Diego Oliveira
Bateria/Voz Toninho
Baixo/Voz Henrique Scalet
Guitarra/Voz Joba
Guitarra/Voz
Influences
Rock'n'Roll, Funk, Punk e Blues. Os caras dos 60's e 70's.
The Jimi Hendrix Experience, Cream, Sly and The Family Stone, The Who, Small Faces, The Guess Who, Rolling Stones, Led Zeppelin, Mountain, Canned Heat, Kings Of Leon e Seminal.
Todas essas coisas barulhentas e boas.
Sounds Like
Rock'n'roll sem frescura. Com groove e suíngue, para bundinhas balançarem. Riffs de blues, suingue de funk e pegada de punk rock sob influência dos melhores barulhinhos irritantes dos anos 60 e 70.
Quarteto de rock'n'roll com muita energia, suingue e groove!
Libido exalando, os pés marcando o tempo e agora com muito mais bundinhas balançando.
Tem um pouco de funk e tem um pouco de punk.
Tem batera de dread e tem guitarra de blues.
Não é pop, mas cativa. Não é reggae, mas balança. Não é experimental, não é vintage, não é mod, e muito menos polca. Às vezes não tem nem refrão.
É sujo. É feito de riffs. É visceral. É enérgico. É ultra! Ultra rock. ULTRAFÔNICA!
O bom e velho rock'n'roll com vontade de dançar!
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Crítica sobre o show no Grito Rock SP, em fev/2008 no Outs:
"Apesar da música e da matemática andarem de mãos dadas, nem sempre a teoria aplicada de uma serve à outra. No caso do Ultrafônica, a soma de um integrante à formação do power trio resultou em mais, muito mais. E 3 + 1 não foram igual a quatro.
Passava da meia-noite do dia 7 de fevereiro quando o Ultrafônica subiu ao palco do Outs e abriu oficialmente o Grito Rock SP, apresentando ao público paulistano sua nova formação.
Músicas como “Oportunidade” e “Todas Querem Rock’n’Roll” ganharam nas levadas poderosas e o rock’n’roll sem firulas da banda ficou multidimensional."
Programa TRAMA VIRTUAL no canal MULTISHOW sobre o Grito Rock
“Pura energia do rock’n’roll traduzida em riffs grudentos e letras libidinosas. Os caras no palco não falam demais, não riem demais, não pulam demais. Mas são demais! O punk rock com cara de blues e jeito de beberrão invade o corpo e te faz – se não sair dançando – pelo menos bater os pés no ritmo do som. Essa forma visceral de trazer as idéias à tona ainda é atual e mais do que suficiente para mostrar pra todo mundo que Ultrafônica merece mesmo o prefixo ‘ultra’ no nome. Vale a pena decorar as letras para se esgoelar junto com o vocalista.”
André Luiz Souza em “Unknown Survival”
“Imagine um sujeito bebendo uísque no gargalo quebrado e subindo ao palco com uma guitarra suja, fazendo um som mais classificável pelo que não é do que pelo que é: Não é pop-isso, pós-aquilo, gothic-blues ou hard folk. É ousado sem ser experimental, rock sem ser vintage e sem sombra de dúvida não é uma polca miséria. Somos poupados dos solos fritados e longos e muitas vezes, quem diria, do próprio refrão, e a energia visceral do show é a mesma que está sendo colocada na gravação do cd novo.
O vocalista não fica afônico e a vibração da música pode causar abortos dançantes e derrubar o suflê. Entre um grito esquizofrênico e outro os pés marcam o tempo de um rock..n..roll cru e cavernoso, para os verdadeiramente corajosos apenas.”
Renato Kaufmann, jornalista em “Neural Noise” (ex JT, Folha, Super Interessante, SET, iG)
"Uma banda que está tentando acabar com o sonzinho prostituído e cafona que rola atualmente na MPB.
Acha que não está bem gravado, existem notas dissonantes e outras meiguices? Isso deve ser só o demo dos caras. Andando pela net você encontra muita coisa pior (ou melhor, se tiver patrocínio e uma mesa com trocentos canais a disposição - além do papai bancando tudo, claro).
O interessante é que o povo mais underground anda tentando recuperar algo que, mesmo inspirado em Beatles e Rolling Stones, tem fortes raízes nacionais e lembra bem a tentativa de se fazer rock de qualidade, como na época em torno dos anos 80 (pouco antes e pouco depois).
Comercialmente? Não sei se vinga. Porém emocionalmente pode conquistar seu público sim."
David Nóbrega em "Aqui não Genésio - Segundo Caderno"
Ta na mão,com adoçante... Porra velho pode cre,lembramos sim da galera do Escárnio e osso la em Pinda,o pessoal da Somos tambem! rolava uma barraquinha,trocamos uma ideia..Opaaa bem lembrado hahahaha Valeuw a preza =] vamos fazer uma sonzeira
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Pois é !!! Já faz mais 1 ano que lançamos nosso 1 disco, o "disco do saco bege" O Bichinho já chegou as mãos de 514 brasileiros e está em fase de confecção de novos exemplares. Mas o que pega é que a SomoS tem mais!!!
No Próximo dia 17 de novembro vamos lançar o "singelo EP da vaquinha". Será lançado no festival Beradeiros, em Porto Velho, Rondonia. Tomamos a liberdade de fazer o trocadilho e dizer na lata: "Fazer a vaquinha para o 2 disco".
O "singelo EP da vaquinha" vai estar por ai! e garanto, uma belezinha du caralho!
agenda SOMOS:
* 15/11 - Cuiabá - casa fora do eixo * 17/11 - FEstival Beradeiros - Porto Velho, Rondônia * 23/11 - FEstival Contato - São CArlos, SP