ENGLISH RELEASE
"All the ideologies are dead.
We just wanna dance."
It is from this concept that Johnny Hooker takes off to a journey in the deepest core of night life, and modern clubber way-of-life. Bringing a sometimes dark but full of energy club-oriented music, that speaks directly about the emptyness of a generation that has no ideologies, or either knows what´s happening to the world around them. Living from image to image, from glamour to dust. It has come a time when dreams aren´t enough. Don´t dream. Be It.
Johnny Hooker is considered to be one of the most promising artists of the new generation, and with only 19 years old, and 5 of musical career has earned several awards and breakthrough reviews from the specialized critics, that has praised him as "an artist of the future" and "the most curious and emblematic figure of the 00´s in Brazilian music". He was for two times finalist of the Microfonia contest, a festival which intention is to find the best in new contemporary music, and was nominated for Best New Artist in the Recife Rock Awards 2004. Johnny has also played with great names of Brazilian pop and underground music through the years such as Los Hermanos, Cachorro Grande, Mombojó, Vamoz!, Mellotrons, and Montage.
In 2007 Johnny Hooker made a guest appearance in the Rec Beat Festival, the largest independent music festival of Recife worldwide known carnival.
Recife, also known as Hellcife. The city of the historical music movement Mangue Beat, which preached "from mud to chaos" will never be the same.
From chaos to glitter.
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“As ideologias morreram. Nós só queremos dançar.”
É a partir desse conceito que Johnny Hooker parte para um passeio entre os caminhos da vida noturna, e do modo de vida de seus personagens trazendo à tona uma música dançante e enérgica orientada para as pistas.
Johnny Hooker já foi duas vezes finalista do Festival Microfonia, o maior festival de novos talentos de Pernambuco e indicado ao Prêmio Recife Rock! como Artista Revelação.
Dividiu o palco com artistas como Los Hermanos, Cachorro Grande, Mombojó e também com bandas independentes como a Vamoz!, Mellotrons, Backing Ballcats Barbies Vocals e Montage (durante o Rec Beat 2007).
Ainda este ano Johnny Hooker lançará seu primeiro álbum intitulado “Ultra Violence Discothéque” que terá produção da dupla Leo D. e William P.(Diversitrônica).
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CLIPPING
"o talentoso Johnny Hooker desponta como um das figuras mais curiosas e emblemáticas da geração 00 do Recife. Para o bem e para o mal. Goste-se ou não dele. Verdade que ele trocou David Bowie por Madonna e largou o punk para embarcar na eletrônica. Johnny Hooker fez isso. E chegou lá de novo. Não é pouco... "
Hugo Montarroyos, Recife Rock
"Dos quatro concorrentes, o que demonstrou maior potencial foi Johnny Hooker. Como todo bom vocalista, esse rapaz magrinho de 19 anos ganha peso, vigor e sex appeal quando sobe ao palco. Consegue ainda - caso raro no Brasil - flertar com a estética glam sem pagar mico."
Renato L., Diário de Pernambuco.
“As ideologias morreram. Nós só queremos dançar.” A frase diz tudo sobre a Johnny Hooker, banda recifense liderada pelo performático vocalista de mesmo nome. É música eletrônica para festa, perto do que chamavam antigamente de Electroclash, com atitude roqueira e imagem “glam”, afetada, divertida. Tem a ver com a ótima banda cearense Montage, que poucos viram no último Abril Pro Rock. E era justamente o que faltava na música eletrônica feita hoje em Pernambuco, de ótima qualidade mas muito séria, quase cerebral. Um dado interessante é que os integrantes têm idade média inferior a vinte anos, mas deixam transparecer uma saudade de épocas não vividas: de Andy Wahrol nos anos 60, do David Bowie da fase Ziggy Stardust, da disco music setentista de Donna Summer e Giorgio Moroder de “I feel love”, da boate Misty nos 80 e da Madonna de “Vogue” no comecinho dos anos 90. O que é perfeitamente normal, porque Johnny Hooker conhece as referências, sabe onde quer chegar e tem personalidade.”
André Balaio, Coluna Hey!, Diário de Pernambuco
Outro destaque da apresentação foi a presença do pernambucano Johny Hooker, que também se saiu muito bem no quesito performático. "Computadores fazem arte", composição de Chico Science (homengeado do festival) e Nação Zumbi, também esteve no setlist do grupo.
Gabriela Belém, UOL News
"Johnny Hooker prendeu a atenção do público. O vocalista-personagem-título é um artista de futuro, com certo ar de Messias, misturando teatro e rock."
Júlio Cavani, Diário de Pernambuco
Guilherme Darisbo é guitarrista, assina como Cine Victória seu projeto solo, foi membro do coletivo Re:Combo e coordenou o grupo Antena, onde trabalhou com música eletroacústica. Marcelo Armani é baterista, membro dos grupos SOL e da Orquestra Novi Mundi do stickista Diego Souto.
Juntos realizam improvisação livre, gerando torrentes de polifonia em seus instrumentos. De um lado, usando delay e guitarra elétrica para sobreposição de frases e harmonias. De outro, a execução simultânea de ritmo e melodia, pela união da bateria com o metalofone e outras percussões.
Johnny, muito bom o teu som cara, de verdade. Estamos felizes em tê-lo entre nossos amigos do myspace. Esperamos que tenhas tempo de ouvir nossas canções. Abraço.
download, o EP traz quatro faixas Oi Johnny, gostaria de avisar que estamos Lançando nosso EP “Desprendendo-me do sonho” com 4 faixas, e está disponível para Download em nosso www. myspace. com/sinfise