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Ruas estreitas e labirínticas que desaguam em pátios centenários. Assim é Coimbra, cidade inspiradora que depois de fado e blues tem agora algo diferente a oferecer ao restante território.
É nessas ruas que começa a viagem hipnotizante dos Hanging By A Name, música urbana onde imperam paisagens atmosféricas acompanhadas de complexas assinaturas rítmicas, num esforço colectivo para capturar a intensidade das histórias que aqui se fazem contar.
Duarte Feliciano (voz e guitarra), Adílio Sousa (baixo) e João Santiago (bateria) fazem a sua estreia, homónima por direito, numa linguagem feita de pequenos pedaços de exposição à música, ao cinema, à literatura e à fotografia.
De Hanging By A Name, dividido em oito peças, espera-se que resulte em tosse. Convulsa.
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Narrow and labyrinthic streets which flow into centenary courtyards. That's Coimbra, inspiring city that after fado and blues has now something different to offer to the world.
Hanging By A Name's hypnotizing trip takes place on those same streets, urban music full of atmosferic landscapes followed by complex rhythmic signatures, in a collective effort to capture the intensity of the stories told.
Duarte Feliciano (vocals and guitar), Adílio Sousa (bass) and João Santiago (drums) make their debut, homonymous by right, in a language made of tiny pieces of music, cinema, literature and photography.
Hanging By A Name, divided into eight plays, will make you cough. Convulsively.
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