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Rafael Palmeira

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Album:
Released: Apr 12, 2012
Label:

General Info

  • Genre: Alternative / Pop / Rock

    Location Curitiba, Paraná, Br

    Profile Views: 160003

    Last Login: 1/24/2013

    Member Since 2/11/2007

    Record Label Unsigned

    Type of Label Unsigned

  • Bio

    Sobre pedras, o movimento inconstante dos olhos em frente a um espelho. Tentando entender o estrago em mais um trago apagado. As luzes que nos deixaram sinais tão fracos de desespero. É constante entender o medo que pula dos olhos despedaçados. Jamais teriam dito que gritar tão forte é humano. Voar tão alto tão pouco será. A solidão castiga quem não percebe que a multidão está só. A solidão nos obriga a precisar da multidão. Falo sobre quem não enxerga nenhuma luz no fim. Falo sobre quem se empedra na angústia de estar só. São tantas coisas que eu não sei se consigo aguentar. É melhor juntar os pedaços, estilhaços e o pó. A sombra vai se formando no entardecer. As formas que assombram o ser se transformam com a indagação de que talvez ter ido embora de nada adiantará. As luzes da cidade estarão sempre lá. O tempo é que devora e não te deixa encarar a noite e o simples espanto de ser inanimado.
  • Members

    Rafael Palmeira - Guitarras, Baixo, Teclado, Voz e Samplers
  • Influences

    Engenheiros do Hawaii; Audioslave; Legiao Urbana; Rolling Stones; Cold Play; Guns N' Roses; Eric Clapton; Pearl Jam; Radiohead; Arctic Monkeys; The Strokes; U2.
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Sobre pedras, o movimento inconstante dos olhos em frente a um espelho. Tentando entender o estrago em mais um trago apagado. As luzes que nos deixaram sinais tão fracos de desespero. É constante entender o medo que pula dos olhos despedaçados. Jamais teriam dito que gritar tão forte é humano. Voar tão alto tão pouco será. A solidão castiga quem não percebe que a multidão está só. A solidão nos obriga a precisar da multidão. Falo sobre quem não enxerga nenhuma luz no fim. Falo sobre quem se empedra na angústia de estar só. São tantas coisas que eu não sei se consigo aguentar. É melhor juntar os pedaços, estilhaços e o pó. A sombra vai se formando no entardecer. As formas que assombram o ser se transformam com a indagação de que talvez ter ido embora de nada adiantará. As luzes da cidade estarão sempre lá. O tempo é que devora e não te deixa encarar a noite e o simples espanto de ser (inanimado).

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