Contactos: rodadechorodelisboa@gmail.com - Tel. 933309614
Todas as Terças-feiras fazemos o já tradicional (desde 2005) "bailarico gingão" que desde Outubro de 2008 tem lugar no Lusitano Clube, Rua São João da Praça, nº 81 em, Lisboa na freguesia da Sé em Alfama.
Movies
Em 2008 fizemos + de 120 apresentações um pouco por todo o país em auditórios, praças, teatros municípais, festivais, cabarets, casas de música ao vivo, associações culturais, galas, programas de televisão, universidades e eventos diversos.
Television
A Roda pode apresentar-se do Trio ao Sexteto
Músicos: Mucio Sá - bandolim e cavaquinho (Brasil) ; Luís Bastos - clarinete (Portugal) ; Carlos "bisnaga" Lopes - acordeão e direcção musical (Portugal) ; Nuno Gamboa - violão de 7 cordas e direcção artística (Portugal) ; Alexandre "barriga" Santos - percussão (Brasil).
Books
Músicos que já tocaram como convidos ou fizeram parte da Roda: Pernambuco do Pandeiro - percussão (Brasil) ; Luanda Cozetti - cantora (Brasil) ; Danilo Penteado - cavaquinho (Brasil) ; Rhay Silva - cantora (Brasil) ; José Nunes - bandolim (Portugal) ; Jefferson - percussão (Brasil) ; Miguel de Sesimbra - cavaquinho (Portugal) ; Felix Jr. - violão de 7 cordas e cavaquinho de 5 cordas (Brasil) ; Edu Miranda - bandolim (Brasil) ; Carlinhos 7 cordas - violão de 7 cordas (Brasil) ; Tercio Borges - cavaquinho (Brasil) ; Rodrigo Lessa - bandolim (Brasil) ; Pedro Godinho - violão e bandolim (Portugal) ; João "janeca" Nogueira - contrabaixo (Portugal) ; João Fião - percussão (Portugal) ; Pedro Moura - cavaquinho (Brasil) ; Lídia Serejo - flauta transversal (Portugal) ; Dinis Geraldes - bandolim (Portugal) ; Marcelo Fortuna - violão (Brasil) ; Djon Luz - cavaquinho (Cabo-Verde) ; N'Gafa - percussão (Angola) ; Guto Lucena - saxofone soprano e flauta transversal (Brasil)
About me: Grupo luso-brasileiro que trabalha com a lusofonia assumindo como matriz o "chorinho" brasileiro
..
A história do Choro provavelmente começa em 1808, ano em que a Família Real portuguesa chegou ao Brasil. Em 1815 a cidade do Rio de Janeiro foi promulgada capital do ..Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarves... Em seguida passou por uma reforma urbana e cultural, quando foram criados cargos públicos. Com a corte portuguesa vieram instrumentos de origem européia como o piano, clarinete, violão, saxofone, bandolim e cavaquinho e também músicas de dança de salão européias, como a valsa, quadrilha, mazurca, modinha, minueto, xote e principalmente a polca, que viraram moda nos bailes daquela época. Esta última foi apresentada ao público em Julho de 1845.
Roda de Choro de Lisboa Gala 510 Anos Santa Casa Misericordia
A reforma urbana, os instrumentos e as músicas estrangeiras, juntamente com a abolição do tráfico de escravos no Brasil em 1850, podem ser considerados uma “receita” para o surgimento do Choro, já que possibilitou a a emergência de uma nova classe social, a classe média, composta por funcionários públicos, instrumentistas de bandas militares e pequenos comerciantes, geralmente de origem negra, nos subúrbios do Rio de Janeiro. Essas pessoas, sem muito compromisso, passaram a formar conjuntos para tocar de “ouvido” essas músicas, que juntamente com alguns ritmos africanos já enraizados na cultura brasileira, como o batuque e o lundu, passaram a ser tocadas de maneira a brasileirada pelos músicos que foram então batizados de chorões.
Vê se gostas de Waldyr Azevedo
Who I'd like to meet: O Choro, popularmente chamado de chorinho, é um gênero musical, uma música popular e instrumental brasileira, com mais de 130 anos de existência. Os conjuntos que o executam são chamados de regionais e os músicos, compositores ou instrumentistas, são chamados de chorões. Apesar do nome, o gênero é em geral de ritmo agitado e alegre, caracterizado pelo virtuosismo e improviso dos participantes, que precisam ter muito estudo e técnica, ou pleno domínio de seu instrumento. O choro é considerado a primeira música popular urbana típica do Brasil e difícil de ser executado.
Tico Tico no fubá de Zequinha do Abreu
Obrigada pelo convite de amizade. Sejam bem-vindos. A música popular é sempre de admirar e preservar. Parabéns pelo vosso trabalho. Gostei muito. Beatriz
OLÁ, SOU CARLOS, ESCRITOR, POETA E EDITOR DO FANZINE EPISÓDIO CULTURAL. ENTRE EM CONTATO, POIS PRETENDO DIVULGAR SEU TRABALHO NO FANZINE TANTO IMPRESSO QUANTO NOS BLOGS.