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contato: 55 (13) 9760-5857 / 55 (13) 32897693 (thiago)
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Desde 1999, Wylmar Santos é cantor reconhecido por seu talento e carisma nas noites da Baixada Santista. A desenvoltura no palco, o sorriso franco e a sensibilidade só encontrada nos grandes intérpretes, emprestam a cada cação uma identidade única, uma outra possibilidade de se ouvir cada composição.
Dessa forma, não demorou para que seu nome se tornasse um dos mais respeitados na região, o que lhe abriu as portas para outras cidades. No interior e litoral norte de São Paulo, Wylmar se apresentou em eventos culturais e casas noturnas. Na capital paulista, o artista mostrou seu trabalho a todo tipo de público. Desde os freqüentadores de espaços intimistas, passando pelos adeptos às casas noturnas, até chegar à mistura de tribos, idades e classes sociais encontradas nas ruas de São Paulo, quando armou seu palco na calçada.
Essa é mais uma característica de Wylmar Santos: ele é um pesquisador. Pesquisador de públicos e de canções. Mais preocupado com a mensagem que transmite e a busca de ouvidos curiosos, do que no pseudo-sucesso de entoar mais do mesmo. Até por isso, o músico está constantemente envolvido em projetos autorais que misturam ineditismo e resgate de músicas, culturas e comportamentos. Entre eles estão “Falsos Baianos”, um show exclusivamente com canções de compositores nascidos na Bahia, dos mais famosos aos quase ignorados; “Urubu Malandro”, que mostra o samba em todas as suas raízes, do norte ao sul do Brasil; e também o projeto “Baile dos Malditos”.
Este último se tornou sua principal ocupação nos últimos tempos, e se transformará no primeiro registro oficial de Wylmar Santos em comemoração aos dez anos de sua carreira. O CD e DVD “Wylmarditos” estão em fase final de produção e mostrarão ao grande público o trabalho que o músico já vem apresentando na noite. Trata-se de um olhar bairrista, urbano, romântico, crítico e maldito da diversidade sem fronteiras da musica brasileira. Um trabalho que mistura composições autorais a um surpreendente passeio entre as obras de artistas que vão de Sérgio Sampaio e Itamar Assumpção, até nomes como Vitor Ramil, Luiz Gadelha, Crystal, Bernardo Pellegrini e tantos outros de inegável talento, porém desconhecidos do grande público.
Ao lado de Daniel Dória, JP França e Guilherme Meduza, que formam o “Baile dos Malditos”, Wylmar chega à maturidade artística com o registro em CD e DVD que resume de maneira inequívoca o talento de Wylmar Santos como intérprete, compositor e pesquisador.
RESUMO:
ABERTURA DE SHOWS:
KIKO ZAMBIANCHI, JOÃO SUPYCI, LUCANA MELLO, TUNAI E NANDO REIS.
PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS:
SHOW “RESERVA DE ALEGRIA” EDVALDO SANTANA, PROJETO MULHERES E LUGARES DO SESC.
APRESENTAÇÕES CULTURAIS:
PROJETO MUSICA NA XV-SANTOS
PROJETO FIM DE TARDE- SESC SANTOS
SHOW DE ENCERRAMENTO DO PROJETO CURTA SANTOS-2007
PROJETO TONS E CORES (TINTAS E TINTAS)- SÃO VICENTE
PROJETOS CAROS AMIGOS DE SANTOS - SANTOS
PROJETO SONS DA CIDADE – SANTOS
PROJETOS AUTORAIS:
URUBU MALANDRO – INTERPRETAÇÕES DE SAMBAS E PESQUISA
FALSOS BAIANOS – INTERPRETAÇÕES DE COMPOSITORES BAIANOS
WYLMAR SANTOS E BAILE DOS MALDITOS – MUSICAS AUTORAIS, INTERPRETAÇÕES E PESQUISA
Adicionei dez faixas do meu 1° disco em minha página (só falta masterizar). Há mais algumas, que vou adicionando.
Feliz natal e um 2010 fazendo o que se tem vontade. A vida em sociedade é apenas uma brincadeira e tudo o que existe no mundo é inventado, todas as regras, leis, procedimentos e coisas. Não há razão para não fazer o que se quer. O mundo é o que a gente acredita. E nada nos torna mais mais importantes do que quando seguimos a voz do coração.
O bom de ser presidente É ter em si a onipotência Do burro poder Pondo para valer sua influência Presidencial, o Brasil elegeu Um líder com sua cara Doa a quem doer! O nosso “líder” é ocioso, um canastrão O grande esposo traído da nação Seus amantes partidários Sempre a cometer freqüentes adultérios Todos sabem! Os vizinhos andam comentando Coitado do presidente, coitado! Nunca ver, nunca sabe de nada Numa tarde quente de verão O Paraguai resolveu agir Paraguaios disseram em tom de revolta Não podemos deixar o Brasil assim! Rapidamente falsificaram um novo Lula Sem ociosidade, sem “inépcia-aguda” Na hora do processo de falsificação Os paraguaios questionaram O que será que o presidente tem de bom? Simultaneamente responderam Não sei! Não sei! Não sei! Um dos sábios falsificadores gritou. O que ele tem de bom eu não sei! O resto do grupo gritou. “Isso já sabemos!” Calma companheiros, calma! Não sei o que ele tem de bom, mas... Sei o que lhe falta. Surge um grito em coro. O quê? O quê? Cultura e vergonha na cara! Todos concordaram em tom relativo A dó menor Um dos falsificadores falou ao colega Você é um gênio! Prontamente o descobridor dos sete mares perguntou. Você é brasileiro, ãnh?
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
dia 25 de outubro Futuráfrica convida dj Tata Ogan
direto do Rio de Janeiro a dj, percussionista e produtora, mostra a sua leitura de améfricas utópicas, ao vivo na terra de Quintino de Lacerda. No castelo de proa, o time da Futuráfrica (dj Lufer,dj Beto Machado,Dubkilla e no comando das palavras reverendo Sandro)engrossando o caldo o pocket show de Pamelloza(sp),Ingrid INR(rs) e Dj Bali .local: Net bar ,Av.Floriano Peixoto,302 Pompéia - Santos confere o na rede http://www.myspace.com/tataoganhttp://www.myspace.com/pamellozahttp://www.myspace.com/inrmchttp://www.myspace.com/djbali013
Absurdamente o titulo choca-se, contradiz-se... O que uma coisa haverá de ter com a outra? Sendo a música de grande poder lúdico E a cocaína o entrelace das desgraças reais... Há quase setenta anos Sigmund Freud Receitava aos seus pacientes cocaína. E fora usuário, Charles Baudelaire O mais digno comedor de ópio Membro do clube haxixes descrevera Em seu livro, “Paraíso Artificiais” Os poderes alucinógenos Pelo o uso das tais substâncias... Ficar-se-ia nessa obra sua visão “católico-caótica” Sendo assim mais um relato de forma implícita de droga! Na inquisição não eram queimados ingênuos baseados Por jovens bronzeados, por jovens escandinavos Ou de olhinhos puxados... Eram jogados à fogueira grandes pensadores, gênios... Quem ousaria falar que a Terra era redonda? Galileu ousou... Ah, hoje sabemos o fim desse episódio. Rimbaud seria nesse século o expoente-mor Das loucuras astrais, seria a sensação do rock Não o rock abobalhado, não esse rock pobre, estúpido Meramente comercial, esse triste rock ‘n’ roll mundial Com refrões que nem a mais complacente Licença poética permite. No Brasil canta-se. “Ela com a boca dela, com a toalha dela.” “Ah! Pela última vez, ah! Pela última.” Que seja assim a última vez. Os grandes selos, gravadoras... Converteram-se ao protestantismo. Sabendo do público fiel consumidor Lancemos ao mercado fonográfico as testemunhas de Jeová. Saravá meu pai! Quanto apelo em busca de dinheiro. Prosseguem empurrando aos tímpanos do povo bregas-rômanticos De autêntico gosto ruim! De fato odeio as almas pequenas, não há nada de bom E quase nada de mal Confesso posso sentir ainda hoje o gosto do whisky E o aroma dos charutos do mestre Tom Jobim Admito que a pieguice impregnada da bossa Com sua batida e sua influência do jazz Satisfez-me, imagino-me caminhando ao lado Do Vinícius de Moraes nos dias de “balança-mais-não-cai...”. Não obstante, apenas imaginação fértil. Na crueldade dessa