"A idéia aqui hoje é promover a alegria". E é com esse sample
de voz que começa mais um show do Grooverdose. Um
passeio despreocupado por vários estilos musicais, uma
história a cada compasso, em pouco mais de uma hora
os quatro integrantes da banda destilam jazz e soul,
funk setentista e hip hop. Tudo temperado com pitadas
de bossa nova e efeitos digitais.
Grooverdose é uma injeção intravenosa de espontaneida-
de e descontração. A intimidade dos vários anos de ami-
zade entre os integrantes é refletida no entrosamento
musical. E é assim no palco ou no Studio Lotus, a casa
da banda em São Paulo. Formada despretensiosamente
após uma verdadeira superdosagem de sessões experi-
mentais, a banda é o reflexo da relação dos músicos
com sua arte. Samples de voz, trompetes, pianos e
outros efeitos se juntam à virtuose instrumental,
em uma mistura orgânica de alto teor enteogênico.
Formada por Danilo Pantani (baixo), Victor Balleste
(bateria), Leo Pinotti (guitarra) e Cesar Pierri
(guitarra/programações), a banda nasceu fazendo
(muito) barulho. Com pouco tempo de vida oficial, já se
apresentavam no festival de reveillon Universo
Paralello, na Bahia, na festa de 4 anos da Mystic Tribe e entre demais festivais e casas de show.
HELO! . Confira um pouco do album "Ciclo sem fim" no MySpace e sinta-se livre para deixar seu comentário por lá! =p . Follow me no Twitter | @joicesantos . VIDEOCLIPE de "Quem perdeu foi você" | Já na programação da MTV . . Akele beijo . JS
Absurdamente o titulo choca-se, contradiz-se... O que uma coisa haverá de ter com a outra? Sendo a música de grande poder lúdico E a cocaína o entrelace das desgraças reais... Há quase setenta anos Sigmund Freud Receitava aos seus pacientes cocaína. E fora usuário, Charles Baudelaire O mais digno comedor de ópio Membro do clube haxixes descrevera Em seu livro, “Paraíso Artificiais” Os poderes alucinógenos Pelo o uso das tais substâncias... Ficar-se-ia nessa obra sua visão “católico-caótica” Sendo assim mais um relato de forma implícita de droga! Na inquisição não eram queimados ingênuos baseados Por jovens bronzeados, por jovens escandinavos Ou de olhinhos puxados... Eram jogados à fogueira grandes pensadores, gênios... Quem ousaria falar que a Terra era redonda? Galileu ousou... Ah, hoje sabemos o fim desse episódio. Rimbaud seria nesse século o expoente-mor Das loucuras astrais, seria a sensação do rock Não o rock abobalhado, não esse rock pobre, estúpido Meramente comercial, esse triste rock ‘n’ roll mundial Com refrões que nem a mais complacente Licença poética permite. No Brasil canta-se. “Ela com a boca dela, com a toalha dela.” “Ah! Pela última vez, ah! Pela última.” Que seja assim a última vez. Os grandes selos, gravadoras... Converteram-se ao protestantismo. Sabendo do público fiel consumidor Lancemos ao mercado fonográfico as testemunhas de Jeová. Saravá meu pai! Quanto apelo em busca de dinheiro. Prosseguem empurrando aos tímpanos do povo bregas-rômanticos De autêntico gosto ruim! De fato odeio as almas pequenas, não há nada de bom E quase nada de mal Confesso posso sentir ainda hoje o gosto do whisky E o aroma dos charutos do mestre Tom Jobim Admito que a pieguice impregnada da bossa Com sua batida e sua influência do jazz Satisfez-me, imagino-me caminhando ao lado Do Vinícius de Moraes nos dias de “balança-mais-não-cai...”. Não obstante, apenas imaginação fértil. Na crueldade dessa
eaii danilo!! nossa nao sabia que era voce esse myspace, heheh nem sabia que voce tinha banda,curti o som!! muito bom mesmo!faz uns showzinhos ?! jaberizouuu entao hahahah! ja te add!! bjos!!
Fala galera do Grooverdose... Parabéns pelo trabalho, vi vocês no PIB 2009... Gostei muito, uma belíssima mistura de muito groove com música eletrônica! Já pegou!!! Abração... muito som e sucesso pra vocês!!!