Photo of Eduardo Brechó

Eduardo Brechó

General Info

  • Genre: Afro-beat / Classical / Other

    Location Sampa, São Paulo, BR

    Profile Views: 35196

    Last Login: 6/10/2012

    Member Since 9/24/2007

    Website www.coletivotutu.blogspot.com

    Record Label unsigned

    Type of Label Indie

  • Bio

    .. ..Louverture, Toussaint!.. .... .... Eduardo Mazarão ainda era uma criança quando começou a “tocar na madrugada” em Ribeirão Preto. Aos seis anos de idade programava o despertador para as cinco da manhã, único horário em que conseguia falar com a rádio local para pedir seus sons preferidos. .... Da família da mãe, veio o sobrenome e o título de sebófilo, conhecidos na cidade pelo comércio de segunda mão. Aprendeu o gosto pelas coisas antigas, empoeiradas e boas. Ao sair do colégio abriu uma loja de vinis, ponto de partida para a coleção particular de mais de 4.000 discos, que contém desde peças regionais do começo do século até Stockhausen, mas se foca, sobretudo, na música de matriz africana. Todos aqueles sons que dormiam nas prateleiras foram sugados pela cabeça do jovem Eduardo, que se divertia estabelecendo conexões entre George Clinton e Clementina de Jesus. Antes que sua cabeça explodisse, deu à luz o DJ Eduardo Brechó e a inúmeros projetos ligados a sua pesquisa: num deles, produziu e apresentou um programa diário na mais expressiva rádio comunitário da cidade, a Periferia Norte. Nesse programa, Brechó tocava a música sampleada pelos artistas de rap de todas as gerações. Também escreveu sobre o tema em sites e zines. .... Nas pistas, a trajetória foi rápida e clássica: começou tocando em festinhas, logo passou a tocar em algumas casas de Ribeirão Preto e a abrir shows de nomes como Paula Lima, Jorge Ben e Fernanda Abreu. É integrante do Coletivo TUTU de djs, reconhecido Fenômeno de credibilidade e longevidade no interior que completou 5 anos em dezembro de 2007, realizando uma festa por mês pelo menos sempre com casa cheia e música preta diferenciada. Por lá já tocaram com muito gosto Dj Pogo, vencedor do DMC em Londres, Dj Kljay e muitos mais. .... Mudar-se para São Paulo significou aproximar-se das legendárias lojas de disco das Galerias do Centro, berço de movimentos musicais importantes em São Paulo como o Samba-Rock e o RAP. Foi ali que conheceu o DJ Tony Hits, um dos principais divulgadores da música Black, que veio a tornar-se seu parceiro na festa Balacuba! atualmente um dos eventos musicais mais interessantes da cidade. A festa, definida pela força da influência dos ritmos da África Ocidental na música do mundo todo, esquenta as noites do centro de São Paulo há um ano e traz sempre um convidado incrementado para enriquecer a Orquestra Invisível de Balacuba! Brechó foi o Dj convidado junto com KLJay para animar a festa do dia da Consciência Negra de 2007 na praça da Sé, onde dividiu palco com Ilê Ayiê, Sandra de Sá, MV Bill, Rappin Hood, Fabiana Cozza e Martinho da Vila num evento que reuniu mais de 20 mil pessoas. .... No início de 2008, Brechó fez sua primeira turnê na Europa, apresentando-se em casas de Paris e Londres. No continente dos antigos colonizadores teve contato com as comunidades africanas imigrantes e comprou discos, muitos discos. Agora se dedica ao projeto Phono em que convida artistas, muitas vezes sem experiência como DJ mas ligados à cultura do disco, para discotecar a vontade. .... De Eduardo Brechó poderia se dizer ainda que cursou faculdades de arquitetura e multimeios, produziu programas de rádio e curtas-metragens, está indo pra Nigéria, toca trompete e trombone e não nega a sua fé. Porém, o que importa de fato é que desde as madrugadas da infância Brechó se consagra à música. Samba, RAP, soul, jazz, afro-latinidades, música de terreiro, pop africano, e até mesmo os discursos inflamados de Glauber Rocha e Gill Scott-Heron, tudo é matéria prima para as analogias improváveis que estabelece em suas pick-ups. As músicas que saem das mãos de Brechó contam histórias novas e antigas, para um público contagiado pelo interesse, de corpos que pulsam ao som do vinil no famoso transe da “gira 33 e 1/3 – a nossa pista é a nossa roda”, como define o próprio DJ. .... .. .. .. .. .. .. .. .. .. ..Clipping..
  • Members

    .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. Ao som do sulco. Ao lakaiyê do ferro sobre o ferro. A todo pulsar! Axé! .. .. .. .. .. .. .. .. .. .. ..
  • Influences

    Música que toca Deus, música que toca ladrão, música que toca louco. .... ..Música que toca... .... ....Não vou mentir: Tenho ouvido muito o disco do Mestre Pastinha, Aguabella, DBS e a Quadrilha, Maria Bethânia, umas raridades do J.B. de Carvalho, Tunji Oyelana, Erik Satie pra 4 mãos e o In A Silent Way do Miles Davis. Mário Reis, Marku de novo, o começo das Lijadu Sisters e Funkadelic ainda. Caco Velho pra vida! Tenho ouvido muito 78 rotações e os grooves do Ari Barroso. Uns Caetano Velô dos anos 80 e Piazzolla com orquestra. Estou completando e ouvindo a embaçada coleção de Gordurinha. Não tenho ouvido tanto mas tenho lembrado muito de Cymande e de Mandrill. Ontem ouvi War (só as baladas) e o CH Entre A Adolescência e o Crime pra relembrar a adolescência e o crime. Tenho sonhado com o Nelson Cavaquinho e acompanhado o Racionais que é pra sempre. Ouço agora um da Leci da Marcus Pereira e depois vou ouvir o Moleque do Gonzaguinha. Gravei no mesmo Cd aquele disco do Panela, Riachão e Batatinha, um do Bud Shank e um do Cal Tjader para ouvir no trânsito em homenagem ao João Donato. .... ..Ronald Golias e Grande Otelo e a revolução do Haiti.. .... Ouvi muito Gil Ao Vivo esse ano e o primeiro do Ilê Ayê. Edu Lobo do meio dos setenta e Donny Hathaway em estúdio. Tem um Paulinho da Viola de 71 e o Cumbia do Mingus que aiaiai... .... ..Confira Brechó no programa Planeta Cidade da TV Cultura:.. .... .. .. .. .. .. ....
  • Sounds Like

    .. Disco é cultura e petróleo.. .............. ..Brechó com o Maestro Moacir Santos............ ................ ..Mestre George Clinton .. ..................Curtindo The P Funk All Stars com Afrika Baambata no Bronx, New York..

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  • Maria R. Kimble

    Hey!i love you music


    2 years ago
  • Daniel Gralha

    Os músicos Leandro Archela, Cacá Amaral, Iládio Davanse e Eloy Figueiredo (Naaxtro, ex-Cara Suja) juntamente com Daniel Gralha (projetoNave, Bagda Vermouth, Passeio Público) apresentam o projeto NAAXTRO'S SPRINGFIELD SESSIONS, uma confraria de idéias musicais baseada em improvisação livre.

    www.gigmaven.com/springfieldnaaxtro
    www.myspace.com/springfieldnaaxtro

    Nas picapes, os Naaxtro Brothers Cacá Amaral e Leandro Archela alegram os convidados com pérolas do afro-jazz-psicodélico.

    Serviço:

    Quinta, 09 de setembro de 2010
    22h
    Entrada $7


    Photobucket

    2 years ago
  • sattva


     

    2 years ago
  • 3 years ago
  • 3 years ago
  • DeleDela Produções

    Eduardo,
    Veja novo clipe de Péricles, dirigido por Nina Cavalcanti. All the best!

    3 years ago
  • Daniel Gralha

    comé q tamu maestrezA?!


    em SP? ribeirão? london? parri?

    daquela forma

    3 years ago
  • Stellabella

    Fala Galera!! Confiram o clipe de "Às Vezes" da banda Stellabella, trilha sonora da série "Beijo, me Liga" do Canal Multishow!! Lembrando que o clipe está rolando na MTV no LAB BR e no Canal Brasil no programa Clipe Brasil!!

    3 years ago
  • 3 years ago
  • Germano



    Hi !!!

    Take a listen please to my new musics
    wings of love
    too grown to know

    Thanks very much.
    music in soul forever.

    hugs from brazil

    germano

    3 years ago
10 of 252More

Bio:

.. Louverture, Toussaint!



Eduardo Mazarão ainda era uma criança quando começou a “tocar na madrugada” em Ribeirão Preto. Aos seis anos de idade programava o despertador para as cinco da manhã, único horário em que conseguia falar com a rádio local para pedir seus sons preferidos.

Da família da mãe, veio o sobrenome e o título de sebófilo, conhecidos na cidade pelo comércio de segunda mão. Aprendeu o gosto pelas coisas antigas, empoeiradas e boas. Ao sair do colégio abriu uma loja de vinis, ponto de partida para a coleção particular de mais de 4.000 discos, que contém desde peças regionais do começo do século até Stockhausen, mas se foca, sobretudo, na música de matriz africana. Todos aqueles sons que dormiam nas prateleiras foram sugados pela cabeça do jovem Eduardo, que se divertia estabelecendo conexões entre George Clinton e Clementina de Jesus. Antes que sua cabeça explodisse, deu à luz o DJ Eduardo Brechó e a inúmeros projetos ligados a sua pesquisa: num deles, produziu e apresentou um programa diário na mais expressiva rádio comunitário da cidade, a Periferia Norte. Nesse programa, Brechó tocava a música sampleada pelos artistas de rap de todas as gerações. Também escreveu sobre o tema em sites e zines.

Nas pistas, a trajetória foi rápida e clássica: começou tocando em festinhas, logo passou a tocar em algumas casas de Ribeirão Preto e a abrir shows de nomes como Paula Lima, Jorge Ben e Fernanda Abreu. É integrante do Coletivo TUTU de djs, reconhecido Fenômeno de credibilidade e longevidade no interior que completou 5 anos em dezembro de 2007, realizando uma festa por mês pelo menos sempre com casa cheia e música preta diferenciada. Por lá já tocaram com muito gosto Dj Pogo, vencedor do DMC em Londres, Dj Kljay e muitos mais.

Mudar-se para São Paulo significou aproximar-se das legendárias lojas de disco das Galerias do Centro, berço de movimentos musicais importantes em São Paulo como o Samba-Rock e o RAP. Foi ali que conheceu o DJ Tony Hits, um dos principais divulgadores da música Black, que veio a tornar-se seu parceiro na festa Balacuba! atualmente um dos eventos musicais mais interessantes da cidade. A festa, definida pela força da influência dos ritmos da África Ocidental na música do mundo todo, esquenta as noites do centro de São Paulo há um ano e traz sempre um convidado incrementado para enriquecer a Orquestra Invisível de Balacuba! Brechó foi o Dj convidado junto com KLJay para animar a festa do dia da Consciência Negra de 2007 na praça da Sé, onde dividiu palco com Ilê Ayiê, Sandra de Sá, MV Bill, Rappin Hood, Fabiana Cozza e Martinho da Vila num evento que reuniu mais de 20 mil pessoas.

No início de 2008, Brechó fez sua primeira turnê na Europa, apresentando-se em casas de Paris e Londres. No continente dos antigos colonizadores teve contato com as comunidades africanas imigrantes e comprou discos, muitos discos. Agora se dedica ao projeto Phono em que convida artistas, muitas vezes sem experiência como DJ mas ligados à cultura do disco, para discotecar a vontade.

De Eduardo Brechó poderia se dizer ainda que cursou faculdades de arquitetura e multimeios, produziu programas de rádio e curtas-metragens, está indo pra Nigéria, toca trompete e trombone e não nega a sua fé. Porém, o que importa de fato é que desde as madrugadas da infância Brechó se consagra à música. Samba, RAP, soul, jazz, afro-latinidades, música de terreiro, pop africano, e até mesmo os discursos inflamados de Glauber Rocha e Gill Scott-Heron, tudo é matéria prima para as analogias improváveis que estabelece em suas pick-ups. As músicas que saem das mãos de Brechó contam histórias novas e antigas, para um público contagiado pelo interesse, de corpos que pulsam ao som do vinil no famoso transe da “gira 33 e 1/3 – a nossa pista é a nossa roda”, como define o próprio DJ.

Clipping

Member Since:

September 24, 2007

Members:



Ao som do sulco. Ao lakaiyê do ferro sobre o ferro. A todo pulsar! Axé!

Influences:

Música que toca Deus, música que toca ladrão, música que toca louco.

Música que toca.



Não vou mentir: Tenho ouvido muito o disco do Mestre Pastinha, Aguabella, DBS e a Quadrilha, Maria Bethânia, umas raridades do J.B. de Carvalho, Tunji Oyelana, Erik Satie pra 4 mãos e o In A Silent Way do Miles Davis. Mário Reis, Marku de novo, o começo das Lijadu Sisters e Funkadelic ainda. Caco Velho pra vida! Tenho ouvido muito 78 rotações e os grooves do Ari Barroso. Uns Caetano Velô dos anos 80 e Piazzolla com orquestra. Estou completando e ouvindo a embaçada coleção de Gordurinha. Não tenho ouvido tanto mas tenho lembrado muito de Cymande e de Mandrill. Ontem ouvi War (só as baladas) e o CH Entre A Adolescência e o Crime pra relembrar a adolescência e o crime. Tenho sonhado com o Nelson Cavaquinho e acompanhado o Racionais que é pra sempre. Ouço agora um da Leci da Marcus Pereira e depois vou ouvir o Moleque do Gonzaguinha. Gravei no mesmo Cd aquele disco do Panela, Riachão e Batatinha, um do Bud Shank e um do Cal Tjader para ouvir no trânsito em homenagem ao João Donato.

Ronald Golias e Grande Otelo e a revolução do Haiti

Ouvi muito Gil Ao Vivo esse ano e o primeiro do Ilê Ayê. Edu Lobo do meio dos setenta e Donny Hathaway em estúdio. Tem um Paulinho da Viola de 71 e o Cumbia do Mingus que aiaiai...

Confira Brechó no programa Planeta Cidade da TV Cultura:



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Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!

Brechó com o Maestro Moacir Santos

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Meu ídolo George Clinton.

Mestre George Clinton

Curtindo The P Funk All Stars com Afrika Baambata no Bronx, New York.

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