Músico, escritor, astrólogo e multimídia. Carlos Walker começa a cantar em 1969 através de Festivais no Brasil. Têm livros publicados e discos gravados. Gravou para trilhas sonoras de novelas da TV Globo...
Seu primeiro disco (1975) reúne um elenco estelar: os arranjadores Laércio de Freitas, Alberto Arantes e o grande Radamés Gnatalli. O disco conta também com participações de Hélio Delmiro, João Bosco, Piry Reis, Peter Daulsberg, José Roberto Bertrami, Gilson Peranzetta, entre outros. O acalanto "Alfazema", que consta deste primeiro disco, alcançou sucesso nacional com arranjo de Waltel Branco.
Walker gravou com seu parceiro Piry Reis, para o selo Carmo, com participações de Egberto Gismonti, Romero Lubambo, Vanderlei Pereira, Mauro Senise.
Um outro disco-referência, antecipador de tendências é ONDA (Wauke Celebrates Jobim) em que o cantor vem acompanhado pela Banda Hig Life: Nico Assumpção, Ricardo Silveira, Luís Avelar, Carlos Bala, Márcio Montarroyos e Marçalzinho. Este disco foi aplaudido pela crítica e pelo público.
Walker é parceiro de Aldir Blanc, Piry Reis, Hermeto Paschoal, Lúcio Gregori. Conviveu na intimidade com João Gilberto, seu mestre influenciador, e teve em Elis Regina, a sua primeira incentivadora em 69.
Seu recente CD Fio da Canção, todo em parceria com o pianista e compositor Lúcio Gregori, conta com arranjos de Laércio de Freitas e participações do Quarteto Portinari (integrantes da OSESP), Celso de Almeida, Evaldo Guedes, Jericó e Paulo Alcântara, participação especial de Ná Ozzetti e mixagem de Kaká Takamine.
Carlos Walker abre cantando o vídeo premiado sobre a poeta Ana Cristina César.
Dentre seus admiradores estão: João Gilberto, Tom Jobim, Elis Regina entre outros.
Carlos Walker é um intérprete sem fronteiras, que navega por vários mares musicais. Da valsa ao jazz, da bossa ao rap, do erudito ao folk, do contemporâneo, minimalista ao tradicional, permeando com uma emoção característica brasileira em cada direção navegada da música e sons do planeta Terra.
About Carlos Walker
Musician, writer, astrologist and multimedia. Carlos Walker began to sing in 1969 in Festivals in Brazil.. He has published books and recorded discs. He recorded soundtracks for TV Globo's soap operas ...
His first album (1975) brings together a stellar cast: the arrangers Laércio de Freitas, Alberto Arantes and the great Radamés Gnatalli. The disc also contains participation of Helium Delmiro, João Bosco, Piry Reis, Peter Daulsberg, José Roberto Bertrami, Gilson Peranzetta, among others. The lullaby "Alfazema", which is part of this first disc, achieved national success with the arrangement of Waltel Branco.
Walker recorded with his partner Piry Reis, for the label Carmo, with participation of Egberto Gismonti, Romero Lubambo, Vanderlei Pereira, Mauro Senise.
Another reference disc, an anticipator of trends is Onda (Wauke Celebrates Jobim) in which the singer is accompanied by the Band Hig Life: Nico Assumpção, Ricardo Silveira, Luís Avelar, Carlos Bala, Marcio Montarroyos and Marçalzinho. This disc was applauded by the critics and the public.
Walker is a partner of Aldir Blanc, Piry Reis, Hermeto Paschoal and Lucio Gregori. He was close with João Gilberto, his influential master, and found in Elis Regina, his first incentive in 1969.
His recent CD Fio da Canção, entirely in partnership with the pianist and composer Lucio Gregori, has arrangements from Laércio de Freitas and participation from the Portinari Quartet (members of OSESP), Celso de Almeida, Evaldo Guedes, Jericó and Paulo Alcântara, special participation by Na Ozzetti and mixed by Kaká Takamine.
Carlos Walker opens with the award winning video singing about the poet Ana Cristina César.
Among his admirers are: João Gilberto, Tom Jobim, Elis Regina, among others.
Charles Walker is a singer without borders, who navigates in several musical seas. From waltz to jazz, bossa to rap, folk to erudite, from the contemporary, minimalist, to traditional, permeating with emotions characteristic of Brazil, with each direction sailed in the music and sounds of the planet Earth.
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Vídeos
Crítica (Critics)
AMILSON GODOY, maestro:
Tomei contato com excelentes composições e letras bem construídas, que demonstra um grande amadurecimento musical e poético. Parabéns a você e seu parceiro. E tenham confiança na música que realizam, pois se trata realmente de um trabalho profissional de altíssimo nível.
I made contact with excellent compositions and well constructed lyrics, which shows great musical and poetic maturity. Congratulations to you and your partner. And have confidence in the music you perform, for it truly professional work of high level.
TARIK DE SOUZA, crítico do Jornal do Brasil:
Com seu agudo instantâneo e um grave que surpreende pela naturalidade emocionada, Walker usa seu aparelho fonador como um verdadeiro instrumento. Daqui por diante Walker dá o tom.
With his instantaneous high pitch and low notes which surprises due to the natural emotion shown, Walker uses his device as a real instrument. From now on Walker gives the tone...
MAURO DIAS, crítico de música popular brasileira:
A voz aguda, precisa, melodiosa do cantor e a participação de grandes músicos garantem o resultado.Nenhuma releitura à luz de novas bossas, balanços e tecnologias da obra de Jobim é tão boa quanto essa que Walker lançou.
An acute, precise and melodic voice from the singer and with the participation of great musicians guarantees the result. No redoing of Jobim's work in the midst of new Bossas, rhythms and technologies are as good as those of Walker’s.
RONALDO BÔSCOLI, compositor e jornalista:
Recebo o disco de Walker, todo ele sob o signo de Tom Jobim. Cercado de netunos por todos os lados. Um trabalho lindíssimo!
I receive the disc from Walker, all of it under the sign of Tom Jobim. Surrounded all around by Neptunes. A beautiful work!
Aquiles Reis - Brazilian Voice
Sente-se que em cada nota há um fiapo de luz atado, lumiando o tocar, e que cada vez que o tempo galopa dentro da noite ou do dia, um fio contorna a silhueta da vida e traz à tona a música que deságua no hoje e no amanhã.Em Fio da Canção, CD de dois músicos tão competentes quanto veteranos, todas as faixas são inéditas e compostas em parceria pelos dois.O repertório traz canções e sambas, bossas e valsas. Contudo, são as primeiras, as mais suaves, que dão à voz de Carlos Walker a oportunidade de revelar-se mais instigante e de se esbaldar em personalíssima performance, na qual seus agudos se rivalizam em precisão e afinação com seus graves redondos e claros, estes revelados, notadamente, em “Dia Que a Noite Deixou” – samba lento, no qual as cordas e a flauta, amparadas pelas vassourinhas na bateria, revelam a delicadeza da melodia e o apuro da harmonia desenvolvidas pelo talento de Gregori. Aliás, as músicas de Gregori são plenas de nuances e de criatividade, o que as torna especialmente sedutoras e ricas. Dois parceiros a complementar e a multiplicar suas aptidões.
E o presente está vivo na música de Fio da Canção.
Walker Quintet
Alex Corrêa, PIANO
Graduado pela Universidade Estadual de Londrina em Música, piano popular, harmonia e harmonização jazzística. Atua como professor e músico. É também arranjador tendo participado de muitas big-bands. Tocou em espetáculos teatrais e vários musicais, entre eles, o Velho Malandro, releitura da peça de Chico Buarque, a Ópera do Malandro. Tocou em diversos festivais de jazz, com diversas formações: trio, quarteto e quinteto instrumentais. Fez turnê pela Europa a partir de 2006. Tocou em vários discos de outros artistas.
Atuou e estudou com Pinduca, da Orquestra Sinfônica Brasileira. Fez Máster Class com o baterista Nenê e Chuim (Unicamp.) Paganini-batera toca na noite há muito tempo e veio também de experiências de bailes. Trabalhou na Orquestra Sinfônica de Londrina e depois em diversos grupos instrumentais. Participou de muitos festivais de música e depois em 2005 foi para Nova York por intermédio de uma bolsa de estudos num concurso em que foi vencedor. Estudou no The Collective em Nova York. Entre seus renomados professores em NY, estão Fernando Hernandez, Bob Quaranta, Kim Planfield e Ian Froman.
Adauto Mesquita, VIOLÃO e GUITARRA
Começou a estudar música aos 10 anos de idade. Depois iniciou seus estudos formais com diversos professores, destacando-se: Djalma Lima e Michel Leme. Adauto é também professor e instrumentista tendo atuado em várias formações e bandas. Participou de vários festivais de música instrumental. Gravou para cds de cantores de música popular brasileira.
arrebentando pra variar.!!!!!!!!!!!! bjbjbjbjbjbjbjbjbjbjb adorei seu som querido. to aqui escutando. fala sério que gostôso. agora é sua vêz. escuta aê heim mano!?
Parabéns!! Estou apaixonado!!! Você é o que chamo de "bela surpresa divina"!!! Grande pessoa, muita sensibilidade, muito talento, muita emoção em cada nota que tua voz nos presenteia!!! Abraço.
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Congratulations! I'm in love! You are what I call "beautiful divine surprise"! Great person, very sensitive, very talented, a lot of emotion in every note that your voice gives us! Abraço.
Absurdamente o titulo choca-se, contradiz-se... O que uma coisa haverá de ter com a outra? Sendo a música de grande poder lúdico E a cocaína o entrelace das desgraças reais... Há quase setenta anos Sigmund Freud Receitava aos seus pacientes cocaína. E fora usuário, Charles Baudelaire O mais digno comedor de ópio Membro do clube haxixes descrevera Em seu livro, “Paraíso Artificiais” Os poderes alucinógenos Pelo o uso das tais substâncias... Ficar-se-ia nessa obra sua visão “católico-caótica” Sendo assim mais um relato de forma implícita de droga! Na inquisição não eram queimados ingênuos baseados Por jovens bronzeados, por jovens escandinavos Ou de olhinhos puxados... Eram jogados à fogueira grandes pensadores, gênios... Quem ousaria falar que a Terra era redonda? Galileu ousou... Ah, hoje sabemos o fim desse episódio. Rimbaud seria nesse século o expoente-mor Das loucuras astrais, seria a sensação do rock Não o rock abobalhado, não esse rock pobre, estúpido Meramente comercial, esse triste rock ‘n’ roll mundial Com refrões que nem a mais complacente Licença poética permite. No Brasil canta-se. “Ela com a boca dela, com a toalha dela.” “Ah! Pela última vez, ah! Pela última.” Que seja assim a última vez. Os grandes selos, gravadoras... Converteram-se ao protestantismo. Sabendo do público fiel consumidor Lancemos ao mercado fonográfico as testemunhas de Jeová. Saravá meu pai! Quanto apelo em busca de dinheiro. Prosseguem empurrando aos tímpanos do povo bregas-rômanticos De autêntico gosto ruim! De fato odeio as almas pequenas, não há nada de bom E quase nada de mal Confesso posso sentir ainda hoje o gosto do whisky E o aroma dos charutos do mestre Tom Jobim Admito que a pieguice impregnada da bossa Com sua batida e sua influência do jazz Satisfez-me, imagino-me caminhando ao lado Do Vinícius de Moraes nos dias de “balança-mais-não-cai...”. Não obstante, apenas imaginação fértil. Na crueldade dessa
Hoje naveguei com calma pela tua página e tuas músicas. Incrível como você continua com o mesmo clima angelical daqueles bons tempos. Um trabalho e uma voz refinados como sempre. Obrigado pelo add e parabéns... Manzo
Olá Carlos Obrigado por nos adicionar È uma honra tê-lo como parceiro por aqui. Seu trabalho é maravilhoso, parabéns Sucesso e muitas felicidades sempre.
Hola, Carlos. Gracias por el add y el comentario. Muy bello lo que suena aquí, felicitaciones. Avisá cuando vengas a Buenos Aires. Saludos por parte del ECC. Tute.