The progressive rock band Apocalypse was born in 1983, in Caxias do Sul, Southern Brazil, founded by Eloy Fritsch and some school friends at the Colégio Nossa Senhora do Carmo who got together for a student music contest. After this first concert, guitar player Ruy Fritsch and drummer Chico Fasoli joined their ranks, playing with the band at the Festival 1º Ópera Rock. From the beginning, they presented a very different style, compared to the other local groups. They made use of organ, synthesizers, classical vocals and created songs influenced by Uriah Heep, Yes, Pink Floyd, Led Zepellin, Rush and Genesis. From 1984 to 1988, the line-up changed several times. In 1992, the line-up stabilized with Eloy Fritsch (keyboards), Ruy Fritsch (guitar), Chico Fasoli (drums) and Chico Casara (bass, vocals).
Apocalypse was now signed to Musea, the most prestigious progressive rock label in the world.
The album "Perto do Amanhecer" was released in France in 1995. The good reviews from abroad soon started to arrive, which led to a rise in the bands popularity and another invitation from Musea, this time for the compilation "Le Melleur du Progressif Instrumental". This CD was edited in the end of 1995 with several European bands and Apocalypse representing Brazil. With its baroque influences and a beautiful interplay of minimoog and guitar solos, the chosen song was “Notre Dame”.
In their following album, “Aurora dos Sonhos”, Apocalypse created several progressive rock masterpieces, such as "Do Outro Lado da Vida" and "Vindo das Estrelas", both of them complex and long tracks in the best prog tradition. “Aurora dos Sonhos” was again released in France by Musea and was hailed as a great album by many progressive rock magazines around the glob.
In 1998, the band was invited to play at the greatest music festival in Southern Brazil, the Planeta Atlântida festival. After this show, they signed with Atração, a brazilian label and released a CD entitled "The Best of Apocalypse", with tracks from their French CDs. To promote this CD, they decided they should tour other parts of Brazil. In April, they are invited by the Rock Symphony label and travel to Rio de Janeiro to take part in the Rio ArtRock Festival third edition, playing together with English band Pendragon at the Teatro João Caetano. One year later, in 1999, they are invited to play in the USA, at the longest running progressive rock festival in the world: Progday. This show would make history, because it was the first time a Brazilian band recorded a show in the USA for a CD release
The album “Live in USA" was released as a double CD with a CD-ROM track containing a videoclip and a gorgeous booklet with many photographs from the US trip.
The CD saw the light of day in 2000 and Rock Symphony took over the distribution.
The CD “Refúgio” was released in 2003 by the Rock Symphony and Musea labels with new tracks such as “Viagem no Tempo”, “Amazônia”, “Lembranças Eternas”, “Refúgio”, “Liberdade”, “Terceiro Milênio” and the epic “Cachoeira das Águas Douradas”. As a bonus, it also includes two songs from the “Live in USA” double CD. Coming 2004, Chico Casara (vocal and bass) leaves Apocalypse, and the other musicians decide to go on with a new line-up.
Singer Gustavo Demarchi and bass player Magoo Wise are invited to join the band. Apocalypse takes on a new project: to record some of their old hits in English and also to start writing in the new language.
In September 2005, Apocalypse is invited to another festival in Rio, this time the Rock Symphony For The Record festival at the Teatro Municipal de Niterói, Rio de Janeiro. The band..s concert, on September 8th, was released in DVD through Rock Symphony label together with Musea Record Company. After this show, the band made yet another appearance in Rio, in 2006, playing together with English band Uriah Heep at the Canecão as part of the Rock in Concert Brazil Festival.
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APOCALYPSE - O ROCK EM MOVIMENTO
Por Eliton Tomasi
Uma das principais características do rock progressivo sempre foi o movimento: síncopes, polirritmia e mudanças de compassos. O som progressivo é a música das mutações! De fato, esse aspecto se aplica ao gênero como um todo, já que entre os principais grupos (Yes, Genesis, Pink Floyd, King Crimson, etc) nunca houve uma única direção: cada banda é distinta. Como bons representantes desse gênero no Brasil, em seus 25 anos de estrada o Apocalypse já se transformou bastante: passou de quarteto para trio até se transformar em quinteto; priorizou a carreira internacional até voltar a investir em sua terra natal; traduziu suas letras do português para o inglês; e sempre migrou sua sonoridade. Quando da entrada do novo século, puderam se absorver de novas influências sem medo dos fãs mais xiitas que, no fundo, nunca entenderam a mensagem dos grandes mestres do estilo: mudar sempre!
25 ANOS DE HISTÓRIA
O Apocalypse surgiu em 1983, em Caxias do Sul, na Serra gaúcha, quando o tecladista Eloy Fritsch formou uma banda de rock com colegas de escola. Inspirado nos grupos Yes, Genesis, Rush, ELP e Marillion, a primeira apresentação foi no mesmo ano, durante um festival no Colégio Cristóvão de Mendoza, em Caxias do Sul. Pouco depois o baterista Chico Fasoli e o guitarrista Ruy Fritsch se integraram ao grupo.
Em 1984 o Apocalypse entrou em estúdio pela primeira vez. A primeira fita demo da banda foi gravada em um estúdio anexo à Rádio Caxias. Mais uma segunda demo seria gravada antes que a banda lançasse seu primeiro álbum oficial.
Por cinco anos consecutivos (de 1985 a 1990), o Apocalypse foi uma banda de palco. Com presença freqüente nos mais importantes festivais gaúchos da década de 80 (Rock Festival, Circuito de Rock, Festpop, etc) chegou a tocar com importantes bandas da década como Nenhum de Nós, Ira e De Falla. Durante esse período a banda e seus integrantes também ganharam inúmeros prêmios. Entre os principais destaca-se o de “melhor banda“ durante a primeira edição do festival Circuito de Rock (organizado por uma emissora da Rede Globo) quando concorreu com mais de 250 bandas e se apresentou para um público de 14 mil pessoas. Com esse prêmio o Apocalypse integrou uma coletânea em LP com outras bandas gaúchas lançada pela Nova Trilha/RBS Discos.
O PRIMEIRO ÁLBUM
Já consolidados como uma das mais importantes bandas gaúchas de rock, o Apocalypse entrou em estúdio em 1990 para gravar seu primeiro LP. Auto-intitulado Apocalypse, o álbum trazia 11 faixas, entre elas uma versão para o clássico “Lavender”, do Marillion. O show de lançamento do álbum foi um caso a parte: a banda interrompeu o trânsito da mais movimentada avenida de Caxias do Sul e tocou todo seu repertório durante cerca de duas horas para mais de 2 mil pessoas! Nessa época o Apocalypse era um trio formado por Chico Casara (vocal e baixo), Eloy Fritsch (teclados), Chico Fasoli (bateria).
CARREIRA INTERNACIONAL
Em 1992, Ruy Fritsch retornou ao grupo consolidando a formação mais produtiva e que renderia vários álbuns e apresentações nacionais. Decepcionados pelo rumo comercial que a música tomava no Brasil, o Apocalypse passou a compor alguns temas em inglês e a priorizar o mercado internacional. Sua já longa carreira e qualidade artística lhes renderam um contrato de cinco anos com a maior gravadora de rock progressivo do mundo: a francesa Musea. Até então, nenhuma outra banda brasileira do estilo havia assinado um contrato internacional.
Perto do Amanhecer, o segundo disco, saiu em 1995 na França. Logo a banda ganhou destaque em todos os principais veículos europeus e foi convidada para integrar a coletânea francesa Le Meilleur du Progressif Instrumental. O Apocalypse se tornava um dos maiores nomes do art rock brasileiro no exterior.
No ano seguinte, em 1993, iniciaram as gravações de Aurora dos Sonhos, próximo CD encomendado pela Musea, o terceiro da carreira. Com esse álbum o Apocalypse criou verdadeiras obras primas do progressivo mundial como "Do Outro Lado da Vida" e "Vindo das Estrelas". Músicas longas e complexas aliadas a temas voltados em defesa à natureza, esoterismo e espiritualidade.
Com Aurora dos Sonhos a música da banda era divulgada da Europa para os Estados Unidos e países asiáticos como Japão e Coréia do Sul. Em outros paises latinos como o Chile, o Apocalypse também passava a gozar de uma ampla notoriedade na cena progressiva.
Em 1997 os músicos decidem recuperar algumas gravações de seu primeiro LP e lançá-lo em CD. A proposta foi aprovada pelos empresários da Musea e foi lançado o CD Lendas Encantadas que ainda incluía três composições novas. A capa de Lendas Encantadas foi considerada a melhor capa do ano e escolhida para a abertura do site da gravadora Musea.
O SUCESSO NA TERRA NATAL E A PRIMEIRA TURNÊ NO EXTERIOR
Em 1998, o Apocalypse é convidado para tocar no maior festival de música do sul do Brasil, o Planeta Atlântida. Dividiram o palco com ninguém menos que Tim Maia, Rita Lee, Jota Quest e Titãs. O sucesso do festival fez com que a banda novamente voltasse seus olhos para o mercado brasileiro. Assinaram com a gravadora paulista “Atração” para o lançamento de uma coletânea – The Best Of Apocalypse – reunindo as faixas de seus três CDs. Ainda em 1998, o Apocalypse também foi convidado pela gravadora carioca Rock Symphony para tocar ao lado da renomada banda inglesa Pendragon no festival "Rio Art Rock Festival", no Rio de Janeiro.
Mesmo depois de retomar o sucesso em sua terra natal, o Apocalypse continuou em ascensão no exterior. No ano seguinte foram convidados para se apresentar no “ProgDay 99”, um dos maiores festivais internacionais de rock progressivo dos EUA! Durante sua apresentação no festival (realizado na Carolina do Norte) o Apocalypse foi tão bem recebido que o público pediu o retorno da banda ao palco ao fim de sua apresentação. Respeitados jornalistas estadunidenses que cobriam o evento chegaram a comparar a banda a grandes grupos como Kansas, Asia e Focus. O show, que havia sido registrado, acabou sendo lançado no Brasil em CD pela gravadora Rock Symphony. Intitulado Live In USA, o primeiro álbum ao vivo do Apocalypse fez história: era a primeira vez que um grupo de rock brasileiro havia gravado um show nos EUA e lançado em um formato de CD duplo.
No retorno da América, foram pauta das principais revistas brasileiras e se apresentaram num grande festival em Porto Alegre que foi transmitido ao vivo pela TVE para todo o Estado do RS. Também integraram a coletânea espanhola Margen e o ProgDay 7 Box Set – uma edição limitada de uma caixa comemorativa do Festival Internacional de Rock Progressivo com todas as bandas do evento, entre elas: Glass Hammer, Ars Nova e Discipline.
A NOVA ERA
O CD Refúgio, o quarto de estúdio, é lançado em 2003 trazendo novos temas como “Viagem no Tempo”, “Amazônia”, “Lembranças Eternas” e “Cachoeira das Águas Douradas”.
Apesar do sucesso do novo álbum, Chico Casara (vocal e baixo) deixa a banda. O vocalista Gustavo Demarchi e o baixista Magoo Wise são convidados a integrar o Apocalypse.
A banda decide então realizar um novo projeto: re-gravar antigos sucessos e compor novas músicas em inglês. O primeiro resultado é o EP Magic – The Radio Edits, onde a banda realiza versões em inglês de algumas de suas músicas mais conhecidas. O EP, lançado em caráter promocional para rádios, é disponibilizado na íntegra como presente aos fãs no lançamento do site oficial da banda (www.apocalypseband.com) no final de 2004.
Meses depois o Apocalypse promove a “Magic Tour”, turnê onde a banda executa as canções de toda sua discografia transcritas para o inglês. Além de uma grande quantidade de shows, a banda ganha destaque na programação dos principais programas de TV, rádio, revistas e jornais. O público e a crítica reagem extremamente bem à nova fase.
O CD E DVD “AO VIVO” LIVE IN RIO
Em setembro de 2005, o Apocalypse é convidada para fazer o show de lançamento do festival “Rock Symphony For The Record” no Teatro Municipal de Niterói, Rio de Janeiro. A apresentação da banda é filmada e acaba originando o mais recente trabalho do quinteto gaúcho: o DVD e CD ao vivo Live In Rio.
Live In Rio é o segundo álbum ao vivo da banda – o primeiro registro em DVD – e foi gravado pelo americano Bob Nagy, um dos criadores do software Pro-Tools. A versão em DVD tem aproximadamente 80 minutos de duração, som 2.0 estéreo e 5.1 surround, além de extras com galeria de fotos, biografia, discografia com amostras sonoras, cenas de backstage e entrevistas.
O Apocalypse apresentou-se em 2006 com o grupo inglês Uriah Heep no Brazil Rock in Concert Festival ocorrido no Canecão e com o grupo paulista Shaaman no Teatro Bar Opinião em Porto Alegre. Em 2007 tocou no São Paulo Art Rock Festival com os grupos Violeta de Outono e Tarkus. Nos últimos meses o Apocalypse tem sido destaque nas principais revistas brasileiras sobre rock:: Comando Rock, Rock Hard Valhalla, Rock Brigade e Rodie Crew.
O NOVO ÁLBUM “THE BRIDGE OF LIGHT”
The Bridge Of Light é o título do novo álbum de inéditas do APOCALYPSE. Esse é o décimo trabalho da carreira desses heróis do rock progressivo brasileiro, o primeiro lançamento pela nova gravadora da banda, a Free Mind Records.
O álbum foi gravado ao vivo no Teatro da Universidade de Caxias do Sul e é dividido em dois atos distintos: "Act I" com as faixas "The Dance of Dawn", "Next Revelation", "Last Paradise", "Dreamer", "Meet Me" e "Ocean Soul"; e "Act II" que traz a suíte conceitual “The Bridge Of Light” dividida em sete partes e que narra a história de um dia na vida de um garoto órfão chamado Jimmy e de seu fiel amigo Z14 - ambos procuram por respostas existenciais num velho parque abandonado.
The Bridge Of Light é o primeiro disco de inéditas com a nova formação e nova sonoridade - agora mais pesado e moderno – e também está sendo distribuído em toda Europa e Ásia pela Musea Records, a gravadora francesa que há anos vem lançando os discos do APOCALYPSE no exterior.
Perfeccionistas por natureza, os músicos do APOCALYPSE também são exigentes com as capas de seus discos. Depois de terem trabalhado com o já renomado Gustavo Sazes que fez as artes para o CD e DVD "Live In Rio", agora foi a vez do artista paulista Robson Piccin (Laudany, Lumina, Lothlöryen, Eternal Malediction, Banda do Sol, Hevilan, Symmetrya, etc) traduzir os conceitos das músicas do APOCALYPSE em imagens.
The Bridge Of Light marca as comemorações de 25 anos do APOCALYPSE que vai continuar provando porque detêm o mérito de maior banda de rock progressivo brasileira de todos os tempos.
Management, Booking & Press:
Eliton Tomasi for SOM DO DARMA Prod. & Com. em Cultura
eliton@somdodarma.com.br / www.myspace.com/somdodarma
Phone/Fax: + 55 15 3211-1621 / + 55 15 9134-3443
Mail Adress: Rua Luzerne Proença Arruda, 128 - Sorocaba/SP - CEP 18081-021 - Brazil
Friday, December 11th 7:30pm – 10:30pm Eastern – Former Band Member Of Yes Billy Sherwood Meets Yessongs Brasil onlinewithandrea.
Musician Billy Sherwood of Yes Meets Yessongs Brasil
Musician and Composer Billy Sherwood Band Member of Yes and Circa goes onlinewithandrea to meet members of Yessongs Brasil – the Yes Tribute Band from Sao Paulo, Brasil. Hosted by Andrea R. Garrison. Listen to the show live or catch the archive.
Salve Apocalypse, parabéns pelo seu belo trabalho A música Lei de Murphy venceu o Festival de Santa Maria. Ela foi interpretada pela Carol Voigt, gostaria que visitasse myspace.com/srtavoigt e desse "aquela força" para ela. Muito obrigado, grande abraço e sucessos sempre!
Live Interview Dec 11th
Friday, December 11th 7:30pm – 10:30pm
Eastern – Former Band Member Of Yes Billy Sherwood Meets Yessongs
Brasil onlinewithandrea.
Musician Billy Sherwood of Yes Meets Yessongs Brasil
Musician and Composer Billy Sherwood Band Member of Yes and Circa goes onlinewithandrea
to meet members of Yessongs Brasil – the Yes Tribute Band from Sao
Paulo, Brasil. Hosted by Andrea R. Garrison. Listen to the show live or
catch the archive.
http://www.blogtalkradio.com/onlinewithandrea/2009/12/12/musician-billy-sherwood-of-yes-meets-yessongs-brasil