Muhadir, Kirie, GOG, KAF, Mezzo Ensemble, Carlos Azevedo (piano), Paleka (drums), Paulo Neves (bass), Luisa Ortigoso (voice), João Balão (percussions) Carlos Curto (bass), Luís Vitorino (guitar), Paulo Furtado (Guitar) , ...
Influences
Jan Garbarek, John Surman, Dave Liebman, Richie Beirach, ...
João began his music studies at the age of 10 – piano at the age of 18.
He finished his forth year at the School of Architecture - in Lisbon, and proceeded with a career in both realms, as a musician and as architect, for the following eight years. As a musician on the saxophone, he is self-taught, having developed over time his own individual musical language.
In 1990 he participated in the 14th annual – Gulbenkian Contemporary Music Encounters – dedicated that year to composer Karlheinz Stockhausen.
He also, for that occasion, was acting journalist for the magazine – MIT.
Also in 1990, he performed in the closing cerimonies for the “V Jornadas Internacionais de Música Contemporânea” (Fifth International Contemporary Music Encounters in Oporto – hosted by ‘Oficina Musical’ – under the direction of Prof. Álvaro Salazar) with the quartet “Três por Quatro”. He also performed in the VII annual Jazz Festival of Macau with the group – KAF (Kinteto António Ferro), having in that year, recorded the group’s CD entitled “Crepúsculo do Vinho”. This ensemble gave way to (set forth a path for) a new and original – groundbreaking – way to perform Portuguese Popular Music.
He has performed in various ensembles and with a number of musicians including: Steve Potts, Didier Lockwood, and Christian Escoudé. He also played in the ‘Forum Picoas – Performances’ alongside António Vitorino de Almeida, and in many Art Exhibits.
Among his encounters with theatre arts he, in partenership with Carlos Azevedo, was awarded the Music Prize by the Polish Government for “Diário de um Louco” – work by Andrej Kowalski (this work having been awarded that year for ‘Best Stage Direction’ – written by Nicolaus Gogol, stage direction by A Kowalski).
In 1993, along with Carlos Curto, he created the music (and performed - live) for the year’s hit play “INOX take five” – a play starring José Pedro Gomes and António Feio. As a result of this partnership, he entered the multi-media project called “ Da Bélio-c”. This group’s first venture was – “E há … o Silêncio” (and there is … Silence) – with written text by Jean Cocteau; and in 1997 / 1998 concert/performances under the name – “Gog”.
He also actively participated in conceiving the music of film sound tracks. Among these is – “O Judeu” (Jew) by Tom Azulai.
He played with Carlos Mendes for a full season at the ‘Teatro Nacional’ music with poems penned by Portugal’s great poets.
He further participated in a number of African music recordings, of which stands out “Reencontro”. This is a recording of Cape Verde’s poet & singer – Djurumani (J. P. Courinha having been the musical director for this artist’s performances).
He performed music refreshingly original in nature, being one of three musicians in a group based on Carlos Paredes’s work, alongside João Bengala and Luisa Amaro.
In 1998, with Carlos Curto, he wrote the music to Gertrude Stein's Geography and Plays, having Ana Tamen undertaken the stage-direction of the work for ‘Culturgest’. He made the orchestrations, and was musical director for the Opera “Sete Pecados Mortais” (The Seven Deadly Sins) – by Kurt Weill – for the “Festival dos 100 dias da Expo 98” (Expo 98’s 100 day Festival).
In this same year he took part in performances: “Vasco da Gama / Alentejo”, and in the closing cerimonies of Expo 98 with Genoveva, Coral Vertice, “Sons do Tempo” String Quartet, Alexandre Baterias and “Quarteto de Saxofones de Amesterdão (Amsterdam Saxophone Quartet).
In 1999, in collaboration with “Coral Vertice”, he took part in a series of experimental concerts in churches. This work was based upon sacred music written for choirs - between the X th and the XVIII th Centuries.
He co-founded the group “Kirie” - “reflection on the search for ‘universals’ in music and musical language”. With this group he performed at the ‘Brugges Music Festival’.
Estudou guitarra a partir dos 10 anos e piano aos 18.
Tem o 4° ano de arquitetura, actividade profissional que desenvolveu durante cerca de 8 anos paralelamente à música.
É autodidacta em saxofone desenvolvendo desde o início uma linguagem própria.
Em 1990 participa nos seminários de Karlheinz Stockhausen nos 14° Encontros Gulbenkian de Música Contemporânea, dos quais faz também a cobertura jornalística para a revista MIT.
Tocou em diversos grupos e com músicos como Steve Potts, Didier Lockwood e Christían Escoudé. Participou nas performances do Fórum Picoas com António Vitorino de Almeida e em diversas exposições de Artes Plásticas.
Em 1990 toca no encerramento das V Jornadas Internacionais de Música Contemporânea do Porto da Oficina Musical dirigida pelo Prof. Álvaro Salazar. com o quarteto "Três Por Quatro". Toca no 7° Festival de Jazz de Macau com o "KAF" ( Kinteto de António Ferro ), com o qual grava no mesmo ano o disco "Crepúsculo do Vinho", estando na base duma concepção original sobre a música popular portuguesa.
Faz várias incursões ao teatro, entre as quais e juntamente com Carlos Azevedo é premiado pelo governo polaco pela música da melhor encenação do ano, com " Diário de Um Louco " de Nicolaus Gogol (encenado por Andrej Kowalski).
Em 1993, em parceria com Carlos Curto, faz música e participa ao vivo na peça êxito do ano, "INOX take five" com José Pedro Gomes e António Feio. Desta parceria resulta a integração no projecto multimédia "Da Bélio-c" que tem como ponto de partida o espectáculo "E há... o Silêncio" com textos de Jean Cocteau e, em 1997 e 98 os concertos/performance "Gog".
Participa também na concepção de bandas sonoras para diversos filmes, entre as quais "O Judeu" de Tom Job Azulai. Funda juntamente com Carlos Azevedo o grupo "Kirie", reflexão sobre a universalidade da música como linguagem, grupo que leva ao Festival de Brugges.
Toca com Carlos Mendes com o qual faz uma temporada no Teatro Nacional sobre canções com poemas dos grandes poetas portugueses.
Participa em inúmeros discos de música africana, tendo como referência "Reencontro" do cantor e poeta caboverdiano Djurumani, para o qual faz a direcção musical de espectáculos.
Integra, juntamente com Luísa Amaro e João Bengala, um trio baseado numa concepção original sobre a música de Carlos Paredes.
Em 1998 e em parceria com Carlos Curto, faz musica para uma peça de Gertrude Stein, "Geografia e Peças", encenada por Ana Tamen para a Culturgest, e faz arranjos e direcção musical, segundo uma concepção muito própria, da ópera "Os Sete Pecados Mortais" de Kurt Weill, para o Festival dos 100 Dias da Expo 98. No mesmo ano participa nos espectáculos "Vasco da Gama / Alentejo", e no encerramento da Expo 98, com Genoveva, "Coral Vértice ", quarteto de cordas "Sons do Tempo", Alexandre Bateiras e "Quarteto de Saxofones de Amsterdão".
Em 99 faz uma série de concertos experimentais, em igrejas, com o "Coral Vértice", acerca da improvisação moderna tendo como suporte a música coral sacra dos séculos X a XVIII.
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Então quer dizer que tenho honras de abertura dos comentários! Benvindo, ó ilustre! Espero que esteja tudo bem por aí. Estou no Rio desde dia 17, e só vou voltar a Barcelona no dia 15, quase um mês por aqui. O inverno está de morte, até já fui à praia! Abracinhos e outras manifestações de afecto