ENGLISH
By Eduardo Barbixa
Rumor has it that we are a Satanist band that worship
all that is evil and what it can provide. Project 666 invests all it’s power into
Heavy-metal and in its symbolism. Since early years music icons like Black Sabbath,
Slayer, Cannibal Corpse and Sepultura have permeated our heads. Especially
our fellow countryman from Sepultura. Based on their success out of Brazil,
that many kids ranging from 15-17 begin to form new bands all over the country,
in order to fulfill their dreams of touring around the world. We too incorporated
this idea and from there we started our first individual bands. Eduardo and
Rodrigo Colaço formed Pecapta (1997-2003); Later on Rodrigo became
the lead singer of lead guitarist Renato Raymonds..s former band Sick Sins (1997-2005);
Adriano created the band Noisiv(1999-2007), together with Fabio Montarroios,
who used to play bass for Nor-K (1998-2007).
All these years of rehearsal, recording and
performing forged the bases of professionalization of the band, which
was born at the end of 2006 with the intention of merging various genres
of Heavy metal in the same compositions. The consequences of that can
be found in the songs from the first EP and the single Downgod.
These are songs that derive from Trash-metal, Death-metal, Black-Metal,
Grindcore and Hardcore, in a brutally innovative, fast paced and aggressive
form. Let’s take the case of the song Weapon of Mass Destruction for instance.
Almost seven minutes of oscillation between faster and slower riffs that take
the listener to experience various levels of intensity and constant variations.
The recording of the first EP and the creation of this Myspace (since 2006)
lead to live presentations
in many cities of the Northeast
Region of Brazil (Surubim/PE, Olinda/PE, Recife/PE,
Natal/RN, João Pessoa/PB, etc). At this time we also began to design the concept of the
Hellbox and all sorts of merchandising to promote the band. That has provided
two very important concerts in our career being the
Pátio do Rock 2007 (in front of the São Pedro church in Recife Antigo)
and Abril Pro Rock 2008 (at the Chevrollet Hall, Olinda). Right after that
the band started to be exposed in the mainstream specialized media like
Recife Rock site, PE360Graus from Globo Network and Rolling Stone magazine, br.
The next plans for P666 are the recording of the split album “Terra Batida” with
5 other bands, which will be all financed by the Government.
This is a never seen, historical event since a project that
has heavy metal bands as focus has never been approved before|
in Pernambuco. Soon the band will release the DVD of their
presentation at the Abril Pro Rock 2008 concert captured by the
cameras of Pablo Nóbrega and Luis who registered all the catharsis
shown by P666 in 30 minutes of mass destruction.
PORTUGUES
Por Eduardo Barbixa
Dizem por ai que somos uma banda satanista, que cultuamos todo o mal que o diabo pode proporcionar. Não, não cremos no belzebu. O Project 666 deposita toda sua fé no Heavy-metal e toda sua simbologia macabra. Desde de moleques que ícones como - Black Sabbath, Slayer, Cannibal Corpse e Sepultura – permeiam nossas cabeças. Principalmente, nossos conterrâneos do Sepultura. Foi a partir do sucesso deles fora do Brasil, que muitos garotos com mais ou menos 15-16 anos de idade começaram novas bandas de metal em todo o país, afim de concretizar a tão sonhada primeira turnê no exterior. A gente também pirou com essa idéia e foi a partir disso que demos início as nossas primeiras bandas. Eduardo e Rodrigo Colaço montaram a banda Pecapta (1997-2003); Depois Rodrigo se tornou o último vocalista da banda Sick Sins (1996-2005), cujo guitarrista era Renato Raymonds; Adriano criou a banda Noisiv(1999-2007), junto com Fabio Montarroios, que também tocava contra-baixo na Banda Nor-K (1998-2007). Todos esses anos de ensaios, gravações e shows serviram sustentar a base profissional do Project 666, que nasceu no final de 2006, com a pretensão de colocar diversos gêneros do Heavy-metal num mesmo conjunto. A conseguência disso pode ser ouvida nas músicas do primeiro EP e no Single Downgod. São músicas que transcorrem do Trash-metal, Death-metal, Black-Metal, Grindcore e Hardcore, de forma brutalmente inovadora, rápida e agressiva. Vejamos o caso da música Weapon of Mass Destruction. São quase seis minutos de oscilação entre riffs mais rápidos e lentos, que levam o ouvinte a viagens diabólicas em vários níveis de intensidade.
A gravação do primeiro EP e a criação deste Myspace deu início as apresentações ao vivo, em diversos municípios do nordeste (Surubim, Olinda e Recife/PE, Natal/RN, João Pessoa/PB, etc). Neste período, começamos também a concepção da Hellbox e todos os outros produtos de divulgação da banda. Isso proporcionou dois shows bastante significativos em nossa carreira, que foram as apresentações nos festivais: Pátio do Rock 2007 (em frente ao Pátio de São Pedro no Recife Antigo) e o Abril Pro Rock 2008 (no Chevrollet Hall em Olinda). Logo, a banda passou a ser difundida nos principais meios de comunicação especializados em música no Brasil, como: o site Recife Rock, o site PE360Graus da Rede Globo e a Revista Rolling Stone. Em outubro de 2008, o P666 foi aprovado, junto a outras cinco bandas de metal, para a gravação e distribuição do CD-Split “Terra Batida”, que será todo financiado pala lei de incentivo a cultura do Governo do Estado de Pernambuco. Feito inédito e histórico do Funcultura, visto que este é o primeiro projeto de cultura aprovado, que tem como destaque bandas de heavy-metal pernambucanas. Em breve, será veiculado na internet a apresentação do Project 666 na 16ª Edição do Festival Abril Pro Rock - PE. O show foi registrado na íntegra pelas lentas dos cinegrafistas Pablo Nóbrega e Luis, que traduziram toda a catarse promovida pela banda durante 30 minutos. DVD e CD Project 666 - Evil Live at APR 2008.
Clippings
Site - RECIFE ROCK - Palco dois – por Paulo Floro
O Project 666 dava o recado: aquela era a noite do peso no Abril Pro Rock, sem a presença de headbangers e sua disputa de “bate-cabelo”. Teve a vantagem de pegar um público disposto que acabara de chegar no Chevrolet Hall, e sua apresentação não foi acometida pelo cansaço da platéia - até o New York Dolls sofreram com isso. Sem ninguém deitado pelos cantos da casa, o Project 666 despejou toda a agressividade e fez uma ótima abertura dos trabalhos de peso da noite. O interessante na banda é que, apesar da obviedade do nome, da proposta sem muita inovação, o som consegue chamar atenção até dos detratores do metal (ou rock pesado, por extensão). É difícil ficar incólume àquela fúria. Deve ser coisa do demo mesmo. O “projeto” tem influências bem acabadas de vários estilos de metal. E parece que conseguiram um público também heterogêneo. Tomados pela catarse promovida pelo vocalista Rodrigo Colaço, estavam metaleiros, adolescentes do hardcore, mods e - juro que dava para encontrar - indies.
Já a Zumbis do Espaço não manteve o carisma do Project 666.
Site - PERNAMBUCO.COM – Por Maria Carolina Santos
A Project 666 impressionou pela competência dos integrantes. Num show rápido, nervoso e gutural, Rodrigo Colaço mostrou que é provavelmente o melhor vocalista do gênero na cidade.
Site – FOLHA DE PERNAMBUCO – Tárcio Fonseca
O segundo show da noite foi da Project 666. Pessoalmente eu considero os caras como a melhor banda de metal do Recife. E também a mais profissional e a que mais corre atrás. Do início ao fim da apresentação eles mostraram um trash/death metal consistente, terminando com a clássica Angel of Death do Slayer. A banda levou a medalha de ser a primeira a conseguir formar uma verdadeira roda de pogo no Abril pro Rock 2008. Foi legal também já ver várias pessoas usando a camiseta preta com o logo da Project 666, prova de que os caras tão organizados na divulgação.
Site – Dynamite - Por André Pomba
Logo depois veio a banda local Project 666 (PE) no palco 2, fazendo um thrash metal, por vezes beirando o death e o metalcore com muito peso. Com um vocalista que lembra muito - em todos os sentidos - o João Gordo, abriram-se as primeiras rodinhas. Apesar de um estilo que tende à linearidade, eles mostram muitas variações em suas músicas. A que mais gostei foi “Downgod”. A apresentação acabou em grande estilo com o cover de “Angel Of Death”, do grande Slayer.
Site - PE360GRAUS
Logo depois foi a vez do Project 666 iniciar a maratona de hardcore. Com um vocal gutural e uma bateria forte, a banda, também pernambucana, fez barulho e o público montou a roda. A essa altura, a festa estava apenas começando.