Eduardo Rodrigues (synth, sampler, percussão, escaleta, metalofone, bateria) Bruno Almeida (baixo, synth, percussão, escaleta, metalofone) Yraê de Araújo(guitarra, baixo, percussão) José de Miguel (bateria, guitarra, percussão) Felipe Silva (Técnico de som e "live mixer")
Malditas Ovelhas! Sugestivamente intitulado Malditas Ovelhas!, o quinteto vindo do interior de São Paulo prova que a música instrumental está longe de esgotar sua fonte inspiradora. Com um trabalho interessante, o grupo mescla rock progressivo com música brasileira percussiva e experimentalismos que beiram o nonsense. Núcleo de “antiespecialistas” artísticos que, entre outras coisas faz música, Eduardo Rodrigues, Yraê de Araújo, Bruno Almeida e Zé Guilherme, buscam “desterritorializar o manguebeat heróico” ao circular com o Malditas Ovelhas! pelo interior paulista fazendo, sobretudo, amizades.
Hi my friend, Here my new song "Corcovado" hope you like Brasil... and don't forget Epsilon's World cannot exist without you so don't hesitate to leave comment if you like a lot :) Welcome to the Epsilon's World... Friendly Epsilon You can buy my album here www.cykxincorp.com
Bonjour mon ami, Mon nouveau morceau "Corcovado" j'espère que tu aimes le Brésil... et n'oubli jamais de soutenir ma musique en faisant un commentaire si tu aimes vraiment car le monde d'Epsilon ne peut exister sans toi:) Amicalement Epsilon tu peux acheter mon album ici www.cykxincorp.com
“Poder?” A ressurreição do gosto amargo Desprende-se ao futuro próspero Agarrando-se ao blasfêmico porvir Do corruptível poder A canalhice converte-se em falsa nobreza A miséria projeta riqueza O medo da fome Explode nas esquinas Na agonia do dia-a-dia O violento suor derramado Por simples homens e mulheres Confundi-se com a escória No útero podre Da sociedade mesquinha Flutua sobre a névoa do poder A “inépcia-aguda” contagiante; Nos escombros da moral Desmoronaram-se os alicerces da sorte Entregaram-nos aos vermes delirantes Hoje bailam velhas raposas vorazes E outras mais jovens No ballet dos partidos atrozes...
obrigada eu por add.......... a sua musica é fantastica! uma sonoridade que tenho ouvido bastante e da qual tenho gostado mais ainda.... este festival ai que estamos inventando (do verbo inventar inventariar criar do nada do arido da coisa morta) ainda esta na primeira fase germinativa: coletivizar. conforme a coisa for crescendo e se tornando algo-que-ainda-sequer-sabemos-o-que-é vamos nos falando.... beijos & beijos
la experimentacion y manipulacion genetica desmedida en el campo agropecuario por parte de los pules transnacionales trajo como consecuencia el nacimiento de un ser espantoso, horroroso y terrorifico. La intencion era generar en el ganado ovino una mejora en su reproduccion. El resultado fue este:
Una oveja con orejas de conejo !!!!!!!!!!!!
Abrazo gigante companheros de granja. Nos vemos en Araracuara
Nas corredeiras, nas quedas d’águas Na tentativa voraz do manifesto A favor da paz Tudo se une... Tudo se faz... No triste amanhecer queima-se o pano de fundo Entrelaçando a fome imoral De milhares, de milhões... Verdadeiras usinas, fontes inesgotáveis... De sofrimento e dor Nas cores do desmaiar do sol do Leblon No balanço das curvas de jovens e velhas prostitutas Que embalam a fantasia, a falta de grana O desfile em Copacabana. Na controvérsia do discurso do barbudo Eleito pela maioria desabrigada Pela maioria interessada, pela maioria necessitada Impregnam-se de populismo fatalítico O nosso povo... Cariocas, fluminenses, cearenses, paulistanos, mineiros, baianos Todos nós brasileiros sofremos com o abandono Com o caos social. “Ah! E daí ano que vem tem copa do mundo”. Bye, bye tristeza, bye, bye solidão Em dois mil e dezesseis o Rio será uma cidade Do mais alto escalão As favelas, a violência e a tristeza... Serão peças raríssimas de museu Chega! Basta... Buscaremos nas longas passeatas pelo mundo O naufrágio das falsas esperanças Oferecendo ao peito vazio o que falta para as grandes construções... Dizendo assim e, desta vez um NÃO a toda essa enganação. Nossos corações não tem legendas, ou partidos Nos corações batem motivados por verdadeiras realizações... Comumente choram ao anoitecer por tristes e lamentáveis ilusões... Viva aos metais preciosos! Viva a ignorância do nosso povo! Viva ao sorriso amarelado, viva a boca sem dente! Viva ao menor infrator! Viva aos que choram ausência dos seus! Viva a morte súbita! Viva ao apogeu das desgraças do Brasil! “Vivas” as virgens tristes mortas nos sinais de trânsito de imensa agonia! Vivam as balas perdidas, achadas! Viva o sangue derramado! Vivam as feridas abertas! Viva ao pierrot dentro de nossos corações! Ele sempre morre, mas nunca perder as esperanças! Nunca perde a razão... Para não perder o costume... Viva ao Brasil, Viva ao Brasil! Aos