No show NOTURNO, Khalil Gibran mostra o talento da nova geração de compositores do Rock Popular Brasileiro.
Desvendando um universo lírico e desiludido, com letras e arranjos que nascem sob o signo do novo, suas canções trazem originalidade e qualidade estética.
Acompanhado de sua banda, o artista apresenta um show autoral, que conta ainda com releituras de outros compositores, levando o público ao universo das noites urbanas.
EM ESTÚDIO! EM BREVE O DISCO "NOTURNO".
bjs a todos....
Especialmente hoje, resolvi fazer uma poção mágica prá você... Com altas doses de: CARINHO, AMOR, FELICIDADES,PAZ, E MUITA MÚSICA NA SUA VIDA... MONDBJOS EM VC!!! :D***
Absurdamente o titulo choca-se, contradiz-se... O que uma coisa haverá de ter com a outra? Sendo a música de grande poder lúdico E a cocaína o entrelace das desgraças reais... Há quase setenta anos Sigmund Freud Receitava aos seus pacientes cocaína. E fora usuário, Charles Baudelaire O mais digno comedor de ópio Membro do clube haxixes descrevera Em seu livro, “Paraíso Artificiais” Os poderes alucinógenos Pelo o uso das tais substâncias... Ficar-se-ia nessa obra sua visão “católico-caótica” Sendo assim mais um relato de forma implícita de droga! Na inquisição não eram queimados ingênuos baseados Por jovens bronzeados, por jovens escandinavos Ou de olhinhos puxados... Eram jogados à fogueira grandes pensadores, gênios... Quem ousaria falar que a Terra era redonda? Galileu ousou... Ah, hoje sabemos o fim desse episódio. Rimbaud seria nesse século o expoente-mor Das loucuras astrais, seria a sensação do rock Não o rock abobalhado, não esse rock pobre, estúpido Meramente comercial, esse triste rock ‘n’ roll mundial Com refrões que nem a mais complacente Licença poética permite. No Brasil canta-se. “Ela com a boca dela, com a toalha dela.” “Ah! Pela última vez, ah! Pela última.” Que seja assim a última vez. Os grandes selos, gravadoras... Converteram-se ao protestantismo. Sabendo do público fiel consumidor Lancemos ao mercado fonográfico as testemunhas de Jeová. Saravá meu pai! Quanto apelo em busca de dinheiro. Prosseguem empurrando aos tímpanos do povo bregas-rômanticos De autêntico gosto ruim! De fato odeio as almas pequenas, não há nada de bom E quase nada de mal Confesso posso sentir ainda hoje o gosto do whisky E o aroma dos charutos do mestre Tom Jobim Admito que a pieguice impregnada da bossa Com sua batida e sua influência do jazz Satisfez-me, imagino-me caminhando ao lado Do Vinícius de Moraes nos dias de “balança-mais-não-cai...”. Não obstante, apenas imaginação fértil. Na crueldade dessa
Oi Khalil, tudo bem? Saudade, nunca mais passou por aqui, rs! Estou terminando meu cd, mas estou fazendo umas participações e quero fazer um show até ir embora. Se por um acaso estiver por aqui, me avise. Beijos!!!!
E aí meu chapa, beleza? faz um tempinho que não nos falamos, não é mesmo! como estão as Khalil? olha só, estou te mandando uma cópia do meu zine, dá uma olhada e me diz o que achou? um forte abraço e que DEUS abençoe você e toda a tua família! do amigo: José gledson