Camila - Baixo Eduardo Cayrã - Voz/Percussão Fábio Baroli - Percussão João Angelini - Voz/Pandeiro Luamar Ronan - Percussão Márcio Mota - Bateria/Percussão Moisés Crivelaro - Guitarra/MC
http://ubbibr.fotolog.com/gilbertos/
Influences
A Gilbertada anda ouvindo:
Babau do Pandeiro, Tom Zé, Jackson do Pandeiro, Raimundos, Sepultura, Luiz Gonzaga, Voodoo Glow Skulls, MC Sergcinho, Ramones, B&M, Racionais MCs, Chico Science & Nação Zumbi, Silvio Santos, Sabotage, Gangrena Gasosa, Banda Calypso, Lama, Cidinho e Doca, Planet Hemp, Moacir Franco, Garotos Podres, Bonde do Chatuba, The Clash, Tim Maia Racional, Brujeria, Lionel Richie, 99 Posse, Rasta Knast, Angelino de Oliveira, RDP,Tonico e Tinoco, Lobotomia, Fela Kuit, Pitombeira dos Quatro Cantos, DRI, Riachão, Pantera, Bob Marley, Os Feras do Baile, Misfits, Paul Young, Orishas, Devotos, Justin Hinds & The Dominoes, Cordel do Fogo Encantado, Fogo Cruzado, Sabotage, Zé do Pife, Los Fabulosos Cadillacs, Pena Branca, Cólera, Milionario e José Rico, Condutores de Cadáveres, Guindart 121, César Menotti e Fabiano, Restos de Nada, Roberto Carlos (o Rei!), Dick Dale, Operation Ivy, Psykoze, Silvano Salles, Sublime, Pavilhão 9, Bee Gees, S.O.A.D, Olodum, Zumbis do Espaço, Assis Valente, Roberta Flack, Olho Seco, Man... or ASTROman, Jon Spencer Blues Explosion, Dr. Samuel Hoffman, Leon Theremin, Led Zeppelin, Kenny G...
O que já falaram da Gilbertada, das nossas apresentações em festivais, shows e do nosso disquinho:
entrevista da banda (Brasília/DF): "...a planaltinense Gilbertos Come Bacon é hoje uma das bandas brasileiras da novíssima geração, ao lado de Macaco Bong, Cérebro Eletrônico e dos conterrâneos Velhos e Usados, que conseguem incluir elementos distintos da música brasileira em seus rocks com decisão e personalidade. Algo longe do que parece ser a regra do circuito independente atual. No caso específico do Gilbertos, eles conseguem equilibrar, sabe-se lá como, rock pesado, experimentalismo e pop, vertentes aparentemente antagônicas. Vale destacar também a percussão poderosa e as letras bem elaboradas. Renato Nunes | Rock Brasília desde 64 | Brasília(DF) - 09/10/2009
http://rockbrasiliadesde64.blogspot.com/2009/10/entrevista-joao-angelini-do-gilbertos.html
Festival Vaca Amarela (Goiânia/GO): "E se o público dançava com os Los Cociñeros, o mosh era a reação predominante no show de Gilbertos Comes Bacon. Provocante e sarcástica, a Gilbertada sobe ao palco para reconstruir o axé, o frevo, o rap e até o emocore à sua maneira, aliando boca suja e hardcore a uma potente base de percussão. A banda tem presença cada vez mais marcante nos festivais de todo o país, sendo hoje reconhecida por Tom Zé ("Os Come Bacon tão com tudo e não tão mole!") e frequetemente aclamada pela crítica musical brasileira." Hick Duarte | Coletivo GOMA | Uberlandia(MG) - 16/09/2009 http://www.foradoeixo.org.br/noticia.php?id=1272
sobre o CD (Natal/RN): "Faturar a primeira edição do Festival Universitário de Música em Brasília, com um punk-rock crossover de responsa, diga-se de passagem, em uma cidade que é berço de nomes como Legião Urbana e Plebe Rude, não é para qualquer time – que o diga Eduardo Cayrã e João Angelini (voz), Luamar Ronan e Fábio Baroli (percussão), André Valente (trompete), Camila Soato (baixo), Moisés Crivelaro (guitarra) e Márcio Mota (bateria): Gilbertos Come Bacon. O disco apresenta dez faixas bem produzidas, recheadas por letras bem humoradas, politizadas, socialmente engajadas e até surreais como “Piolho”, que traz participação especial e espontânea do baiano Tom Zé. Dá para perceber a origem nordestina no som dos Gilbertos a partir das referências que pontuam todo o trabalho: um misto de zabumbas urbanizadas com guitarras regionalizadas, muita percussão e ótima performance vocal. O octeto chega na cena para temperar o acelerado e rude punk-rock com uma pegada mais tupiniquim".
Tribuna do Norte | NATAL/RN - 12/09/2009 http://tribunadonorte.com.br/coluna/2018/data/12-9-2009
Goiaba Rock (Inhuma/GO): "Apesar da participação cada vez mais frequente em festivais, sobretudo nos filiados à Abrafin, o show de Gilbertos Come Bacon (DF) foi uma verdadeira surpresa aos goianos de Inhumas. A banda, como de costume, subiu ao palco disposta a tocar “um axé”, “um pagode”, “um emocore” e dispararam o seu hardcore direto, embalado a uma percussão enérgica e insana. O público aprovou e reagiu desencadeando um mosh atrás do outro. Hick Duarte | Goma | Uberlândia (MG) - 09/09/2009 http://www.foradoeixo.org.br/noticia.php?id=1256
Feira da Música (Fortaleza/CE): "Gilbertos Come Bacon (DF) foi a banda escolhida para encerrar as apresentações no palco Rock é Rock Mesmo da VIII FEira da Música de Fortaleza. Os caras simplesmente destruíram. Com guitarras pesadas e percussões mandaram ver no Palco rock da feira. Rolou polgo, Jump. Os vocalistas João Angelini e Eduardo Cayrã se jogaram no polgo varias vezes. Não dá pra fazer comparações, mesmo com percussões não tem nada haver com Nação Zumbi, mas que a influência estava na raiz da banda. Depois de quebrar tudo chega ao fim à apresentação que foi a mais instigante de toda a feira." Rafael Passos| João Pessoa (PB) - 03/09/2009 http://www.athosmoura.com/2009/09/feira-da-musica-ce/
sobre o CD (DF): "...Gilbertos Come Bacon não tem a pretensão de inovar. A banda faz o que os grupos citados anteriormente exercitaram, mas com uma liberdade que leva a intervenções sonoras diferenciadas e produz um som que não soa como cópia. Mérito também das letras politizadas que escapam do panfletarismo, como em “Adulteraram”, que fala do mau uso do poder ou na bem sacada "Gilbertos", sobre um cara que para ser “considerado” tenta parecer com um gringo. Um boa estréia de uma banda que merece ser acompanhada com interesse." DR.TÍMPANO | BSB/DF - 17/05/2009 http://todoouvido.blogspot.com/search/label/Gilbertos%20Come%20Bacon
sobre a Gilbertada (DF):
"...no contexto nacional não é comum ouvir uma banda como o Gilbertos Come Bacon, que remete à artistas aparentemente tão díspares como Zé Ramalho ou Naked City. A salada de referências passeia ainda por Nação Zumbi, Nirvana, Rage Against the Machine, tem também umas gaitas de blues, um naipe de metais, ufa. A banda de Planaltina também tem músicos extremamente competentes e consegue aliar peso, apelo pop e criatividade na medida certa."
- Renato Nunes | Brasília/DF - 18/10/2008 http://rockbrasiliadesde64.blogspot.com/2008/10/pequi-com-bacon.html - 18/10/2008
Porão do Rock (DF): "Gilbertos come Bacon abriu o festival no Palco Pílulas com uma hora de atraso, pra um publico bem reduzido que respondeu a todos os estímulos da complexa harmonia de percussões. Influências diversas como maracatu e frevo e toda a relação desses ritmos com o hardcore, além do sertanejo e do pop, deram o tom da festa, na qual meninas dançavam na frente do palco. Com uma melodia no nível de um Zumbi do Mato acelerado e sóbrio, mereceu um público bem maior. Pedro Pracchia | Banana Mecânica | São Paulo (SP) - 05/08/2008 http://www.tonelada.org/conteudo/index.php?op=ViewArticle&articleId=1241&blogId=3
sobre a Gilbertada (DF):
"Esculpida a partir da matéria-prima do hardcore e do rap, a sonoridade do Gilbertos Come Bacon não tem medo de agregar referências inusitadas a uma mistura com forte base percussiva"
- Tiago Faria, Correio Braziliense - 18/07/2008
"Os Come Bacon tão com tudo e não tão mole!"
- Tom Zé, 19/07/2008
_________________________________________________
A banda Gilbertos Come Bacon é de Planaltina DF.
Com um som peculiar, que vai do hardcore a ritmos brasileiros, vem nos últimos anos se destacando na cena de Brasília, tocando em diversos eventos e ganhando importantes prêmios, como a classificação pra tocar no XI Porão do Rock, em uma seletiva duríssima, e o I Festival Universitário de Música, onde levou o 1° Lugar. O prêmio: gravação e lançamento de um CD pelo selo brasiliense GRV com distribuição da paulistana Tratore.
Além de terem passado pela dura seletiva pra tocarem no XI Porão do Rock, um dos maiores festivais de rock do país, em 2008 também passaram nas seletivas e tocaram na IV edição do Festival Rock In Sopa em Goiânia/GO, na VII edição da Feira da Música em Fortaleza/CE e no II Festival Pequi Rock em Montes Claros/MG. Em 2009 continuam a divulgar seu som em eventos importantes como a VII Feira da Música de Fortaleza, o 8 Goiaba Rock, o 8 Vaca Amarela (GO) e o Demo Sul em Londrina.
História:
Em 2006 a banda saiu do estúdio, da experimentação “faça-você-mesmo”, e se jogou em shows e festivais pelo DF. Tanto em grandes eventos nacionais quanto em showzinhos independentes pelas satélites e entorno do DF, a Gilbertada de Planaltina vem dividindo palco de eventos com vários artistas de todos os portes nos últimos anos, como os gringos Suicidal Tendencies, Muse, Kill Karma, Los Cociñeros e Nojazz e os brasileitos Tom Zé, Pitty, Nação Zumbi, Los Hermanos, Canastra, Mop Top, Madame Saatan, MQN, Mundo Livre/SA, Matanza, Autoramas, Mukeka di Rato, Pato Fu, Trilöbit, Black Sonora, Dead Fish, Udrora, The Playboys, Visitantes, Super Galo. Além dos conterrâneos Móveis Coloniais de Acajú, Soatá, Galinha Preta, Velhos e Usados, João Ninguém, Cromonato, Disforme, Lesto!, Lafusa, DFC, Etno, Trampa, Subversão e vários outros.
Nome, conceitos e estéticas:
O nome, Gilbertos Come Bacon, vem da combinação de expressões idiomáticas de Planaltina: o "gilberto" é o zé-ninguém local, enquanto quem fica por fora do que acontece "come bacon". No nome transparece o compromisso das letras com uma identificação brasileira, com o protesto, e com o nonsense. Uma mistura que dá samba, hardcore, baião, ska, frevo, hip-hop, marchinhas de carnaval, musicas de baile e sabe-se lá mais o que. Um grupo tão variado, de tantas influências, que o som se recusa a caber em apenas uma fôrma, um estilo – mesmo que pareça a primeira vista ser mais uma daquelas misturas de sons folclóricos com rock (por falta de como definir sua própria música, o Gilbertos insiste que toca "rabicóre").
Talvez a maior tentação seja chamar o som de novo, inventar uma nova alcunha e usá-la exaustivamente, porém essa não só é a maneira mais fácil de descreve-lo, como a mais errada. O Gilbertos não quer resgatar a cultura popular, nem inventar uma mistura ou gênero inovador. Apenas assumir a formação que como brasileiros e principalmente como brasilienses, é feita tanto pelos ritmos populares brasileiros, como pelos gêneros mais comerciais vindos do império cultural vigente. Pois a musicalidade do Gilbertos nunca está sozinha, é original mas não é nova. O som do Gilbertos é uma casa cheia de velhos e bons amigos, antigos conhecidos que você fica feliz em rever, mas que quase não reconhece porque estão com cara limpa e roupas novas. Gilbertos Come Bacon toca aquilo que vem, sabe-se lá de onde, de forma espontânea.
Gilbertos Come Bacon is a band from Planaltina/DF, a city near Brasília (the capital of Brasil), formed in 2003, by former members of local hardcore, punkrock and rapcore bands. By 2005, 16 people had gone through the band, from an electronic music DJ, to an MPB (Popular Brazilian Music) drummer. Now it settled to its current formation. We're 7 musicians and we play some sort of undefined hardcore. Heavy on percussion, the sound comes close to local regional sounds like baião, frevo and carnaval marches, but it doesn't distance itself from rock, hardcore, rap and other styles that form our western urban culture. All that without the pretension of musical research or any other rationalized form. We play what comes who knows from where? spontaneously. No one in the band has musical formation, but we are all in college, most of us studying art.
We don't plan on rescuing some popular culture, inventing a mix or new genre. Just reassuring our formation that as brazilians, but mostly as brasilienses, is made just as much by popular brazilian rythms as by commercial styles coming from the reigning cultural empire.
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
Esse mês tá quente !!! ANACRÔNICA foi destaque na Revista ROLLING
STONE (a dos Beatles na capa) com a faixa de abertura do álbum de
estréia da banda "DEUS E OS LOUCOS" , o nome da faixa é "ELES ME QUEREM
ASSIM" !!! E agora estamos no HOTLIST da ROLLING STONE é só acessar e
ouvir !!!
E tem mais !!! O clipe já teve estréia na MTV e sábado estará novamente na programação, no LAB BR as 11 da manhã !!! Pra quem não puder assistir no sábado aí vai o link:
Hi! Next Tuesday, 08/09/09 NATEMA, the most enjoyable electro tribal live act at 22:00 at GUANABARA, the largest Brazilian late night venue in London. http://gigs.guanabara.co.uk/live-music-7-nights/guanabara-summer-season-natema-live/ NATEMA brings together different extremes of electronic music and combine them with Brazilian folk rhythms. Exotic instruments like the alfaia, berimbau and the pandeiro (Brazilian tambourine), bass and guitar blend harmoniously with all with laptops, moogs and other synths, the result is an extremely dynamic and versatile live act. Formed by Boni (programing / bass), Luis Valente (guitar, vocals) and Pedro Campolina (Percussion) Come down and enjoy something unexpected! FREE ENTRY the whole night. See you there! www.natema.com