Brother Diogo «Giggs» Oliveira (lead vocal); Ratusfari (vocals and percussion); Romano Rafael (percussion); Ras Gustavo (keyboards);Márcio Silva (Drums); Sérgio Pires (Bass); Renato Dias (Guitars); Rui Buraco (Sound Engineer); Joaquim Ramos (Sound Engineer); Brother Falcão, Brother Filipe, Brother Manguela (Road Technicians); Vanessa Neves (Road Manager)
Influences
Toda a música de intervenção, toda a música de mensagem... toda a música que por ser verdadeira nos toca, e nos motiva a fazer a nossa música...
Musica é uma linguagem única e universal, entendida por todos, para todos!
"COMUNICAR" EMI, 2006
"SUBENTENDER", Monkila, 2009
Sounds Like
BOOKINGS & INFO
PEDRO BARBOSA (932256711)
JOAO DINIS (960088748)
SOULSOFFIRE@SEMEVENTOS.PT
De uma forma muito rápida gostaria de explicar neste texto, quem são os Souls of Fire.
É uma banda que se forma a partir de um grupo de amigos, que se conheceu na Praia de Leça, no Porto. A importância da praia está ligada a vários factores, entre eles o surf e o bodyboard, ou razões que têm simplesmente haver com o facto da nossa casa, ou mesmo a nossa antiga escola estar na proximidade da praia, e assim muito naturalmente esta aparecer como espaço principal de encontro e convívio. A verdade é que para todos os efeitos, a praia sempre foi um espaço público onde as pessoas que a frequentam procuram o sol, o descanso, a diversão… e de todos os espaços da cidade é talvez aquele menos preconceituoso na medida em que congrega rapazes, raparigas, novos e velhos, pobres e ricos, populares e intelectuais, residentes e imigrantes, brancos, pretos, uns vermelhos, outros amarelos ou mesmo azuis… a praia é assim!
É exactamente neste contexto livre e multicultural que surge a ligação ao reggae, à música de intervenção. É através das experiências dos amigos mais velhos, das histórias de viagens que correm pela praia, e da praia enquanto espaço que acolhe viajantes com novas histórias, que o reggae (banda sonora de todas essas histórias) chega ao grupo mais novo e influenciável, ou seja nós!
Estamos a falar do final dos anos noventa, numa altura em que ainda se trocavam discos e cds, e sendo nós miúdos, construímos muito do que somos com base nestas referências…
Assim muito naturalmente surgiu em 2000 a banda de música, que rapidamente todos os amigos (novos e velhos) acolheram como parte da praia, parte da identidade de todos… desde essa data, novas histórias foram contadas a partir dos muitos concertos que a banda teve oportunidade de dar e partilhar com todos.
É exactamente nesta perspectiva que nós, Souls of Fire, nos situámos…uma banda de todos, para todos.
Em 2006, tivemos a experiência de gravar o primeiro disco “Comunicar” e dessa forma expandimos o nosso grupo de amigos, dando a conhecer mais a nossa música. Pelo caminho, deparamo-nos com politicas de mercado completamente novas para nós: marketing e multinacionais, investimentos e publicidade, crítica e opinião pública. Todo um mundo que nos fez perceber ainda melhor, o verdadeiro significado de escrever e tocar música reggae.
Foi também nessa data que ficou muito claro para nós, que o crescimento de uma banda deve reflectir de todas as formas a música que canta: neste sentido, é com muito orgulho que reconheço a total independência e soberania dos Souls of Fire. Nunca nos sujeitamos a pressões de nenhum género: o nosso modelo de funcionamento assenta nos mesmos princípios de igualdade que desejamos ver na nossa sociedade (todos os membros, músicos e agentes, recebem uma parte igual, comprometendo-se cada um com um trabalho que é de todos), numa retrospectiva do nosso ainda curto percurso fomos intransigentes com modelos de negócio, ou supostas propostas propagandistas que de alguma forma fossem contra uma posição ideológica que consideramos ser basilar no nosso grupo.
Não estou convicto que todas as decisões tenham sido as mais acertadas, mas tenho a certeza que a banda nunca penhorou a verdade das suas músicas. (que é o principal!)
Em 2009, e depois de três anos a escrever novas canções, temos o segundo disco intitulado “Subentender”. O principal desafio deste disco era ser ainda mais verdadeiro que o primeiro, mais interventivo, que expressasse simultaneamente a dedicação e crescimento enquanto músicos e enquanto indivíduos. Um disco que retratasse experiências e momentos marcantes da banda: tais como o concerto com Skatalites, a celebração do 25 de Abril num concerto organizado por nós (Expressão 2005), a pequena digressão com os brasileiros Ponto de Equilíbrio, a experiência de trabalhar com Jim Fox em 2006, concertos com Alpha Blondy, os Waillers, Gentleman, Groundation…e tantos mais! Queríamos trazer para o disco, a experiência que foi tocar pelo país, e o quanto aprendemos nesses contactos…desde a Moita a São Miguel, de Santarém ao Pombal, Cascais, Lisboa, Porto, Viana, Matosinhos…mais e mais sítios e lugares…
Pedimos por fim a ajuda a alguns amigos, que nos dessem a sua opinião, que fizessem o seu juízo sobre o trabalho final deste disco… (claro que no meio de elogios vêm sempre criticas que vamos ter certamente em conta, quando fizermos o terceiro álbum), entretanto… continuamos a crescer, e continuamos com a incrível sorte (sim, também conta!) de poder dar muitos concertos, que no fundo é aquilo que mais nos motiva: partilhar música, fazer amigos, viajar e conhecer, e poder viver a fazer isso!
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Hey Pessoal, tudo em cima? Passem pelo nosso myspace e ouçam uma das músicas que entrará no nosso EP a sair em 2010 Deixem o vosso comentário!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Hy, what's up?!!! Check our new song in myspace, from our new EP that will be released in 2010 Leave a comment!!!!!!!!!!!!!!!!
Foi lá para inícios de 2005 descobri uma banda que tocava Marcus Garvey e Bens Materiais. Na altura sabia que se chamavam Souls of Fire e nada mais conseguia descobrir.. no entanto, só com esses dois sons, tornou-se na minha banda de eleição.
Mais tarde, nesse mesmo ano, tive o primeiro contacto ao vivo com esta banda, foi no Sapo Surf Bits no dia 3 de Setembro. Como a todos os amantes de reggae, deu-se logo o click, notava-se que ainda tinham tanto para dar e mostrar e como entretanto descobri quem eram e de onde eram, consegui manter-me relativamente a par da banda e dos seus progressos.
Entretanto, espalhavam-se os seus sons pela net, ainda sons ao vivo e uma ou outra demo. Crescia a fixação pela banda, o número de fãs e o seu nome a nível nacional. Um ano depois lançam o novo álbum e estava dado o primeiro passo principal. Cada vez mais e melhor se ouvia falar dos Souls of Fire.
Pouco tempo depois, tive a feliz ideia de querer trazer a banda a uma festa da escola em que andava na altura. Acabei por entrar em contacto com os managers da banda, o João Dinis e mais tarde com o Pedro Barbosa e, apesar do concerto não ter ido para a frente, mantivemos contacto. Acabei então por conhecer a banda no Oeiras Jam, no dia 3 de Maio de 2008, uma prenda de anos.. literalmente. Desde então que acompanho o pessoal a 100% na zona Centro/Sul e dá gosto ver a evolução e revolução da banda de palco para palco. Foram bastantes os concertos que já corri e cada vez mais se nota o progresso desta banda. (continua)
(continuação) Agora, os Souls of Fire são conhecidos por Portugal inteiro. Postura, energia, sentimento e verdade, são na minha opinião, as quatro características que os tornam senhores de palco. Agora lançaram o novo álbum. Nascem novos sons, mais concertos, mais fãs, mais positividade, mais e mais e mais…!!
E pronto, ressaca pós-férias ou não, aqui estou eu a mandar um sensível (lol). Mas queria agradecer do fundo do coração a toda a banda, à Vanessa, ao João Dinis e ao Pedro Barbosa por me terem “acolhido” no movimento Souls of Fire. Sabe bem sentir que o pessoal, da nossa banda favorita desde à 3 ou 4 anos, é nosso amigo. Sem esquecer o Abel, Tiago, Vareta e Charlie que apesar de já não tocarem com a banda, serão sempre Souls of Fire.
Mais uma vez, muito obrigado. Sempre na linha da frente, Diogo Rebelo. Feel Irie
Adorei o vosso Album Comunicar e vou comprar o Novo!! Sou 100% Fã! Ainda não tive oportunidade de assistir a um concerto vosso, manos... Infelismente ainda não tenho "vida própria"... Com a vossa música consegui por o meu irmão e o meu primo de 9 anos a ouvir reggae! Eles detestavam reggae e agora curtem, graças a vocês! Peace! Jah Bless You!