Fernanda Takai: voz John Ulhoa: guitarra, baixo, violão, teclados, programações e voz Lulu Camargo: piano, teclados, programações e voz
Participação especial de Roberto Menescal, guitarra em “Insensatez”
Produzido por John Ulhoa Direção Artística: Nelson Motta Arranjos: John Ulhoa e Lulu Camargo Coordenação Executiva: Patricia Tavares Produção Executiva: Aida Lage Assistente de Produção: Rebeca Borges Projeto Gráfico: Andrea Costa Gomes Produção Gráfica: Bete Oliveira Fotos: Fabiana Figueiredo e Pierre Devin Beauty: Silvana Gurgel Figurino: Ronaldo Fraga
Gravado e Mixado por John Ulhoa no Estúdio 128 Japs, Belo Horizonte Masterizado por Carlos Freitas no Classic Master, São Paulo
Adolescente no Rio de Janeiro, a primeira vez que vi e ouvi Nara Leão me apaixonei. Era um show de bossa nova – a nova moda recém-inventada por João Gilberto. Bossa nova não era só uma música, era um estado de espírito, dizia Ronaldo Bôscoli, apresentador do show e namorado de Nara. Ele sabia do que falava: ela era a encarnação da nova estética da bossa nova, com sua voz pequena e sua grande timidez, uma garota moderna de Copacabana com ares europeus e um look meio oriental, livre e independente, muito diferente de todas garotas que eu conhecia.
Dali em diante virei seu fã e, pouco depois e até o final, também seu amigo e parceiro de aventuras musicais. Acompanhei de perto a sua trajetória única na música brasileira, primeiro como musa da bossa nova, depois como fundadora da MPB e voz da oposição à ditadura, Nara doce guerreira, tropicalista de primeira hora, revelando talentos, quebrando preconceitos, renovando o samba e o chôro, a bossa nova e a MPB, Nara eternamente moderna, a voz mais inteligente do Brasil. Além disso, como raras artistas de seu tempo, Nara conduziu sua vida e sua carreira com liberdade, integridade e independência e sempre fez o que queria, como queria e quando seu coração de leão mandava. 40 anos depois, ouvi o Pato Fu e Fernanda Takai, vi seus clipes. Adorei. Minha primeira impressão foi um alto elogio: puxa, essa garota é a Nara Leão do pop rock. O oposto da exuberância e vulgaridade das estrelas pop, Fernanda era discreta e original, cool e elegante, tinha um look meio oriental e cantava letras inteligentes e irônicas com doçura e firmeza, uma garota tão moderna, tímida e talentosa quanto Nara em 1959.
Quando finalmente conheci Fernanda, em 2006, não resisti e sugeri que ela seria a cantora ideal para fazer um grande disco com releituras modernas das músicas que marcaram a carreira de Nara. Para minha surpresa, ela conhecia várias, e gostava muito, o pai tocava os discos de Nara para ela desde criança. Me pediu uma lista de sugestões e disse que faria alguma coisa com John em seu estúdio de casa e me mandaria. E logo veio uma, ótima, depois outra, bonitíssima, diferentona, e mais uma, beleza ! Tudo em mp3 por email, eu respondia com elogios e sugestõezinhas, e quando olhamos, e ouvimos, estávamos com um disco pronto ! E muito lindo, que com certeza Nara ouviria com prazer, alegria e orgulho, um disco que honra a sua memória e a revive e renova. Simples assim, quase sem querer, querendo muito. A cara de Fernanda, a cara de Nara.
O mais interessante desse disco feito em casa e co-produzido à distância é que, por sua geração e formação pop rock, Fernanda e John tinham pouca familiaridade com o universo rítmico do samba, chôro e bossa nova de Nara, o que resultou em leituras surpreendentes e renovadoras de todas as canções, escolhidas entre as mais importantes da carreira de Nara. O pop, o rock, o folk, o jazz, o dixieland, o baião-techno, o soul branco de John e Fernanda ( com o auxílio luxuoso dos teclados polivalentes de Lulu Camargo ) renovam e reinventam grandes canções de mestres como Chico Buarque, Zé Kéti, Roberto e Erasmo Carlos, Caetano Veloso, Tom Jobim e Vinicius de Moraes, Ernesto Nazareth e Nelson Cavaquinho, com beats, loops, grooves, timbres, solos e arranjos do terceiro milênio. A graça e o bom gosto, a elegância e a discrição - além de um look meio oriental – unem a delicadeza e a inteligência da música de Nara e Fernanda.
Desde quando ouvi pela primeira vez, há muito tempo, o disco Gol de Quem, fiquei fá de seu trabalho. O dvd solo tá muito "bacana" ( êta palavrinha antiga, mas foi a que veio à cabeça agora). Seu trabalho tá no rumo certo, novos ares, novas sonoridades. Abração, direto das montanhas do sul de Minas
oi fernanda, gosto muito do teu trabalho, principalmente com o PATO FU. fiquei sabendo que voces vem a belem em novembro. então a gente se vê lá. um abraço.
Absurdamente o titulo choca-se, contradiz-se... O que uma coisa haverá de ter com a outra? Sendo a música de grande poder lúdico E a cocaína o entrelace das desgraças reais... Há quase setenta anos Sigmund Freud Receitava aos seus pacientes cocaína. E fora usuário, Charles Baudelaire O mais digno comedor de ópio Membro do clube haxixes descrevera Em seu livro, “Paraíso Artificiais” Os poderes alucinógenos Pelo o uso das tais substâncias... Ficar-se-ia nessa obra sua visão “católico-caótica” Sendo assim mais um relato de forma implícita de droga! Na inquisição não eram queimados ingênuos baseados Por jovens bronzeados, por jovens escandinavos Ou de olhinhos puxados... Eram jogados à fogueira grandes pensadores, gênios... Quem ousaria falar que a Terra era redonda? Galileu ousou... Ah, hoje sabemos o fim desse episódio. Rimbaud seria nesse século o expoente-mor Das loucuras astrais, seria a sensação do rock Não o rock abobalhado, não esse rock pobre, estúpido Meramente comercial, esse triste rock ‘n’ roll mundial Com refrões que nem a mais complacente Licença poética permite. No Brasil canta-se. “Ela com a boca dela, com a toalha dela.” “Ah! Pela última vez, ah! Pela última.” Que seja assim a última vez. Os grandes selos, gravadoras... Converteram-se ao protestantismo. Sabendo do público fiel consumidor Lancemos ao mercado fonográfico as testemunhas de Jeová. Saravá meu pai! Quanto apelo em busca de dinheiro. Prosseguem empurrando aos tímpanos do povo bregas-rômanticos De autêntico gosto ruim! De fato odeio as almas pequenas, não há nada de bom E quase nada de mal Confesso posso sentir ainda hoje o gosto do whisky E o aroma dos charutos do mestre Tom Jobim Admito que a pieguice impregnada da bossa Com sua batida e sua influência do jazz Satisfez-me, imagino-me caminhando ao lado Do Vinícius de Moraes nos dias de “balança-mais-não-cai...”. Não obstante, apenas imaginação fértil. Na crueldade dessa
Uhuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu melhor MPB Votei e estou amando ver vcs na MTV agora corri do trabalho pra ter este prazerrrrrrrrrrrrrrr ass : O meninos dos etezinhos Wild Eterno Fã olha estou evoluindo logo passo meus videos novos pra vcs é uma luta ter um clipe bom muita paz pra vcs bye bye e sorte sempre!!!!!!!!!
Ola Fernanda... Adicionei uma canção no meu space... Uma versão voz e violão da música "Cotidiano de um casal Feliz"...do cantor Jay Vaquer... O Video está no youtube http://www.youtube.com/watch?v=gT-7VI525TQ Curte ai!!! Abração e Boa sorte no VMB
Ola fernanda, o verão esta voltando e o psilosamples tambem! Ao contrário do filme, a música "A lagoa Azul" é inédita! Com muita alegria e calor humano a musica pode ser conferida agora! calorosos beijos e abraços! zé.
Oi demorei um tempo pra aparecer aqui mais quero dizer que o amor puro que tenho por todos vcs é o que faz meu sonho gritar e ter vcs como referencias músicais me faz ficar cada vez mais feliz que a cada conquista minha são conquistas de vcs também pois amo e me inspiro no meu eterno Pato Fu paz !!!!!!!!!Amo muito vcs que estão acima de qualquer tendência ou moda sempre chics sem perder o rebolado .