killing chainsaw low dream pin ups the jesus and mary chain whales sonic youth madonna my bloody valentine mercury rev ocean early-u-two primal scream bloc party the strokes terrero enya sharks death life very close relationships london peels green whites wedding present velvet underground sigur ros the secret machines and jasmin.
Role abaixo para ler a biografia completa do Wry por Andye Iori.
"Dreamily tuneful" TIME OUT London
Vinyl 7" Wry - Sister / Different from Me * EP Whales and Sharks * Album Flames in the Head * Copilation 50Minutes * EP Come and Fall * Album heart-experience * debut album Direct
Click on the covers to buy / Clique nas capas para comprar / The latest 3 releases can be found in many other countries, email to find out / Os últimos 3 releases podem ser comprados em varios Paises email para saber onde.
50minutes - Various Artists (Exercise1 Records EX1.30) 2006.
Limited Enhanced Copilation CD featuring 50 one minute long songs from different artists including Daniel Johnston, MC Lars, Ladyfuzz, Wry and more. All proceeds go to The Medical Foundation of Victims of Torture.
NME SAYS: "...ace cult bands and artists recording 50 one-minute songs in aid of the Medical Foundation for the Care of Victims of Torture"
BIOGRAFIA DO WRY, por Andye Iori.
Wry
A banda foi formada em 1994, em Sorocaba, cidade industrial do interior de São Paulo, no Brasil, com quatro amigos. Wry é o exemplo de banda que vence pela dedicação, paixão e trabalho de seus músicos. Nesse início, não sabiam fazer acordes, mas aprenderam a tocar juntos para realizar o sonho de ter uma banda.
Hoje, o Wry é um dos maiores expoentes do rock alternativo brasileiro. Quem já assistiu a um show do grupo entende isso melhor. Muita coisa mudou (e melhorou) desde o show no Juntatribo2, em setembro de 1994, na cidade de Campinas, quando a banda fez sua primeira apresentação em um festival. Com a tradicional insegurança de banda iniciante tocando em meio ao que havia de melhor no rock alternativo da época, Mário perguntava se o show havia sido legal. Dessa época, eles fazem questão de salientar que nem sabiam o que era um fanzine e, muito menos, que existiam tantas bandas que, como eles, cantavam em inglês.
Partindo de referências clássicas do rock como Beatles, The Who e Velvet Underground o quarteto assimilou influências recentes de bandas contemporâneas como My Bloody Valentine, Jane’s Addiction e Sonic Youth, para construir uma sonoridade própria que, muitas vezes, confunde quem tenta rotulá-los. O Wry já foi chamado de shoegaze, punk, lisérgico, entre outros adjetivos. A sonoridade da banda é algo como se o Nirvana tivesse surgido na Inglaterra: vigor e melodia.
Wry ja lançou ótimos trabalhos:
“Direct” o primeiro disco. Lançado em 1998, conseguiu colocar três 'hits' no underground: 'Red Shoes' (com video clipe dirigido por Cleiner Micceno), 'Do You Dance With Me' e 'Under The Sky'. Com isso, a banda saiu nas páginas da revista Veja e foi convidada para abrir os shows das bandas americanas Superchunk, Make Up e Man Or Astroman?. E ainda fizeram turnês com bandas brasileiras como Pin Ups, Thee Butchers Orquestra, MQN, Hateen, entre outras.
Em 2000, mostrando amadurecimento musical e de vida, a banda lançou o álbum conceitual 'heart-experience', uma iniciativa ousada para uma banda brasileira. E, toda essa ousadia resultou num dos melhores discos lançados no comeco da década de 2000. A produção gráfica é de encher os olhos, as músicas não ficam devendo nada em relação aos discos que freqüentam a parada indie britânica ou as colleges rádios americanas e as letras trazem referências bíblicas inspiradas em aulas de teologia e nos relacionamentos pessoais dos músicos.
Com 16 músicas, 'heart-experience' foi produzido por Alejandro Marjanov e apresenta uma criatividade impressionante nas composições, que contam até com arranjo de cordas. A primeira música que gruda nos ouvidos é 'That’s Me On The Corner', uma balada com duas versões diferentes e que é a mais cantada nos shows. 'Her Substance' é uma das mais belas, com uma letra 'loureediana'. 'Beautiful Sickness' e 'The New Radio Station No. 1' se encarregam do contexto de qualidade do disco e 'Jesus Beggar' foi a escolhida para o primeiro vídeo clipe do disco por, justamente, ser a que mais representa o contexto de conceitual.
Um dos maiores responsáveis pelo sucesso do Wry no cenário alternativo é animação da banda no palco. A banda tem uma empatia com o público pouco vista entre as bandas do gênero. Isso faz com que eles toquem várias vezes na mesma cidade, já que os shows são animados agradando tanto público, mídia e produtores. A empolgação é resultado de uma mistura exata de energia, lisérgica e sentimentos tocantes que fez a banda viajar pelo país, de Porto Alegre a uma turnê pelo nordeste na turnê Goo Goo Meginee 2000.
Outro motivo que leva a banda ao topo da cena brasileira é o respeito com os fãs. Isso já rendeu sites não-oficiais da banda, um grupo de seguidores batizados de 'Goo Goo Gang' e um fã-clube que conta com uma lista de discussão na Internet, a wrylist. Banda alternativa com fã clube? É isso mesmo. E o mais legal, é que todos eles são extremamente receptivos, gostam de conversar com as pessoas.
Organizaram o Circadelica em 2001, festival alternativo que levou 30 bandas do Brasil inteiro ao palco, quase cinco mil pessoas e arrecadou quatro toneladas de alimentos aos necessitados da região de Sorocaba. E nesse mesmo ano se mudaram para Londres, Inglaterra, para realizar o sonho antigo de morar fora.
Em 2002 voltaram e fizeram a turnê ‘I Love And Hate You Brasil’ que abalou o underground brasileiro. Foram 15 shows lotados, apresentações na MTV, TV Cultura, no vídeo Musica De Trabalho e na radio 89FM.
Voltaram para Londres, para ficar por mais um tempo indeterminado. Lançaram um EP independente chamado ‘Come and Fall’ em 2004 e, em 2005, colocaram no mercado o album ‘Flames in the Head’, produzido por Tim Wheeler, vocalista da banda irlandesa Ash e também por Gordon Raphael, que produziu os dois primeiros albums dos Strokes, de Nova Yorque. Fizeram shows espetaculares com bandas no cacife de Ash, The Subways, The Rakes, The Cribs, entre outros; sendo destaque duas vezes na revista inglesa Logo, Rockfeedback, Playlouder, Drowned In Sound, Time Out e o Jornal Metro.
Dentro aqueles shows, destacam-se os shows que fizeram no Museu de Arte Moderna de Liverpool, Tate. Onde foram a parte sonora da obra ‘Assume Vivid Astro Focus’ - que tambem é seu pseudônimo - de uma dos artistas brasileiros mais famosos mundialmente; e as aparições dentro do Festival In The City que acontece anualmente em Manchester que em três dias reúne toda a indústria fonográfica de Londres.
Entre 2005 e 2006 o Wry fez a turnê ‘Wry em Chamas no Brasil’, tocando para casas cheias com bandas como Os Telepatas, Forgotten Boys, Mellotrons e Ludovic. Tendo como DJs em alguns shows gente como Lucio Ribeiro (Popload), Lovefoxxx, Ira (CSS) e Gorky (Bonde do Role). Terminam a turnê sendo a trilha sonora ao vivo do desfile da Ellus no Auditório do Ibirapuera no São Paulo Fashion Week em janeiro de 2006. São os personagens do catálogo da estação e do comercial de cinema daquele mesmo período.
Em 2007 a banda mudou a formação pela primeira vez na história. André Barbosa, ex-Good Morning Kiss, de Porto Alegre assume as baquetas no lugar de Renato Bizar. Com o novo baterista, a criatividade da banda ressurge de forma fenomenal. Fazem então as primeiras músicas que rapidamente viram pérolas para muita gente no mundo e lançam ‘Whales and Sharks’, o EP pelo selo inglês ClubAC30, com distribuição no Brasil, Japão e EUA. Com as músicas ‘Sister’, ‘Different From Me’, ‘Bitter Breakfast’ e ‘Never Sleep (When I Go)’ que levam o Wry de volta às influências barulhentas do passado, porém com mais aceitação as próprias raízes brasileiras de batuque e bateria, trazidas como forma de arte por Barbosa. Com o lançamento do EP fazem mais shows como o show numa das casas mais legais de Londres, a Koko, e uma mini-turnê com a banda The Subways.
Com base em Londres em 2008, o Wry está gravando ‘The Noise of Heavens’ que será o próximo álbum. Uma equipe de suporte, como o fotógrafo Stuart Nicholls, Gary Mandel, Ian Rendall e a eterna Goo Goo Gang, garantem a animação nos shows e os bastidores de um trabalho impecável que se transformou do sonho de adolescentes em bairros da periferia sorocabana para levar mais prazer e boa música ao paraíso do rock mundial.
Thank you very much...we try to check on everyones interest's or the sounds they enjoy,..We like what you had going on your page...and figured we would take the chance, you would like what we enjoy the most...and thats make music...but for the most part... now that we got that horrible and cheesy statement out of the way....this looks like another typical, but somewhat long band comment... But heck at least its a comment... Right?
hello my brazillian friends , just advertising my moss pavement stone battle video, it's on my page for free . Have a nice rock 'n 'roll week end . fred
Olá! Estou passando para convida-los a conhecer o novo site de jornalismo cultural da internet: Movin’ Up – Informação & Pimenta (www. revistamovinup. com). Se quiserem, mandem suas notícias e releases para nós, um dos maiores objetivos é divulgar a cena brasileira, sem restrição de estilos. Obrigado pela atenção. Abraço!
Mario, lu, Choquito, porra mó saudade de vcs. vcs fazem mó faltra aqui nos palcos do brasil e principalmente do interior de sampa, mas ficamso muito felizes e honrados em conhecer e ter divididos alguns palcos e roubadas tmb.