O nome REGRA ZERO saiu de uma lista com mais de 200 nomes e traduziu de forma simples a sonoridade do quinteto: falta de regras, as influências diversas vindas do rock 70 e do rock 80, do blues, do samba e dos improvisos do Jazz. Ao ouvir o REGRA ZERO, pode-se encontrar um pouco de tudo, desde o psicodelismo dos anos 70, até a sonoridade da Jovem Guarda.
Com temas inspirados no cotidiano e no comportamento humano, as letras de Rodrigo Rodriguez são carregadas de imagens, cenas poéticas que fluem por grooves e guitarras suingadas, e as influências do samba, contribuição do inquieto Guilherme Salgueiro, baixista da banda, também cavaquinista e percussionista em escolas de samba – e responsável pela performance “sambanopeblackmusic” nos shows da banda.
O improviso é uma constante nos shows de Rodrigo Rodriguez (vocais e guitarra) Guilherme Salgueiro (baixo), Ygor Helbourn (bateria), Freddy Escobar (teclados) e Marcel Beiner (guitarra). Com quatro anos de estrada, o REGRA ZERO está lançando o primeiro CD, homônimo. O álbum conta com 21 faixas, registrando todo o trabalho da banda.
Com uma comunidade de dez mil membros no Orkut, a banda segue na estrada, passando por palcos importantes no Rio de Janeiro como oTeatro Ziembinski, as Lonas Culturais, e uma das casas de show mais tradicionais e importantes do Brasil, o Canecão, onde lançou oficialmente o CD REGRA ZERO. Na mesma noite, a banda dividiu o palco com a banda Perdidos Na Selva no show de lançamento do DVD da mesma, que conta com a participação de nomes como Sandra de Sá e Jerry Adriani e do próprio REGRA ZERO.
Recentemente, a banda foi convidada a participar do Calango Festival, em Cuiabá, e batalha para participar de todo o circuito de festivais pelo Brasil e levar a sonoridade sem regras para todos os lugares.