Fabio Góes - Sol no Escuro - Release A singer, composer, multiple instrumentalist, Fabio Góes began his solo career with his "Sol no Escuro" (Sun in Darkness) album. A record conceived without rush, with intense and introspective songs, of great beauty. They are 11 tracks of uncommon sensibility and very refined humour. Special guests: Céu, Ed Côrtes and Paumandado.
As he launches his solo career, Fabio Góes is in reality a young veteran on the musical scene in São Paulo. He performed with a few bands amongst which Paumandado (with a record by the same name in 2003 by RecoHead) was the longest lived. For almost a decade he has been active as a producer including tracks for cinema and publicity films. After working in major brazilian productions like “City of god” (2002) by Fernando Meirelles and Katia Lund, and “Behind the sun” (2001) by Walter Salles, he recently signed the soundtrack for "Pixote in Memoriam" (2006) directed by Felipe Briso and Gilberto Topczewski, and the award-winning "Balada de Duas Mocinhas de Botafogo" (2006) by João Caetano Feyer and Fernando Valle. Among other recent achievements, he co-produced with Arthur Joly the first record by São Paulo band, Jumbo Elektro and composed a song in partnership with Ed Côrtes for the first feature film by Phillippe Barcinski, "Não por acaso".
Estreando em carreira-solo, Fabio Góes é na verdade um jovem veterano na cena musical paulistana. Cantor, compositor e multi-instrumentista, passou por algumas bandas, sendo o Paumandado (cujo disco homônimo saiu em 2003, também pelo selo RecoHead) o mais duradouro deles. Há quase uma década atua como produtor musical, dedicando-se também ás trilhas de cinema e filmes publicitários. Na equipe de Ed Côrtes e Antonio Pinto, trabalhou na trilha sonora de filmes consagrados como "Abril Despedaçado" de Walter Salles (2001) e "Cidade de Deus" (2002), de Fernando Meirelles e Kátia Lund. Assinou recentemente, as trilhas do documentário "Pixote in Memorian" (2006) de Felipe Briso e Gilberto Topczewski, e do premiado curta-metragem "Balada das Duas Mocinhas de Botafogo" (2006), de João Caetano Feyer e Fernando Valle.
Recentemente co-produziu com Arthur Joly o primeiro disco da banda paulistana Jumbo Elektro, e compôs uma canção em parceria com Ed Côrtes para o longa "Não por acaso"do premiado diretor de curtas Phillippe Barcinski.
"Sol no Escuro" foi concebido sem pressa, durante cinco anos. Nesse período Góes pôde amadurecer suas composições e dar às gravações um sabor especial, ao produzi-las de forma honesta, tocando quase todos os instrumentos á sua maneira e cantando com a voz e a alma de quem conhece as mais sutis inflexões exigidas pelas letras e melodias que entoa.
Já na primeira audição de "Sol no Escuro" se torna evidente que a experiência com cinema é determinante em seu processo criativo. O álbum é climático, intenso, não apenas pelo conteúdo das letras, descritivas e inebriantes em sua calma, como também pelas belas texturas sonoras que se revelam a cada nova audição do disco. Esse é o caso da faixa-título, uma balada que evoca alguns dos melhores momentos da turma do Clube da Esquina. Imaginem isso ..mixado.. á sonoridade atmosférica de bandas como Mogwai e Radiohead, embebida na admiração pelo artista japonês Ryuichi Sakamoto.
Cadências melancólicas de piano e violão nos conduzem, ao universo particular de Fabio Góes. Um tempo-espaço especial, pessoal e intransferível, cujo acesso só é possível através de suas músicas.
As mesmas "portas" ou "passagens" de harmonias e texturas são encontradas em outras faixas do disco, entre elas na confessional "Sem Mentira", nas intimistas "Sereno", "Lembranças" e "Surfista", essa última, um relato sincero que rema nas águas da fina ironia : "Tentar não estraga ninguém", canta o "urbanóide" desajeitado que diz ter nascido para pegar "ondas", sejam elas quais forem.
As canções "Automático", gravada com os "chapas" do Paumandado, e "Estatística", são enfim, ensolaradas. Góes deixa correr seu sangue destilado em Gilberto Gil e Bob Marley e surgem "grooves funkeados", carregados de referências ao "dub jamaicano". Nessa linhagem ainda vem "Salmão", ("Gosto de carne crua / Só quando a carne é sua") e "Sun of Your Eyes", releitura do "Swing Norte-Americano Anos 40", cantado em dueto com a dulcíssima Céu, cereja de um bolo cuja receita está apenas nas mãos e na memória de quem fez.
Um lançamento Reco-Head / Dezembro de 2006 / Distribuição Tratore
thank you very much! i'm still listening to your CD on a regular basis. earlier this week i took you with me for a walk in the rain. your voice was wonderful company! i hope you're well, Fabio.
Fabio !! E ai meu Veio? Lembra que falei que ia tocar um de suas musicas? Queria te encontrar para vc me passar uns acordes..tuas musicas sao muito complexas rsrsrsr Abraco
Oi Fábio! Obrigada por me adicionar! Assim eu posso te dizer que AMO 'Sol no Escuro'! De uma inspiração e delicadeza incríveis! Parabéns. Adorei o seu estilo! Sucesso e avise quando tiver show.