“SISAL” é o nome do terceiro trabalho de originais de Gil do Carmo.
Neste trabalho descobrimos novas texturas nas composições de Gil Do Carmo. Com letras e músicas de sua autoria, contou com a cumplicidade de nomes como Fernando Araújo, Sara Tavares, Pedro Jóia , Laurent Filipe ou Rão Kyao. “SISAL” é composto por doze temas originais ilustrados pela guitarra portuguesa de Bernardo Couto, pelo encanto do piano de Bernardo Sassetti ou pela magia da Orquestra Sinfonietta de Lisboa sob direcção do maestro Vasco Pearce de Azevedo.
“Passados 9 anos estou de volta com “SISAL”. Com tempo para pensar e maturar qual o caminho a seguir na minha música, pareceu-me natural a fusão e miscigenação de géneros, pela universalidade da nossa cultura. “SISAL” é um tecido que nasce de forma orgânica e da cumplicidade de uma parceria com Fernando Araújo que considero a minha mão direita, e voz entendedora de todos os meus sonhos. “SISAL” porque é naturalmente Português.”
Gil do Carmo
Gil do Carmo
Aventurou-se na música em nome próprio com a edição de “Mil Histórias” (BMG,1997) o seu primeiro trabalho discográfico, partilhando arranjos e produção e de Miguel Sá Pessoa
Logo no ano seguinte, lançou “Nus Teus Olhos” (BMG, 1998) que contou com a colaboração de Júlio Pereira, Tito Paris ou Laurent Filipe (Trompete).
É autor do seu próprio reportório tendo já colaborado com outros artistas para quem compôs como Mariza, Donna Maria ou Carlos do Carmo.
gosto do conceito do sisal. a fibra inquebrável das cordas do som que nunca se esquece. as cordas da tua voz, do piano e da guitarra que se fundem, entoando notas e palavras sussurrantes, quentes..yeah speak easy :)
MANIFESTAÇÃO NACIONAL - 15 de FEVEREIRO, 15h, ASSEMBLEIA da REPÚBLICA (S. Bento).
O Ministério da Educação encomendou um estudo sobre o ensino artístico a um grupo de trabalho sem qualquer experiência artística, que por sua vez também não consultou representantes, nem especialistas das áreas artísticas em estudo.
Uma das conclusões a que este grupo de trabalho chegou foi a seguinte:
“Os conservatórios são escolas secundárias, não podem dar umas aulas avulsas, têm de ter turmas, não podem ser centros de explicações”. Domingos Fernandes (“Público”,12.02.2008), coordenador do Estudo de Avaliação do Ensino Artístico
Os nossos governantes puseram o destino do ensino da música nas mãos de quem acha que uma escola de música não deve oferecer aulas individuais de instrumento, mas sim turmas de 25 instrumentistas – à semelhança de uma escola Secundária de ensino geral.
A defesa das aulas colectivas de instrumento (não confundir com “master classes”) é tão absurda que até quem estiver menos familiarizado com a realidade da aprendizagem instrumental ou vocal deveria interrogar-se, pelo menos: porque será que em nenhum conservatório da Europa ou de países musicalmente evoluídos por esse mundo fora existem “turmas” de trompete, piano, contrabaixo ou clarinete?
Estamos nas mãos da ignorância....
E “isto” é só a ponta do iceberg. Consultem o estudo aqui: http://www.min-edu.pt/np3/524.html Assinem a petição: http://www.petitiononline.com/CFEEMP/petition.html. Compareçam na Manifestação – 15 de Fevereiro, 15h em frente à Assembleia da República. Mais informações sobre a manifestação no blog do nosso espaço.
Mr. Gil do Carmo!!!! Até q'enfim no MySpace. Já não era sem tempo. Fico feliz por sermos também neste espaço "Friends". Tudo de bom e que alcances na música aquilo que para ti faz sentido.