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Cavalos No Gelo




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Son Giriş:  29.11.2009
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   İletişim | cavalos no gelo

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   cavalos no gelo: Genel Bilgi
Üyelik Tarihi15.03.2007
Grup Web Sitesicavalosnogelo.blogspot.com
Grup ÜyeleriMiguel Pessoa Vidal, lyrics and music; Teresa Serrano, vocals on "Ergue-te e Voa"
EtkilendikleriTime; Space; Baroque; Portuguese Prose and Poetry; Family; Friends; Ancient Masters; Strenghts; The Sunset at Tagus Valley...
Neye Benziyor?Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Image and video hosting by TinyPic Photos © Miguel Pessoa Vidal / Cavalos no Gelo 2008
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cavalos no gelo | En Son Blog Yazısı  [Bu Bloga Abone Ol]

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   Hakkımızda cavalos no gelo


Whatever it may be claimed with meaning, what we call "Frosted Horses" is not a band. It doesn't even exists. But the short story of Cavalos No Gelo belongs to a real place that slowly disappears as the ice melts. Laughing stock of some moanfull jokes about sketches of Jonathan Swift's Houyhnhnmsland, or others not so funny about threats to some kind or way of life, about our joyful hope for future. The place is called The Silver Arm and the Neck of Land. For those who know or live in Lisbon, Braço de Prata is an old railway station looking for Tagus. But the place we stand is on the other side, above the river, behind marshy swamps, pines, cork oaks, bulls and horses. Leziria is Cavalos No Gelo homeland where we call for some people's name: Miguel, Margarida, Rosa, Antonieta, o Senhor João... What was endured was some images of the past. They see and hear the city in the distance - o céu solar de Lisboa - but the sparks of days and nights are with them. The music shares their living memories and our present life, there and abroad.



cavalos no gelo - talvez um homem só caminha entre as árvores




cavalos no gelo - perguntavas se o sonho era um segredo só nosso




Luminária do crepúsculo. numa tarde de domingo de agosto, a visão da adema foi a passagem do dia glorioso, a manifestação da conduta mais gentil da oferta do tempo, do olhar generoso que não espera mais de si que o seu próprio acontecimento. são as pequenas colinas que se estendem para a terra plana da lezíria: da amoreira às fontaínhas ergue-se um vale que foi outrora o pântano e a margem extrema do rio. é um enigma das formas que se repetem, que tocam as imagens invisíveis e os encontros felizes marcados por cambiantes, pequenos movimentos, pequenas percepções que aguardam o momento oportuno para expandir. um desperdício de coisas que existem mas também um sistema onde tudo está no seu lugar. a natureza que nos apela não é enganadora mas transparente para si própria, está certa do seu sentido e das suas dádivas. dá sinais velados do brilho à mais selvagem das criaturas. são os vestígios que designam o rumo que ultrapassa a notícia do que é para nós pouco mais que astúcia. e o que há nessa manha da natureza não é senão o que é para si a sua doação mais autêntica, a pureza em excesso de marcas na exclusão das aptidões humanas, que se converteram por sua vez na inaptidão em compreender o seu estilo, em acompanhar o seu ritmo nos compassos certeiros do tempo. a tradução desse sentido começa por ser dada na distinção dos pequenos pormenores: na presença circular das trepadeiras nas arcadas da casa, são guardiões da porta um vaso com sardinheiras entre púrpura e vermelho, e um outro vaso com patas-de-cavalo tão luzidias que quase parecem espelhos. e logo surge à vista o velho limoeiro nos contrastes do verde-escuro e do verde-claro com o cheiro das formigas no verão seco. depois dos passos, é a sombra da figueira gigante, de longos anos fraterna das ramagens do sobreiro robusto que protege a casa da contra-luz. na descida da pequena encosta a caminho do poço estão as oliveiras. ao fundo, de costas para o sol, avistamos a adema, a silhueta de uma outra casa numa ilha de árvores, no meio da lezíria que corteja o nosso monte. as ondas do feno projectam-se até lá na pequena brisa do estio, porque o tejo oculta-se na distância, é agora uma chama mais estreita do céu aberto. a imagem singular concentra por antecipação o olhar livre dos constrangimentos. mas é tambem um modo de aparecer com um poder transformador. não é uma poesia na poeira das circustâncias e nem uma terra semeada por nostalgia, muito menos a dissonância da promessa integral da vida. é apenas um momento na inscrição eterna de uma visão. a pequena iluminura no início do livro.



Agora nós. algumas notas soltas da memória daqueles dias. os silos no monte de braço de prata guardam as sementes e as forragens para o inverno. tudo é inventariado no "livro das miudezas": a espera recatada das lebres entre as silvas, os cardos que crescem, a hora dos figos onde está o velho baloiço de madeira, as novas e velhas criaturas que nasceram na protecção do monte. os silos são as torres no meio das árvores que dão sombra aos dias de bronze. aguardam alguém que chega a trote da cidade para dar as boas notícias e é quem faz o gesto que traz o que é preciso para a semana. pedra-pomes, sabão azul-e-branco, petróleo, arame e pregos para as colmeias de cortiça, um saco com desenhos e uma torta de laranja de quem não pode vir passar uns dias connosco mas manda muitas saudades. de resto, temos tudo por cá: o mel, o leite, o pão, a horta e o pomar silvestre, oliveiras carregadas de azeitonas, hortelã selvagem no meio dos espinheiros. a astúcia do isolamento aproveita os seus talentos para raspar os picos dos cardos e lavar os talos das tengarrinhas para a sopa do jantar. na casa do monte, a lareira já está acesa, assim é desde as tardes de novembro até aos alvores de março. mas durante o ano inteiro, nas horas do meio, enquanto não se levam os talheres para a mesa, abre-se sempre o livro para escrever o dia. intensifica-se o coração com a música do crepúsculo. há uma guitarra velha, gasta das cantilenas e das elegias que se repetem nas gerações. estão de regresso os maiorais das amoreiras. dizem "boa noite e até amanhã!". guardam as cabaças, os arreios e as selas no celeiro da palha. e soltam os cavalos para descançar.



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A espuma nos freios dissolve-se na água que corre na foz. a cabeçada e as rédeas são tiradas para que os animais bebam. eles mostram-nos na sede o olhar benévolo, o corpo quase imóvel de que é feita a breve espera. só os pequenos espasmos nas patas e os movimentos da cauda afastam as moscas que os cercam. o pelo lustroso reflecte o brilho do sol e os maiorais aguardam com os cavalos que nos levam ao monte. uma romaria equestre louvada nos confins da lezíria. são homens consagrados à dureza do chão calcado de pó. no peso das feições que mostram o rosto trigueiro, a pele curtida, as pálpebras e as rugas contraídas pela claridade solar. escondem a testa pálida nos chapéus que empunham para saudar. mortalhas com tabaco apertadas na aspereza de mãos secas, encardidas de saibro. e foi preciso falar, reclamar um atraso na demora do reparo. mas o que em nós habita traz-nos sempre de volta.



Com pés nos estribos e sela aparelhada, o avô monta o cavalo branco. tem a pelagem rasteira e a brandura de ânimo sem marca de esporas. todos os cavalos têm um nome que designa um temperamento. mas de que lhes serve o nome se ignoram a ciência incerta? de que nos serve abalar, com os passos elegantes do trote, se o cavalo não deter a plena estima que anuncia aos homens a aptidão do caminho? a natureza é matriarca. embala-nos à sombra da ignorância recolhida na divagação da sua inteligência soberana. pagamos o tributo de tentar travar o mundo sem resposta que nos preencha. na clareira extinta de um horizonte de incógnita.



Atrás das nossas costas ficam centelhas de água e luz que se prolongam até lisboa. a norte vemos vila franca que nos alcança como se fôssemos uma aresta do triângulo. a distância crescente do vale mostra ainda o fumo das cidades no outro lado do tejo. marca o contraste das margens que percorremos, no solo que pisamos, nos antípodas de aglomerados de casas. ali estivemos e aqui estamos, debaixo da alçada do tempo. no calor de outono que tomba na sesmaria de arbustos secos. à revelia de uma terra que ama o silêncio, os ciclos húmidos e os ciclos da seca, do nascimento e da morte, que quebram a manobra da fertilidade que os homens engendram, o modo adverso da recolha da vida. ali estivemos e aqui estamos. na pulsão mundana, em comunhão com o que apaga a tristeza transitória na presença de gente nos lugares que escolhemos. a despedida sem o aceno. o relógio de bolso parado nas horas.



Uma charrete traz a carga que veio connosco. leva a mulher e a criança, aos solavancos pela estrada de fendas no lodo seco e crateras da erosão da chuva. as poças de água são buracos do céu. e o chão a crosta que o protege. mas quando os cascos chapam na água, o lodo revolve manchas que se alastram de castanho e cinza no reflexo do azul tingido. há na carroça uma manta lobeira que tapa uma caixa esquecida com botões e um caderno vazio de folhas amarelas manchadas de argila. erguemos o mundo no papel amarrotado, conservamos o fôlego na definição das coisas, o encontro fortuíto inscrito nas palavras. o desenho das letras deformadas são a sentinela do que nos espreita, o modo velado da realidade que persiste, na confusa e desmedida transgressão.



- ‘cha... caha... chacoteca! chaaarnn... charneca!’ - ‘soletra e escreve! aponta tudo, senão esqueces!’ - diz a avó. - ‘não te bastas quando queres dar-te ao mundo! ele chama por ti quando menos esperas!’



No esgar ofuscado pelo sol, a criança olha para a avó. não percebe o que ela disse. mas os cabelos pretos debaixo de um lenço e a pele acetinada do rosto altivo da mulher deixam a impressão de que ela não pertencia àquele lugar. de que o caminho arrojado nos confins da planície é um êxodo precário. que nem todos os caminhos são de pedra, de água, de ferro. de que o campo é o cativeiro que sustenta a solidão de quem quer viver num ermo. isolado do mundo e das luzes da cidade. foi talvez uma lamúria inofensiva. a voz embargada pela imagem de um apego inexistente. um sorriso dissimulado que se fixou na memória.



Só agora, ao fim de tanto tempo passado, percebemos o que ela quis dizer. o passo-a-passo na ilusão de ganhar terreno e vantagem presta-se a afundar sobre si próprio. que o futuro não é a caminhada triunfal da novidade permanente. assumir um rumo de propriedade singular não causa algum nexo para nós visível entre a salvação terrena e o centro do mundo que somos. e nós somos como o animal tresmalhado do gado bravio a pastar nas ervas. não é o porte erecto e o olhar fixo do touro listrão que nos trava o medo da colhida letal. mas o chão que se move debaixo dos pés, mostra e esconde uma relação furtiva. o campo agreste é um paradoxo, um sistema de armadilhas. é adverso e generoso quando tira com uma mão o que deu com a outra. é o escondimento e o obstáculo. metamorfose e transfusão dos sinais que nos conduzem. para variar, a natureza é terrívelmente bela no palmilhar da distância percorrida pelo olhar. mas a proximidade vivida na carne, no osso e no tutano de que agora é para sempre, é a atitude de quem não passa da cepa torta. o tempo reconstruido dá um outro sentido ao mesmo acontecimento. a cidade é agora a última província. um claustro de multidão para quem os morangos crescem nas árvores. o reverso do mesmo sítio, do mesmo olhar. o lugar onde nos fixámos, esteja ele onde estiver, desmembrou-se na recordação.



© Miguel Pessoa Vidal / Cavalos no Gelo 2008

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cavalos no gelo | Arkadaşlarının Yorumları
Görüntüleniyor 25 / 80 yorumlar  ( Tümünü Görüntüle | Yorum Ekle )
Luisa Amaro

Luisa Amaro



14 Ağu 2009 09:59

Olá iguel!!
Há tanto tempo!...
Como vai tudo? E essas gravações?
Deixo-lhe um abraço amigo,
Luisa Amaro
Macabre Maenad

Macabre Maenad



24 Haz 2009 22:46

Thank you for adding!!
Nice to meet you.

Have a nice day.
Greetings from Japan.Yutaka Sakane
Luisa Amaro

Luisa Amaro



15 Haz 2009 01:00

Como vão?
Passei por aqui para vos deixar um abraço e para saber se o sonho ainda é só vosso!...
Espero notícias vossas!
Luisa Amaro
PAULO CASTRO (Composer)

PAULO CASTRO (Composer)



1 Haz 2009 17:24

agradeço de igual modo o facto de ter encontrado por aqui a singular página que me levou até ao hemisfério do vosso interessante e intrigante projecto..continuação de excelente trabalho!
BRUNO GOMES

BRUNO GOMES



28 May 2009 20:07

obg pela sua amizade, abraço.
Grandjacques

Grandjacques
Online!


13 Mar 2009 19:30

Salut...<br />Un nouveau titre 'TRISTÉGO'...<br />Des récents 'PANAM' , 'TELLE QU'ELLE'...<br />Des anciens remixés...<br />Voilà voilà...
One Letter Photography

Bruno Costa



3 Mar 2009 20:06

Obrigado eu!!

All the best,
Bruno Costa - One Letter Photography
RAYMOND SCOTT

RAYMOND SCOTT



12 Oca 2009 06:35

''... Raymond Scott also holds a patent on an automatic scanning radio which tunes in on stations around the country and changes frequency by itself at any given interval, enabling him to catch most of the nation's disc-jockey shows in a brief span and find out what tunes are being played.''

--POPULAR MECHANICS Magazine, July 1959
Tecnografo

Tecnografo



5 Oca 2009 12:01

Também não!
Miguel: Alfa e Ómega

Miguel: Alfa e Ómega



5 Oca 2009 11:54

Alfa e Ómega são a primeira e a última letra do alfabeto grego. Numa tradição que remonta ao pensamento antigo, o Alfa e o Ómega significam algo que era utilizado para designar o que começa e acaba neles, o princípio e o fim, o limiar e o limite a partir do qual todas as determinações lhes são englobantes, não havendo nada que fique de fora. Neste sentido, a zona limítrofe seria igualmente tomada como o ponto onde tudo começa. De igual modo, a zona de limiar seria o ponto dos confins. Um todo confinado entre o alfa e o ómega, fazendo parte desse alfabeto de determinações...
Matthew Lee Knowles

Matthew Lee Knowles



4 Oca 2009 15:01

HAPPY NEW YEAR!
Cinema Falado

Cinema Falado



5 Ara 2008 12:34

A FELICIDADE E UM RESGATE DA BUSCA.
Robson dos Santos.
Brasil.
(be happy every day in your life)
mario

Mario Yepes



10 Kas 2008 16:28

Dear Friend:
thanx so much for your message
love and respect
mario
VibeJays

VibeJays
Online!


10 Kas 2008 16:55

Dear cavalos no gelo

Every time that we listen or write music... play an instrument... dance... act in a play... or work in some audio/image/video engineering process... Something is healing inside...

When we share it with friends... Something is healing all over...

Love can drive... in a simple way... everything

Have a lot of smiles... this week...

We are connected

Vibejays
PascalCat

PascalCat
Online!


9 Kas 2008 18:03

^Merci beaucoup!
Trés sympa!
^^^
Maria**Henriques

Maria Henriques



24 Eki 2008 15:29

Lindos
Cavalos no Vento!
Adorei!

Abraços e saudaçoes
Maria**
Rose

Rose



25 Eki 2008 21:07

Thanks for sending the video.

Hope all is well and I wish you the absolute best of everything!

xoxo
Rose
MAGNOLIA productions

MAGNOLIA productions



21 Eki 2008 11:46

Obrigado nós pelo apoio.
Se algum dia pensarem em fazer um videoclip, não hesitem em contactar-nos. Teriamos muito prazer em trabalhar convosco.

cheers,
MAGNOLIA productions
MAGNOLIA productions

MAGNOLIA productions



21 Eki 2008 11:53

Hey! Obrigado pelo add!
Não hesitem em contactar-nos para alguma informação acerca de videoclips ou promos.
Fiquem atentos pq no final da semana teremos o novo videoclip de Eleven Miles Apart!

Cheers,
MAGNOLIA productions
VibeJays

VibeJays
Online!


5 Eki 2008 08:26

Music and Dance comes from inside... dear cavalos no gelo...
friendship is a very good instrument...
Love can drive your lirycs

We are connected...
Have a nice weekend...
Vibejays
scapeweavel

scapeweavel



18 Haz 2008 22:53

great site. great sounds. great description of where you are from. we come from common sound worlds. thanks for the friendship.
Tiago

Tiago



26 May 2008 19:23

Bons sons! obrigado pelo add!
Desejo-vos bom trabalho!
Cump.
Matthew Lee Knowles

Matthew Lee Knowles



6 Nis 2008 17:42

Thanks for being a friend!

MLK
Jorge Peixinho

Jorge Peixinho



20 Şub 2008 03:42

por favor assinem -

http://www.petitiononline.com/CFEEMP/petition.html

http://www.petitiononline.com/prpm/petition.html

(Sei que isto vai parecer surreal mas está mesmo a acontecer.
Ajudem salvar as nossas instituições públicas de ensino especializado de Música
//
Petitions to save our Conservatories and all other public institutions for advanced Music training in Portugal)

obrigado
Eléctrico28

Eléctrico28



23 Oca 2008 03:44

Obrigado nos. Parabéns pelo projecto e pelas vossas viagens.

Um abraço (E28)
Yorum Ekle


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