Conheça o multi-instrumentista paulistano Marco Nalesso Entrevista pra Trama Virtual no quadro Holofote por Flávio Seixlack
Marco Nalesso ainda é desconhecido por um motivo simples: ele começou com seu projeto há pouco mais de três meses. Sua música é instrumental, lembrando verdadeiras trilhas sonoras em determinados momentos. Suas influências são inúmeras, indo de grandes nomes do jazz à ficção científica e “outras crenças que algumas pessoas talvez não acreditem”. Marco compõe e grava tudo sozinho, e gosta que seja assim. Afinal, há liberdade em todos os sentidos e nenhum compromisso.
Talentoso, o multi-instrumentista ainda não conseguiu arrumar um selo, apesar de já ter um disco pronto em mãos (Fire In The Sky pode ser ouvido na íntegra aqui no site). Atualmente Marco está formando uma banda para ajudá-lo durante as apresentações ao vivo. “É apenas um embrião, e temos muito para evoluir”, diz. Por e-mail, o músico falou com a gente.
Nome
Marco Vinicius Nalesso.
Quando surgiu
Março/2007.
Como surgiu
Surgiu pelo meu interesse em experimentar novos caminhos musicais, e através dos samplers consegui juntar meus arranjos com aquilo que realmente estava buscando, ou seja, permitindo que o processo de gravação pudesse ser realizado de uma forma independente.
Principais influências
Isaac Asimov, Tortoise, Enio Morricone, Isao Tomita, Thomas Pynchon, Fela Kuti, Thelonius Monk, Lúcio Maia, Design, Augusta, Milo Manara, Futebol, Jorge Ben, Miles Davis, Hendrix, Civilizações Perdidas, Medeski, John Coltrane, Mundo Livre S.A, Nação Zumbi, Surf Music, Dick Dale, Wes Montgomery, Explosions in the Sky, Ficção Cientifica, Ovnis, Cinematic Orchestra, entre outras.
Como define seu som
Definiria meu som como sendo instrumental, misturando gêneros desde jazz a música ambiente e experimental, tendo algumas influências de trilhas sonoras e autores literários de ficção científica.
Por que vale a pena ouvir você?
Pergunta difícil! (risos) Meu objetivo é transmitir autenticidade e originalidade e, principalmente, ser verdadeiro em relação às minhas composições. Assim, espero que as pessoas realmente escutem as músicas com a sensação de que estejam vivenciando um filme ou um momento reflexivo, permitindo com que façam uma viagem dentro de si mesmas.
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