Na cena rock de Belo Horizonte desde 1997, sendo fundadora do movimento Faverock e com três trabalhos lançados, a banda Pelos de Cachorro é um grupo de “arte-rock”. Com influências de Radiohead, Nick Cave and the Bad Seeds e Smashing Pumpkins, exploram o conceito de produção multi-artística unindo à música a poesia, o teatro, cinema e as artes visuais. As temáticas das letras são universais, sentimentos e conflitos humanos bem como suas atitudes e comportamentos. Toda a banda compõe os arranjos e quatro, dos cinco integrantes, escrevem as letras.
O grupo já se apresentou em espaços importantes de Belo Horizonte e de outras cidades do país, como no Teatro Noel Rosa, no Rio de Janeiro em 2001 e na Câmara Municipal de São Paulo em 2002. Recentemente o grupo foi destaque no FAN (Festival de Arte Negra) e FIT (Festival Internacional de Teatro), ambos em Belo Horizonte. Em sua produção estão o CD - demo “Enquanto isso, o mundo se move lá fora” (2002) e o demo-álbum conceitual “Alegrias Paliativas do leprosário” (2005). Também produziram a trilha sonora dos curtas-metragens “Estranhos que acompanham” (Robert Frank – 2005), “Ontem, hoje, talvez amanhã” (Beto Assenção – 2005) e “Pisciana 23, calibre .380” (Maurílio Martins – 2006).
Em 2005 a banda foi objeto de estudo da dissertação de mestrado “Pelos de Cachorro: o rock que vem do morro”, sobre etnomusicologia, defendida pela musicóloga Márcia Guerra, quando o grupo apresentou-se na Escola de Música da UFMG, sendo o primeiro show de rock a acontecer no espaço. A banda também já se apresentou duas vezes no projeto Quarta Sônica, do Teatro Marília e foi uma das 12 bandas que realizaram o Festival OutroRock na capital (2008).
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Memorial dos abismos
No dia 17 de outubro de 2008 a banda Pelos de Cachorro realizou o concerto de lançamento do disco “Memorial dos Abismos”, no teatro Dom Silvério. O lançamento contou com cenografia e iluminação do artista Augustin de Tugny, mestre pela Escola de Arquitetura da UFMG, programação visual do VJ Matheus Machado e participação especial do músico Fernando Prates, da banda belo-horizontina Carolina Diz. Em janeiro de 2009 os Pelos de Cachorro fizeram também o lançamento do disco no Centro Cultural Vila Marçola, no Aglomerado Serra, comunidade de origem da banda.
“Memorial dos abismos” é um EP com cinco faixas, que reflete toda a verve teatral e imagética que acompanha os Pelos de Cachorro em sua proposta musical. A poesia rascunhada nas letras e a crueza de sentimentos expostos, em contato com a formação de três guitarras, além da eventual visita de teclados e outros instrumentos define a identidade do trabalho. Todas as músicas foram produzidas por Fabrício Galvani, do estúdio Casa Antiga, em um trabalho que durou cerca de um ano, entre gravações, mixagem e prensagem. No primeiro semestre, a banda lançou uma prévia do disco, o single “Estragos Sutis” em sua página no site Myspace e espera agora, com o novo EP, inserir-se no circuito da música independente nacional.
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Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
Reaparecendo primeiro nas memórias e, em posterior, nos sentidos de quem o quiser para ver e ouvir, o CINZA toca nesta quarta-feira, dia 16 de setembro, em Belo Horizonte. E você está convidada (o) a querer. O show será no Uzina, compondo uma sala dos livros e discos, musicando a luz dos abajures, repintando um quadro da parede e preenchendo a caneca com músicas de violão, piano, trombone, guitarras e imagens que perderam a cor. Jennifer Souza, Herbert Vianna, João Gabriel Machala, Michael Jackson, Rafael Godoy, Paul Mc Cartney. E mais. E tem mais. A sala e o show iniciam-se cedo, a partir das 19h, também com a presença dos DJs, amigos e provocadores de coisa boa jjbz e Normau, contribuindo no indie, pop e rock. Tudo isso é uma permissão do Coletivo Pegada, um grupo de pessoas que sorriem, trabalham e promovem as Quartas de Pegada, até o fim de setembro, com apoio do Circuito Fora do Eixo. Digite “Quarta de Pegada” e “Circuito Fora do Eixo” no Google.
CINZA NA SALA Show: Cinza DJs: jjbz e Normau Quando: Dia 16 de setembro, quarta Horário: A partir das 19h Local: Uzina (Rua Grão Mogol, 908, Sion) Mapa: http://is.gd/3glP7 Investimento: R$ 3 – entrada, R$ 7 – consumação Informações: 3221.2601
Olá! Sou tecladista, integrante da banda Sinnatras. Achei interessante o fato de vocês terem mencionado como influência a "poesia simbolista". Sou estudante de Letras e o simbolismo é o meu principal interesse e objeto de estudo na Literatura. Dentre os poetas brasileiros, eu considero Cruz e Sousa o melhor deles. Enfim, achei bacana a apropriação do simbolismo que vocês fizeram. Gostei demais das músicas! Sucesso para vocês.
Olá camaradas .. nós estamos na batalha desde 1997 também caras .. sabemos bem o que é estar na luta do underground por tantos anos .. 12 anos de banda já é o suficiente pra imprimir no trabalho características bem próprias .. e o som de vocês passa exatamente isto .. originalidade e maturidade .. parabéns pelo trabalho e força na caminhada .. grande abraço .. em tempo: tocaremos dia 12 agora no stonehenge .. estejam convidados
O Edital do III BH Indie Music já está aberto. As inscrições começam hoje, 20 de junho e terminam em 20 de julho. O festival não tem curadoria e participa a banda que quiser. Para BH, as bandas já estão sendo definidas. Exceto às bandas de BH que fogem aos requisitos da inscrição, qualquer banda independente (com integrantes maiores de 18 anos), pode participar.
Em setembro de 2008, o movimento concentrou, em Belo Horizonte, 53 bandas, de 7 capitais brasileiras e interior. Para a terceira edição, de 7 de setembro a 18 de outubro, o movimento de bandas, público, e discos independentes, espera-se, ser ainda maior. Depois de realizados mais de 400 shows em 1 ano, o BH Indie Music, movimento criado por bandas e artistas independentes, está levando o trabalho autoral da nova música a público. Além do festival, durante o ano todo, acontece na Matriz o Projeto Matriz, movimento embrionário do festival, onde shows de bandas independentes acontecem toda quinta-feira.
Os projetos do BH Indie Music são ditados pela organização. Desde de a origem do projeto BH Indie Music, organizou-se as bandas, discos independentes disponíveis, casas parceiras, colaboradores, incentivadores e, aplicando diversas ações conjuntas, vem colocando, em intercâmbio e contato, artistas de todo o país, tornando BH a capital da música independente.
Para o festival, as bandas se reúnem pela internet, através de blogs, orkut, messenger e, assim, se organiza o grande encontro. Concertos, performances, shows, são realizados por 40 dias. As bandas dividem o palco com mais bandas, o que ajuda na troca de contatos e experiências, vendem os discos que são distribuídos por todo o festival e conquistam o público da cidade.
O Edital já está no Blog do III BH Indie Music, onde serão disponibilizadas todas as informações sobre o festival desse ano.
Olá pessoal!!! Fico contente que vcs gostaram do som pois tb gostei do trabalho de vcs!!Aliás quando recebi o e-mail da divulgação do grito rock vcs foram a 1o banda que fui ouvir ... por causa do nome ... cachorro :)... o som de vcs me lembrou muito Placebo e gostei pois é dificil fazer um som assim com letras em português que soe bem... parabéns!! Grande Abraço Bianca - ZicZira
Tá add, brothers! Na verdade eu(Alex,guitarra) conheço o batera de vcs desde os tempos q trabalhava num posto de gasolina, na 040, e olha q isso já têm bastante tempo. Abraço, depois vamos marcar uma parada juntos.
Gente... já to a bastante tempo aqui olhando as fotos, os videos e as músicas. poxa, fico feliz de ver a determinação que voceês tem, não é fácil, e vocês cada vez mais evoluindo e evoluindo. Quero deixar meus sinceros parabéns e dizer que torço bastante pelo pelos, não fui em nenhum show mais, mas quero ir e ver geral. Um Abraço especial ao Robert e desculpas pelo dia do aniversário dele que não pude ir...