dreada, acobo de voltar de canada(toronto) e tu bro como vao as cenas desse lado? aver se um gajo da um salto pra tuga para por a conversa en dia...grande abrac e tudo de bom, muita forc tambem...bombaaaaaaaaaaaaa
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