O trabalho artístico do EMCANTAR mescla a musicalidade da cultura popular, em seus aspectos rítmicos, melódicos e temáticos, a procedimentos estéticos desenvolvidos com originalidade, numa arte em que estão presentes a tradição cultural e a inovação, o ritmo contagiante e a brincadeira. Destacam-se como resultados deste trabalho a realização de mais de 400 apresentações musicais desde 1996 e o lançamento dos CDs Parangolé (2009); Mutirão (2003) - com participações especiais de Pena Branca, Luiz Salgado, Trem das Gerais e Tabinha - e EMCANTAR (1999), com participações especiais de Celso Adolfo, Dércio Marques, Trem das Gerais e Tabinha
CD Ivan Rodrigues I - FREE!! Link blogs.myspace.com/ivanrodriguesalves Send to your friends, if you like. Thanks for support. Hugs from Rio de Janeiro.
Parabéns pelo seu belo trabalho EmCantar. Gostaria que visitasse myspace.com/srtavoigt a Lei de Murphy conquistou o prêmio no Festival de Santa Maria, agradeceria o seu comentário. Veja tb o forró do myspace.com/peninhavieira Muito obrigado, grande abraço e sucesso sempre!
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
Adorei!!! Fantástico!! muito obrigada pelo convite. Uau!!! eu adoro folclore e as vozes estão lindas!! Lhes mando boas energias e vibrações!! Benvind@s à família bastardista! um pouco da tourné 2009 na europa do novo cd Santa Rebeldia com a "Piazza caricamento" http://www.youtube.com/watch?v=nDkB1ggldD0 beijocasssssssssssss
Muito Obrigado, Vielen Dank , Muchas gracias , Grazie Mille
,MERCI
BEAUCOUP, Kiitos paljon , Nagyon köszönöm, Σε ευχαριστώ πάρα πολύ
शुक्र है तुम बहुत , Большое спасибо , Cảm ơn bạn rất nhiều ,
ありがとうございます شكرا 謝謝 Благодаря Puno ti hvala أشكر Tack så mycket תודה TEŞEKKÜRLER
Hoje embarquei bem cedo num trem na velha estação.
Meu coração seguindo os trilhos em outra direção.
O maquinista toca o sino do tempo, a Locomotiva já vai saindo.
Vejo a cidade se despedindo.
Sobre o solo destas terras cansadas, uma antiga mata viva morava.
Um canavial tão amargo de se ver é o que sobrou.
Um Ribeirão toca para o infinito, num batuque constante indefinido,
numa melodia ancestral.
Surgindo da pureza das águas em cada grão dessa estrada. O novo dia que sempre amanhece, as cicatrizes que sempre esclarecem que tudo está onde devia sempre renascer, no ventre do povo.