Anthony Brito: Voz, violão e percussão
Cesinha: Voz, violão e percussão
Diogo Machado: Percussão e pífanos
Pedro Verano: Flauta Transversal, pífanos e percussão
O grupo Triêro já andou, a bordo de uma Kombi, mais de 100 mil quilômetros pelo Brasil. O resultado dessa andança é uma música que mistura instrumentos e ritmos originalmente brasileiros com as histórias do nosso povo de todas as cores.
O grupo nasceu em 2002 do encontro de Pedro Verano, Diogo Machado, Cezinha e Anthony Brito em Goiás. Em comum, eles tinham o gosto pela cultura tradicional e pelos instrumentos, uma mistura de flautas de bambu (feitas por eles mesmos), atabaques, alfaias e violas. Em 2006, a experiência de misturar as referências de cada um originou “Voz de Todas as Línguas”, o primeiro CD do Triêro. As canções desse disco afirmam que todos podemos falar uma mesma língua através da música e apresentam uma grande variedade de ritmos regionais.
O segundo álbum, “Ópera de uma Vida Seca” (2008) fala sobre os caminhos que o Triêro andou e conta a história de uma família que sai do interior para mudar-se para a cidade. Nessa trajetória, eles descobrem a eletricidade que aparece nos instrumentos e em sons mais contemporâneos.
Em 2009 foi lançado “Trem que cansa é andar na linha”, o terceiro CD. Aqui, o samba tão conhecido mundo afora faz par com os ritmos tradicionais e mostra um grupo mais maduro. São lindas canções, feitas pra dançar. O show atual do Triêro apresenta um pouco destes três momentos e fica difícil continuar sentado quando a percussão encontra o violão.
A energia do grupo foi reconhecida pelo Ministério da Cultura, que através do Projeto Pixinguinha (uma iniciativa que pretende dar visibilidade à músicos regionais) selecionou o Triêro para uma turnê. Além dos governos de Goiás e Mato Grosso, o SESC também já quis ver o grupo tocando por aí. E o público respondeu. Por onde passa, o Triêro deixa amigos e fãs, os novos pontos de parada dessa viagem pela música brasileira.