Uma noite chuvosa em Juiz de Fora, Minas Gerais. Em uma mesa, três jovens discutem os rumos da música contemporânea, enquanto tomam cerveja e comem biscoito passatempo. Ainda que com gostos e opiniões musicais diferentes, decidem se reunir para criar um projeto que traga de volta a magia das músicas que eles cresceram ouvindo e aprenderam a amar. Mas rapidamente percebem que isso ia dar um trabalho do caramba e resolvem fazer alguma coisa que dê dinheiro, afinal, nenhum deles vai ser sustentado pelos pais pra sempre. Quer dizer, talvez um vá, mas isso não vem ao caso.
Assim nasceu “The Funk Zappa Project”, o primeiro grupo de folk-pop-funk eletrônico do Brasil, focado para o mercado estrangeiro (principalmente Londres), onde as pessoas não entendem nada do que a gente fala e tem dinheiro para gastar com essas porcarias. Com uma proposta totalmente voltada para as pistas de dança e o público universitário, o grupo reúne influências que vão desde Frank Zappa, Ozzy Osbourne, Black Label Society e Weezer para fazer um som que mistura Bonde do Rolê com Comunidade Nin-Jitsu, só que sem aquele sotaque irritante do sul e com fortes influências do cool acid jazz. Se isso existir.