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E se as suas histórias virassem melodias? Se o teu dia-a-dia fosse cantado ao mundo a plenos pulmões? E se as páginas do seu diário se transformassem em canções?
Foi partindo desse princípio, que os cariocas Fábio Gary (vocalista), Igor Balmas (baixo e voz), Lucas Guerrieiro (guitarra), Daniel Majerowicz (guitarra) e Pedro "Missão" Victor Rozante (bateria e voz) decidiram se juntar e em forma de música, contar todas as experiências distintas que as páginas de seus cadernos acumularam ao longo de suas vidas. Outubro de 2007, o primeiro capítulo de uma nova história ganhava forma. Repleto de passagens traduzidas em música, de forma pessoal e aberta, tal como um diário escrito por cinco mãos diferentes. Contando casos, amores, desilusões e desabafos feitos sempre para si mesmos. Diário de Dahlia foi o nome escolhido. E a partir de então, os rapazes buscam com a sinceridade de suas canções, levar o seu som a qualquer pessoa que esteja à procura de conforto, beleza, alegria e até mesmo revolta em seu dia a dia: "Nós costumamos dar o nome de Dálias às nossas composições. Dália, na verdade, é o nome de uma flor: algo natural, simples e bonito ao mesmo tempo". Com gostos distintos que vão de Beatles, Queen e The Smiths, passando pelas nacionais Los Hermanos e Fresno, chegando até bandas mais novas e desconhecidas do grande público como Dashboard Confessional, Taking Back Sunday e Funeral For a Friend, a Diário de Dahlia mescla influências dos anos 80, 90 e 2000 em seu som. Com vocais que variam do doce ao desespero, apresentações performáticas, bateria forte e marcante, riffs e solos repletos de feeling, sintetizadores, samplers e uma pegada um pouco mais próxima ao powerpop, o som da banda consegue ter fácil aceitação do público em geral. Os rapazes preferem não rotular o próprio som, afim de não encerrar o mesmo. Basta dizer que fazem um "pop rock natural". E quem acompanhar o Diário de Dahlia desde a sua primeira página, entenderá o que eles querem dizer com isso...
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