Miguel Marcondes – Violas e voz
Luis Homero – Zabumba de barro e voz
Everaldo Barrocas – Violão e vocais
Afonso Marques – Baixo e vocais
Nido – Acordeom
Cisso – Bateria
Tony Boy – Percussão
André Pernambuco – Percussão
Influences
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São muitos os caminhos poéticos trilhados por esses poetas e suas violas cantando pelas estradas da vida. Durante a jornada, o tempo passa e impõe suas lições. A experiência nos deixa melhores e mais conscientes. É assim, mais conscientes, que o Vates e Violas lança este Quem não viaja, fica, após dez mil cópias originais do disco anterior se espalharem.
Os poetas-irmãos Miguel Marcondes e Luiz Homero, que lideram o grupo, são mestres na arte da composição e vários intérpretes constantemente gravam suas músicas. Eles vivem um momento inspirado, a conferir em canções como Clorofila, Saudade boa e Além da vista, que evidenciam o aprimoramento adquirido numa história musical que começou ainda antes da formação do Vates e Violas, em 1997.
Não que falte experiência ao sanfoneiro Nido, ao Violeiro Passarim, ao baterista Cisso, ao baixista Afonso Marques ou aos percussionistas Toni Boy e André Pernambuco: todos são músicos com no mínimo vinte anos de estrada e trazem na bagagem currículuns respeitáveis. Onze anos juntos com praticamente a mesma formação trouxeram aos Vates e Violas o engrandecimento enquanto grupo, o que resulta em um som mais seguro e verdadeiro.
Para Miguel Marcondes: “É importante a banda fazer um disco que pode ser levado ao palco sem muita diferença do estúdio para não decepcionar nem confundir o público”. Mesmo sem deixar de usar os recursos de gravação, o Vates e Violas buscaram no Quem não viaja, fica uma sonoridade mais natural, que traduzisse o seu som verdadeiro.
As participações do disco chamam a atenção: Silvério Pessoa canta embolando na canção Um terço do Recife, Lula Côrtes com seu vozeirão participa do reggae Tibungo e com seu tricórdio em Ondinas e Maria José. Já Abdias Campos, parceiro em Ladeiras e carnavais, canta Mourão voltado em companhia de Miguel Marcondes e Luiz Homero.
Os Vates dão um passo adiante no percurso de sua carreira e refinam sua mistura de influências sertanejas, litorâneas e mundiais. Além do xote, do arrastapé e do baião, marcam presença o galope, a toada, o côco e a embolada, baladas, reggae e até repentismos roqueiros nas 13 faixas do disco.
Quem não viaja, fica é a certeza de que é necessário continuar caminhando nessa viagem que é a vida, e será lançado também nas regiões Sudeste e Sul, ampliando o raio de ação da arte produzida pelos Vates e Violas. A banda está fechando uma série de shows em Pernambuco e outros Estados para circular junto com disco pelo Brasil.
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
Próximo Sábado (08/08) tem entrevista com os ELEMENTOS no Programa CENA LIVRE da TVU às 12h em ponto. E à noite (a partir das 22h) do mesmo dia, apresentação da banda no Bar Burburinho no Recife Antigo.
A vida passa em cada passo do caminho Vou passarinho professando a minha fé Vou bem cedinho pela estrada que se espalma O Nordeste em minha alma Nos catombos do trupé Vou Severino percorrer légua tirana Com toda aventura humana No solado do meu pé.
Sou cantador E carrego no canto Minha vida no manto Que reveste o valor Pra onde eu for Eu me valha do encanto Pra chegar em qualquer canto Com a verdade do amor.
Vou com meu canto em cada canto lado a lado Vou com cuidado afinando o meu gogó Sem ter espanto, todo só de luz armado Tino aceso e aprumado Evitando um quiprocó. Vou confiante, entre o céu e a terra, a ponte No destino do horizonte Vou bater até no sol.
Sou cantador E carrego no canto Minha vida no manto Que reveste o valor Pra onde eu for Eu me valha do encanto Pra chegar em qualquer canto Com a verdade do amor.
Digo bem alto e minha crença toma abrigo Sem ter asilo na redoma do mundão Sigo o sermão no rumo a rota do estradeiro Assuntando o paradeiro Na melhor entonação. Passo nos peitos a ficar comendo orvalho Se cantar é o meu trabalho Deus me deu toda canção.
Sou cantador E carrego no canto Minha vida no manto Que reveste o valor Pra onde eu for Eu me valha do encanto Pra chegar em qualquer canto Com a verdade do amor.
Olá! Passando para dar um alô e dizer que aprecio por demais o trabalho de vocês. O Brasil se agiganta com o empenho e fidelidade do Vates e Violas. Felicidade e sucesso nessa estrada.
eu já tenho o cd!! hehehe xexeu que me deu!! massa mesmo,tamos juntos. vibes positivas nessa caminhada!! JAHMARRAPARAI!! até mais e muita paz buguinha dub.