Guto - Guitar;
Patsy - Drums;
Velv's - Piano and Bass;
Ivan - Guitar and vocals
Influences
Nelson Gonçalves (that..s a lifestyle), Odair José/Evaldo Braga e todos os românticos incompreendidos (that's a way of moaning), Bob Dylan, Eagles of Death Metal (that's a way of dancing), Erasmo e Roberto Carlos, Thiakov, Franz Ferdinand, Mark Twain, Mr. Daniel Johnston and Mr. Robert Jonhson, Lou & Bowie, Jack White, Laerte e Angeli, The Junkie Dogs.
Poucos dariam crédito a realeza de nossa Graceland do Itapemirim ao definir a existência de três malucos e uma baterista (lê direito mané: UMA!) que andam berrando o libidinoso refrão “Quero fazê amor” na língua pátria de Iggy Pop, nos inferninhos astrais da capital mineira. Mas é possível que seja o mais notório dos Carlos desse país a justificativa mais elegante para explicar o nascimento dos The Dead Lovers Twisted Hearts.
Mais até do que outros pedaços sagrados da música popular, como Dylan e os Ramones ou mesmo a jovem guarda representada por Franz Ferdinand e Yeah Yeah Yeahs-influências óbvias e assumidas, sem maiores dramas, é a biografia (a autorizada, aquela escrita nas canções) de Roberto Carlos que pauta os Dead Lovers. Personagens universais disfarçados de ficção (“Huckleberry Finn”), desilusões mascaradas em porres (“Hey Babe Have You Ever Been In Hell?”) e claro, ingenuidades que revelam sacanagem pura e simples mesmo, como na suprema “All Night Long”. No caso desses caras (e uma baterista!), a idéia do “simples e direto” é mais do que musical, é assumidamente um estilo de vida.
Estilo! Algo que a banda tem de sobra e está em falta no mercado. Já estava na hora de apresentar: Ivan (voz e guitarra base), Velvs (baixo e piano), Guto (guitarra solo), e elevando o coeficiente cool nas alturas, a baterista Pati, não parecem se importar muito em reinventar a roda já bastante gasta do roque, e sim caírem na estrada com o melhor combustível possível: diversão babe!
Se for para subir no palco que seja turbinado da melhor forma possível, com músicas altamente dançáveis, refrões instantâneos, folks tocados com energia punk e punks vestidos de folks ancestrais. Definitivamente o show do Dead Lovers – e as sempre lotadas noites no bar A Obra são um termômetro exato – é uma das coisas mais bacanas de Belo Horizonte nos últimos anos. Cumprem com louvor as promessas gravadas e lançadas em 2006 na demo “What Is It For?”, também disponíveis nos endereços Trama Virtual (www.tramavirtual.com) e My Space.
Faça as contas: um nome divertido, gente fina elegante e sincera, UMA baterista, canções aderentes e um show concorridíssimo. Desmentindo o dito: acredite no hype. Ou siga os The Dead Lovers Twisted Hearts, menos acadêmicos, em “All Night Long”: it ain..t over till is done!
Ah,faltou falar do nome da banda: é o título de uma canção do trovador indie norte americano Daniel Johnston, mais um daqueles biscoitos finos não consumidos pela massa. Um sujeito que gravava canções bonitas da maneira mais torta possível.Bingo!
Oi...
está no ar a entrevista que fizemos com a banda Júpiter Maçã, ou melhor, com Flávio Basso, o criador desse planeta.
abraços,
Rennó & Amélie. http://outroscriticos.blogspot.com/
Comédia, né? Vamos combinar de fazer algo juntos, sim. Acho que pelo primeiro semestre do ano que vem a gente desce por aí. Comentei o disco de vocês na coluna que escrevo para o Sambapunk.
Oi... sou do blog Outros Críticos... Fizemos a entrevista com vocês por intermédio de ana garcia, mas normalmente entramos em contato com as bandas... gostaria de agradecer pela disposição em conversar conosco... vimos vocês tocando no festival, em recife, gostamos um bocado... 'no more dramas' continua impressionante e a baterista deveria cantar mais vezes... abraços... espero que tenham curtido a entrevista... té.
Reaparecendo primeiro nas memórias e, em posterior, nos sentidos de quem o quiser para ver e ouvir, o CINZA toca nesta quarta-feira, dia 16 de setembro, em Belo Horizonte. E você está convidada (o) a querer. O show será no Uzina, compondo uma sala dos livros e discos, musicando a luz dos abajures, repintando um quadro da parede e preenchendo a caneca com músicas de violão, piano, trombone, guitarras e imagens que perderam a cor. Jennifer Souza, Herbert Vianna, João Gabriel Machala, Michael Jackson, Rafael Godoy, Paul Mc Cartney. E mais. E tem mais. A sala e o show iniciam-se cedo, a partir das 19h, também com a presença dos DJs, amigos e provocadores de coisa boa jjbz e Normau, contribuindo no indie, pop e rock. Tudo isso é uma permissão do Coletivo Pegada, um grupo de pessoas que sorriem, trabalham e promovem as Quartas de Pegada, até o fim de setembro, com apoio do Circuito Fora do Eixo. Digite “Quarta de Pegada” e “Circuito Fora do Eixo” no Google.
CINZA NA SALA Show: Cinza DJs: jjbz e Normau Quando: Dia 16 de setembro, quarta Horário: A partir das 19h Local: Uzina (Rua Grão Mogol, 908, Sion) Mapa: http://is.gd/3glP7 Investimento: R$ 3 – entrada, R$ 7 – consumação Informações: 3221.2601
p.s.: Esta entrevista foi concebida para ser publicada originalmente no Site Recife Rock, mas depois de muito tempo e alguns e-mails não respondidos, resolvemos publicá-la em nosso blog. Sem mágoas, sem rock.
Aê, endiabrados! Vamos tocar no Garimpo, acho que chegamos sexta, dia 4! Não vemos a hora! Eu tou indo pra Ouro Preto/Mariana domingo que vem praquele tal evento de história da história da história, ficar lá até quinta. Ia certamente esticar pra BH, mas daí rolou esse show e não precisou. Se eu emendasse uma coisa na outra, vocês sabem como seria: não voltaria mais. Esperando ansiosamente o momento dos abraços e beijos e cachaças com torresmos! Beijões!