André Steuernagel - Trombone;
Lucas Machado - Bateria e voz;
Daniel Moura - Baixo;
Hélio de Sousa - Trompete;
Augusto Ginjo - Guitarra e voz;
Ricardo Borges - Voz, quena e harmônicas
Etkilendikleri
Nação Zumbi, Beatles, Ozzy Osbourne, Mocidade Independente do Bairro Progresso, Paralamas do Sucesso, Mundo Livre SA, Deftones, Bezerra da Silva, Os Carademarte, Chico Buarque, The Doors, Jorge Ben, Schnaps, Los Hermanos, Eddie, Helmet, Faith No More, Pedro Luis e A Parede, NOFX, O Rappa, Tool, Sublime, BNegão e Os Seletores de Frequência, RATM, Young Blood Brass Band, Bad Religion, Manu Chao, Operation Ivy, Bob Marley...
O volume de experimentações passou pelo FUNIL durante seis meses com direito a improvisos e imprevistos. O resultado representa o que é o Fevereiro da Silva: seis jovens tentando criar música não-perecível. A fórmula dessa postura é deixar fluir costumes, manias, influências e comportamentos de cada integrante. A teimosia provoca gargalhada e lembra a antiga coleção de latinhas que remete aos Thundercats. Simples? Sim, a receita é a mistura.
O Álbum
FUNIL abre com Caixa Bomba, uma levada guitar que tira do bolso a harmônica para dialogar na contramão da linha reta da guitarra e torta do contrabaixo. Eis que surge o trombone com sua voz adulta para anunciar a calmaria e o vocal. Após uma declamação, o rock renasce com a pegada da bateria e por cinco ligeiros minutos há trocas de ritmos, acordes de metais, timbres de cordas vocais e um solo de guitarra bem-vindo marcado pela caixa-clara. O trompete e trombone anunciam o fim da canção. A letra não tem refrão e esse posicionamento se confirma nas outras músicas do FUNIL.
Na seqüência FUNIL apresenta Tela. Música de acordes simples e letra curta. Com bastante suingue, a guitarra leva a canção por todo o tempo e, em uma única frase, o vocal pede o reforço de um coral de seis vozes. Mas logo fica solitário e, em dois momentos, é interrompido pelo trompete e trombone. O último encerra a música simulando uma mudança de afinação ao vivo.
Você já se imaginou na pele de um objeto? É isso que a letra de Botina Muda sugere no FUNIL. O anúncio da batalha surge com a entrada dos metais acompanhados pelo tambor maior. Pausa instantânea e o rock aparece sem medo. A coragem é dissipada com uma quebrada inesperada de reggae que brinca de ser índio com uma quena – flauta de origem Inca. A suavidade termina rapidamente graças a uma melodia agressiva de metais que declama o estopim de uma luta de gladiadores. Paralelamente, o vocal dobrado em acorde sugere a continuidade da batalha, mas a guitarra estridente é levantada feito machado para fazer um talho na música, roubar a atenção e ir embora.
A última música do FUNIL é a mais samba do Fevereiro da Silva. Combates deixa claro uma mistura relevante e sem receio. Até um surdo – instrumento de percussão – teve espaço dando um diferencial elegante para a canção. Começa no samba, vai pro rock com um entendimento mútuo entre o trompete e o vocal – encorpado por uma segunda voz triunfal. O trombone, falante desde o início, não passa para trás as agradáveis melodias do contrabaixo e a precisão da pegada da bateria. A quena aparece novamente para que o rock oriundo do samba leve a música para o suave final.
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
Olá !!! Obrigado pela visita em meu myspace!!! Fique a vontade prá ouvir todas as canções do meu terceiro CD: Ebulição de Idéias, ver os vídeos de shows e tudo que quiser, tá bom?!
O CD tem a participação do Zé Geraldo na música (S.O.S) e tem também uma canção em homenagem ao Maluco Beleza, Raul Seixas (Um Canto Para Raul), Além da música "Essência Oculta" que foi trilha Sonora de um filme(TV Cultura) do Grande Cineasta Hermano Penna.
Veja Vídeo com minha música "O Prisma do Teu Olhar":