Nirvana, Queens of The Stone Age, Foo Fighters, The Wipers, Jawbox, Sunny Day real Estate, Ramones, Sonic Youth, The Fang, Mudhoney, Melvins, TAD, Sebadoh, The Vaselines, Helmet, Fugazi, Burning Airlines, Diagonal, Killing Chainsaw, Shed, Wasted nation, Vincebuz, Deavollo, Fusarium, Capim Maluco, Sepultura, Pandora, Patif Band, etc...
"...Mas o lance é que nenhuma luz rebatia em cima deles quando os caras subiram no palco às 20h45. No máximo um flash da Pimar tirando uma foto ou outra, ou o sorriso triste de Julia no meio do salão. O palco de um rock-star falido e a porra de uma banda de garagem. Cara, aquilo era a ressurreição.
Ayuso subiu no palco e falou: “Eu quero agradecer ao Formigueiro, a todo pessoal que veio e é isso aí”, e então rasgou o primeiro acorde de Acaba Logo Com Isso. Quando tentou gritar algumas frases percebeu que a caixa de voz tinha pifado de vez. Mas aquilo não tinha muita importância por isso ele continuou cantando mesmo com aquele chiado estranho no fundo. Forte e cru, como uma bofetada de saudosismo que acerta em cheio o miocárdio. De verdade.
O Ayuso embarca numa espécie de transe quando segura uma guitarra e se esgoela e sussurra no microfone, sem brincadeira, ele contrai o lábio prum canto da boca e fica grunhindo como um amaldiçoado, cochichando as letras como se contasse um segredo no ouvido de cada um. É de arrepiar, sem frescura, é sério. Mas quando o cara grita vem aquela sensação do sangue rasgando as veias, saca, você sente o cara vivo e pulsando, e você se sente vivo e pulsando. E ele grita muito, é porque se não gritasse feito a catarse de toda aquela gente ele não seria um rock-star falido, alguém precisa fazer o trabalho sujo e exorcizar no berro toda aquela porra daquela angústia, daquela angústia jovem e pulsante, esse maldito negócio que faz a gente se sentir vivo e pulsando. E cara, a intensidade da coisa não parava de subir e eu conseguia ver os pedaços da baqueta do Herik se despedaçando sempre que ele a esmagava no surdo como se fosse a fuça daqueles filhinhos de papai do Marista"...
Trecho da Matéria na Revista Up por Junior Belle.
Quer ler mais?
Vai lá na banca da esquina comprar a sua.
{A}Yuso
MONAURAL - Release (Versão em Português)
Aviso! Perigo! O “Rock Sujo e Visceral” vem invadindo todos os meios de comunicação possíveis! Desde de 2003 o MONAURAL oferece e faz jus a essa proposta como uma suposta salvação do que podemos chamar de “rock de plástico” ou quem sabe de “música pré-fabricada corporativista independente brasileira?” Cansados de ver pessoas engolindo a seco todo esse lixo da indústria do entretenimento, o MONAURAL resolveu resgatar o rock na sua essência, chapado e impregnado de atitude, barulhento e sem frescuras, esse é seu compromisso. Eles sempre pregaram por simplicidade e sinceridade e é isso que se sente quando se ouve uma música do grupo ou se presencia uma apresentação da banda, sendo certamente seu diferencial!
O MONAURAL nasceu na zona leste de São Paulo numa espécie de quarto subterrâneo, lugar quente e abafado, onde somente Ayuso conseguia ficar de pé e foi lá onde começaram a bater forte seus primeiros acordes. Ayuso, Herik e hoje Guilherme dão continuidade no que foi iniciado naquele mesmo dia, naquele mesmo ano.
São seis anos de estrada, shows, discos gravados, brigas e tudo mais. Tudo pelo rock, sempre por ele. A banda chegou a tocar com diversas bandas de renome e respeito na cena, entre elas Cólera, Lobotomia, Zéfirina Bomba, Ecos Falsos, La carne, etc...Não importa aonde, não importa o lugar, o rock sempre prevaleceu.
A banda se manteve independente lançando todos seus trabalhos por conta própria: Monaural (2003), Farsa (ep – 2005) e Expurgo (2008) sendo o último produzido por *Clayton Martim e **Davi Rodrigues.
No decorrer dos anos passaram pela banda alguns integrantes: “Gualter” foi o primeiro baixista que ficou na banda até meados de 2008. Fernando Saiki*** chegou assumir a segunda guitarra antes do Expurgo ser gravado ficando na banda somente alguns meses.
Guilherme Maia assumiu as quatro cordas recentemente no finalizinho de 2008 e vem fazendo a diferença.
Desde então a banda segue a risca o que conhecemos como “Do it your self’, agenciando e organizando sua própria turnê de seu ultimo álbum, já citado anteriormente, Expurgo, que merece ser destacado como o melhor trabalho da banda até o momento”.
Expurgo contou também com ****Marcatti, conhecido quadrinista e ilustrador underground brasileiro para desenhar a capa.
O álbum teve seu lançamento virtual no final de 2008 e sua versão física saiu no começo de 2009. Os shows da turnê de expurgo seguem a todo vapor. A banda chegou a passar recentemente por Santa Catarina fazendo dois shows na cidade de Florianópolis. Participando também da ultima edição do festival Grito Rock e parecem estar confirmadas mais algumas datas, entre os festivais, Grito Urbano que acontece em Itatiba e Dosol que rola no segundo semestre deste ano em Natal.
A banda saiu recentemente em diversos Zines e Blog’s especializados em música alternativa, entre entrevistas e resenhas, chegando a ser matéria central da 17º edição da Revista UP.
Se você ainda não conhece o MONAURAL, chegou o tempo, a hora é agora! Adentre ao mundo do Rock Sujo & Visceral.
MONAURAL é:
Leandro Ayuso: Vocal e guitarra
Guilherme Maia: Baixo e vocal
Herik Soares: Bateria
*Clayton Martim toca nas bandas Vaca de Pelúcia, Cidadão Instigado e Detetives.
**Davi Rodriguez toca na banda paulistana Ecos Falsos e Orange Disaster
***Fernando Saiki toca baixo na banda Forte Apache
****Marcatti é quadrinista e além de lançar diversos quadrinhos de sua autoria, já desenhou capas da conhecida banda punk nacional, Ratos de Porão
Warning! Danger! The “Dirty and Visceral Rock” is invadint all
the communication means possible. Since 2003, MONAURAL offers and
follow that proposition, a suposed salvation from what they call the
"plastic rock" or should we call "pre-fabricated corporative
independent brazilian music"?. Tired of watching people swallow all
that garbage from the entertainment industry, MONAURAL started to rescue Rock n' Roll in its essence, stoned and impregnated with
attitude, noisy and without any censure, thats their commitment. They
have always stood for simplicity and sincerity, and that's what you
feel when you hear the music or watch one of their gigs, certainly
being their most attractive point to people.
MONAURAL was born in the east zone of São Paulo, in some kind of
underground room, hot and uncosy, where only Ayuso could stand up,
since the room was really small, and that's where they started rocking
their first chords. Ayuso, Herik and today Gui Maia continue what
started in that same day.
It's six years on the road, with concerts, records and fights.
Evertything by the Rock n' Roll and for it. They played with a lot of well-known bands in Brazil, like Cólera, Lobotomia, Zeferina Bomba, Ecos Falsos, La Carne, etc. It doesn't matter where, with who or when, Rock n' Roll is always on top of everything for Monaural.
The band stood independent and launched their works on their own:
Monaural (2003), Farsa (ep – 2005) and Expurgo (2008) the last one
being produced by *Clayton Martim and **Davi Rodrigues.
On this six years on the road some members passed by the band:
“Gualter” was the first bass player who played in the band until 2008
Fernando Saiki*** played the lead guitar before Expurgo was recorded, staying in the band for just a few months.
Gui Maia assumed the Bass recently, at the end of 2008 and is doing
the difference.
Since then the band follows what we know as "do it yourseld", managing
and organizing their own tour for their album, Expurgo, that can be
named as their best work until know.
Expurgo's art was made by a known ilustraor and artist of the
brazilian underground,****Marcatti.
The album had its virtual launch at the end of 2008 and it's fisical
version came out in the dawn of 2009. The shows of Expurgo tour
followed in a frenectic rythm. Recently, the band passed by Santa
Catarine, doing two gigs in the city of Florianópolis. They were part
of the cast of the Grito Rock festival and are confirmed for some more
dates, between then the Grito Urbando festival, in Itatiba and the
Dosol festiva, in Natal.
The band was commented in several Zines and Blogs especialized in
alternative music, with interviews and reviews, and was the center
article of the UP magazine 17.
If you don't know MONAURAL, the time has come, now is the time!
Get inside the world of the Dirty and Visceral Rock!
MONAURAL is:
Leandro Ayuso: Vocals and guitar
Gui Maia: Bass and vocals
Herik Soares: Drums
*Clayton Martim plays in the bands Vaca de Pelúcia, Cidadão Instigado
and Detetives.
**Davi Rodriguez plays in the bands from Ecos Falsos and Orange Disaster
***Fernando Saiki plays bass in the band Forte Apache
****Marcatti is a drawer and besides drawing a lot of comics of his
own, drawed some art for the covers of the well known punk rock band
Forte e cru, como uma bofetada de saudosismo que acerta em cheio o miocárdio. (Junior Belle - Revista Up)
Com os dois pés no alternativo-pancada, traz esse disco com nove faixas para quebrar uma festa inteira!(Zé Raup - para o Fuzz Zine3)
A grungeira pós-punk paulistana sem papas na língua!
(Vanessa Porto - Sonido)
Se você sente falta de mais bandas no estilo "Rock Alcóolatra Inconsequente", tai uma boa pedida.
(Marko Paulo - Páginas vazias)
Um rock ácido e emergente...
(Canibal Vegetariano)
Pode tirar sua blusa Xadrez do armário que o Monaural trouxe toda a sujeira do grunge de volta a cena!
(Ricardo Idéia - 100% Skate)
E o album Expurgo está aí para comprovar que o rock underground ainda produz boas bandas e com conteúdo.
(Sergio Chaves - Café Espacial)
Minutos de intolerância! São 8 minutos de esporro sonoro, denso e inquieto. (Ilson Barros "Zefirina Bomba" para o Fuzz Zine2)
Visite nosso FLICKR
http://www.flickr.com/monauralrock
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Você pode adquirir nosso cd EXPURGO nas lojas:
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- Sensorial Discos! Rua 24 de maio, 116 - Rua alta loja 07.
Ou para adquirir seu expurgo diretamente com a gente pela bagatela de R$ 10 pilas, mande um email:
monauralrock@gmail.com
Então como vai isso amigos? Adoro o vosso material, é das bandas mais originais que ja ouvi até agora com influência do movimento Grunge , parabéns asério! Cantar português para nós ao início seria complicado, mas um dia destes fazemos isso , gravar em estúdio é que é muito caro.. sorte vamos precisar .. este país e este mundo precisam de uma reviravolta musical, e vai chegar.. mas quando chegar ninguém estará pronto.
Salve galera!! Realmente o adjetivo cabe muito bem ao vosso som!!! E falta nessas bandinhas de rock por ae!!! Muita fúria!!!Parabéns mesmo pelo trampo!! Esperamos vcs lá!! Qqer coisa estamos ae!! Abraço da R.G!!