Carlos Henrique Machado: Bandolim, Cavaquinho e Percussão Julho Henrique: Sax e Flautas Gustavo França: Violão de Seis Solo Luiz Miranda: Cavaquinho Bruno Moreno: Pandeiro Jean Barros: Piano Ronildo Alves: Violoncello Magno Bento: Contra-Baixo Agnaldo Santiago: Bateria Mario Tarcitano: Percussão Alexandre Santos: Percussão e Voz Aressa Rios: Percussão Geraldo Costa: Percussão Walter Pereira: Percussão Alexsando Souza: Percussão Daniel: Percussão Rosângela: Percussão Leocádio Oliveira: Voz Renato Miranda: Voz Zeildo Menezes: Violão Ciron Silva: Violão de Sete Luiz Carvalho: Versador Tia Marina: Voz (Jongueira) Waldir Cândido: Berimbau
Celeste Silveira: Produção Aressa Rios: Produção Fábio Rios: Projeto Gráfico
Carlos Henrique Machado was born in Volta Redonda. For thirty years he has been involved with instrumental music; basically the wide universe of Brazilian Choro. He has been one of its principal composers and critics.
As a musician, he led several choro groups during the same period that saw young musicians mix with veteran like Lenir Siqueira, Rafael Rabello and Rossini Ferreira. In 1976, at the age of nineteen, these groups appeared in the Contest of Choro Group. Later, in the 1980s, he led another group that won, for twice consecutive years, the Juarez Barroso Prize in the National School of Music (UFRJ).
In 2000 he made a deep study of the works of the composer Garoto (Aníbal Augusto Sardinha). In 2001 he participated as composer beside Cristóvão Bastos, Guinga, Leandro Braga and other great names of the select group of the Choro Festival in Rio. The choro "Meu Pandeiro no Choro," composed by him, resulted in a CD and a Song Book with all the compositions selected by MIS-RJ.
He has two authorial works. The first, published in 2002, was titled "Comigo Não, Violão", presented fourteen of his unpublished compositions. It received high praise from the critics.
The second work was the winning double album "Vale dos Tambores." In it, Carlos Henrique Machado dived into his own musical universe and made a deep research of the musical history of the area. One of the most musical areas of Brazil, Rio's Paraíba basin embraces the interiors of São Paulo, Minas Gerais and Rio de Janeiro.
Winner of the Rival Petrobrás Prize of Music in 2005, it was also selected as one of the ten best imported CDs in Japan. The CD received an extensive review in the newspaper MPB of Tokyo.
In his research, the musician explains that around these waters grew the arts of great icons of the Brazilian Music. Names like Clementina of Jesus, Rosinha de Valença, Tânia Maria, Vovó Maria (woman of Donga), Geraldo Pereira, Mano Elói (founder of the Império Serrano School of the Samba), Natal da Portela, Benedito Lacerda, Patápio Silva, Altamiro Carrilho, Egberto Gismonti, Baden Powel, Dilermando Reis, Bonfiglio of Oliveira, Martinho da Vila, Ari Barroso, Herivelto Martins, among so many other fantastic professional and amateur musicians, heirs of the magnetic sound of the basin, the rustic triangle of Brazil.
Influences
Influência da música e dos músicos brasileiros, dos mais renomados aos anônimos, com a mesma intensidade.
Nascido em Volta Redonda, há trinta anos envolvido com a música instrumental,
basicamente no universo amplo do choro brasileiro, Carlos Henrique Machado
vem sendo considerado no meio musical e critica, como um dos principais
compositores contemporâneos da música instrumental brasileira.
Em sua trajetória, o músico liderou vários grupos de choro que surgem
no mesmo período em que outros jovens se misturaram com veteranos como
Lenir Siqueira, Rafael Rabello e Rossini Ferreira que se encontraram no
primeiro Concurso de Conjuntos de Choro em 1976, na época, com dezenove
anos. Mais tarde lidera uma nova formação que ganhou, por duas vezes consecutivas,
o prêmio Juarez Barroso na Escola Nacional de Música (UFRJ) na década
de 80.
Em 2000 fez uma profunda pesquisa sobre a obra do compositor Garoto (Aníbal
Augusto Sardinha). Em 2001 participou como compositor ao lado de Cristóvão
Bastos, Guinga, Leandro Braga e outros grandes nomes, do seleto grupo
do Festival Chorando no Rio, com a música "Meu Pandeiro no Choro" de sua
autoria, resultando em um CD e um Song Book com todas as composições selecionadas
pelo MIS-RJ.
Com dois trabalhos autorais, o primeiro, lançado em 2002, "Comigo Não,
Violão!", onde apresenta quatorze composições inéditas de sua autoria
e recebe as mais altas cotações da crítica especializada.
No seu segundo trabalho, o premiado álbum duplo, "Vale dos Tambores" Carlos
Henrique Machado mergulha em seu próprio universo e faz uma profunda pesquisa
sobre a história musical da sua região, por perceber que se trata de uma
das regiões mais musicais do Brasil, a Bacia do Rio Paraíba que abrange
os interiores de São Paulo, Minas e Rio de Janeiro.
Vencedor do Prêmio Rival Petrobrás de Música em 2005. Foi também selecionado
como um dos dez melhores CDs importados pelo Japão "Top-10", merecendo
uma extensa matéria no jornal MPB de Tóquio.
Em sua pesquisa, o músico explica porque em torno dessas águas se desenvolveram
artes de grandes ícones da música brasileira, como Clementina de Jesus,
Rosinha de Valença, Tânia Maria, Vovó Maria (mulher de Donga), Geraldo
Pereira, Mano Elói (fundador do Império Serrano), Natal da Portela, Benedito
Lacerda, Patápio Silva, Altamiro Carrilho, Egberto Gismonti, Baden Powel,
Dilermando Reis, Bonfiglio de Oliveira, Martinho da Vila, Ari Barroso,
Herivelto Martins, dentre tantos outros fantásticos músicos profissionais
e amadores, herdeiros do magnetismo sonoro da Bacia que banha o triângulo
matuto do Brasil.
Observando o universo do choro, música central brasileira, assim como
o jazz americano, o choro propriamente dito, inicia o seu desenho, já
com definição brasileira autônoma, a partir do início e meados do século
XIX com as bandas de escravos das fazendas de café, que tinham em princípio,
formações européias e que, aos poucos, foram se tornando uma múltipla
linguagem de um país que se encontrou nos dois principais ciclos econômicos
no Vale do Paraíba, o ciclo do café e o ciclo industrial.
De extensa pluralidade em suas expressões artísticas, o Vale preserva
vivos na memória, os elementos que se fundem na linguagem do choro brasileiro,
lundus, curimbas, candombes, maxixes, calangos, toadas, jongos, congadas,
moçambiques, cirandas portuguesas e suas fragmentações rítmicas e melódicas.
É dentro desse universo mátrio que Carlos Henrique mergulha para fazer
o seu álbum "Vale dos Tambores" que recebe importantes elogios como:
Num dos seus últimos artigos, o grande pesquisador crítico de música e
escritor, Roberto M. Moura, (ABI e Tribuna da Imprensa) - Classifica o
trabalho vale dos Tambores como "obra magnífica" e conclui, "que coisa
comovente! Tanto pesquisa, quanto música. Se tivesse brotado de alguma
cabeça coroada da metrópole, estaria mui justamente ungido como obra de
arte, como de fato é".
Luis Nassif, jornalista e crítico de música - encantado com a música Catira,
composta por Carlos Henrique, diz que nunca viu nada parecido na história
do choro. Classifica Vale dos Tambores como "Obra estupenda" e afirma
que Carlos Henrique é um dos maiores compositores contemporâneos. E vai
mais longe, num único trabalho o compositor nos revelou pelo menos vinte
clássicos de uma só vez. "É de matar de prazer", "Carlos Henrique é um
portento".
Tárik de Souza (Jornal do Brasil) - classifica como "um dos melhores trabalhos
brasileiros de 2005 ". Tárik se encanta com a pesquisa de Carlos Henrique
e a qualidade de sua obra musical.
João Pimentel (O Globo) - "Carlos Henrique fez em Vale dos Tambores um
trabalho inspirado e essencial" e destaca, "Tambores ancestrais voltam
em choro".
Antônio Carlos Miguel (O Globo) - "Excelente o CD Vale dos Tambores de
Carlos Henrique".
Jorge Fernando dos Santos (compositor, escritor e jornalista) diz - Todos
os elementos da música brasileira correm nas veias do som de Carlos Henrique:
dos antigos batuques de nossa formação musical à sofisticação de Tom Jobim,
Guinga e Gismonti. O cara é simplesmente genial. Um dos mais criativos
compositores do país.
Altamiro Carrilho - Uma lenda viva da música brasileira, em seu programa
na Rádio Mec diz textualmente, "Carlos Henrique compõe como os grandes
compositores da história do choro, Vale dos Tambores é uma obra magnífica".
Rildo Hora, um dos mais renomados produtores da música brasileira. Compositor,
arranjador e instrumentista, diz - "Carlos Henrique Machado é uma das
melhores coisas que apareceram nas últimas décadas na música brasileira,
ouviu atentamente os ecos dos tambores ancestrais ele compôs uma obra
magnífica. Estou muito impressionado com o Vale dos Tambores".
Henrique Lima (Reco do Bandolim) - presidente do Clube do Choro de Brasília
classifica Vale dos Tambores como "o melhor trabalho dos últimos anos
da música instrumental brasileira". Considera Carlos Henrique o maior
compositor de choro atualmente no Brasil.
Marcello Laranja (presidente do Clube do Choro de Santos) - Vale dos Tambores
trata-se de uma das obras mais importantes em matéria de choro já realizada
no Brasil. Para mim é um concerto ou se preferirem, uma sinfonia popular
de choro. Simplesmente espetacular. Conteúdo riquíssimo. Os brasileiros
precisam tomar conhecimento desse trabalho.
Ava Araújo (Blog da Ava), cantora e compositora - Um dos melhores trabalhos
de choro dos últimos anos.
Edson Wander (Agência Carta Maior) - Por ironias só vistas no Brasil,
um novo e rico repertório do choro e sua discussão profunda são revisitados
por um não-técnico. Carlos Henrique Machado de Freitas compôs tudo sem
dominar partituras. Belas peças e 35 faixas, todas gravadas com músicos
de Volta Redonda.
Déa Trancoso (cantora que teve quatro indicações ao Prêmio TIM 2007 com
seu belíssimo Tum Tum Tum. Vale dos Tambores é uma relíquia, uma preciosidade.
A MÚSICA IMENSA DO VALE DOS TAMBORES
Urariano Mota, La Insígnia (Jornalista e poeta pernambucano) - Trecho
da matéria "A Música Imensa do Vale dos Tambores".
"No Vale dos Tambores, Carlos Henrique Machado foi buscar na própria aldeia,
na sua cidade, e aliou a sensibilidade artística a uma paciência de historiador
e execução de virtuoso. Imaginem só a felicidade. Seria como alguém realizar
um trabalho de homenagem à literatura brasileira a escrever os capítulos
à maneira de Machado de Assis, à maneira de Graciliano Ramos, à maneira
de João Cabral de Melo Neto, e ainda assim, em todos os capítulos, à sua
própria maneira. Digo sem medo de errar e com a mão na consciência: Carlos
Henrique Machado realizou a melhor obra de choro dos últimos tempos. E
mais não digo e mais não falo, apenas copio o que escrevi na passagem
de Canto dos Quilombos para Cortando um Dobrado: ouvir esses choros é
como entrar no céu. No céu que imaginamos ser o céu, lugar de alegria
e confraternização. É como ter direito a um pedacinho do céu, depois de
todo o sofrimento".
CONVERSANDO COM CANHOTO DA PARAÍBA
Urariano Mota (La Insígnia) - Trecho da matéria "Conversando com Canhoto
da Paraíba", quando Urariano em visita a Canhoto entrega-lhe o presente
enviado por Carlos Henrique, o CD Vale dos Tambores que ouviram juntos.
"Aos primeiros acordes do choro Canto dos Quilombos ele sorri. Melhor
dizendo, sorri, não, ele põe um sorriso que não volta se fechar nos lábios.
Então entra o cavaquinho, então vem o bandolim, então acompanham violões.
Para quê? Como é que se pode ser infeliz a ouvir uma composição dessas?
Não sei se descobri a pólvora, mas Canhoto é feliz porque é um homem musical.
Ele retira do som o remédio para a desgraça. Porque a sorrir ele se põe
a balançar a cabeça também, a dizer e a se repetir "sim" em silêncio.
Então eu sei e sinto que ele está liberto. Ele não está mais naquela cadeira,
ou melhor, estando sentado nela, a cadeira é um objeto de profundo conforto.
É como estar na dor e integrar a dor em algo maior, em outro lugar, onde
a própria dor não tem razão, como expressou Paulinho da Viola. Então ele
comenta, baixinho, à sua maneira, mas com um ar no rosto que não admite
outra frase:
- Como tem gente boa no Brasil.
É fato. Agora é a minha vez de ficar balançando a cabeça. Vêm outros choros,
até chegar na composição Catira. E ele, esquecido do nome do artista que
ouve:
- É João Pernambuco?
Não, Canhoto, é Carlos Henrique Machado, eu lhe respondo".
Carlos Henrique lançou em 2005 o seu song book com 48 composições próprias,
intitulado "Choro Brasileiro de Carlos Henrique". Ambos, CD e song book
podem ser adquiridos através do site: www.carloshenrique.mus.br
Atualmente vem trabalhando o seu próximo CD com dezoito músicas inéditas,
intitulado "Força Bruta", onde o músico aborda aspectos de Mário de Andrade
sobre o Choro Brasileiro, mais especificamente, o encontro dele com Pixinguinha
que rendeu a Mário de Andrade matéria-prima para escrever o livro "Música
de Feitiçaria no Brasil"
A música Lei de Murphy ganhou o 1º lugar no Festival de Santa Maria. Ela foi interpretada pela Carol Voigt. Gostaria que a visitasse no myspace.com/srtavoigt e desse "aquela força" para ela.
Bienvenido a "JAZZ SPECIAL" En este espacio encontrarás la programación de los Sábados de Jazz en Un lugar en Ortúzar... podés escuchar los temas de las bandas programadas, ver sus videos y comentar los shows. Para ver la programación los jueves Ciclo Jazz a Dos Bandas visitá www.myspace.com/jazzadosbandas y los viernes Ciclo Noches de Jazz & Jam:www.myspace.com/jazzenbsas Para conocer el lugar: www.unlugarenortuzar.com.ar Un abrazo grande Marcelo De Souza
PANORAMA BRASIL OS ONZE MAIS DE 2009 E SUAS IMAGENS ONÍRICAS Critério: Múltiplos e subjetivos CARLOS H MACHADO - Trabalhadores transitam por velha estrada movimentada ALINE DE LIMA - Flores na praia deixadas por amantes ÁUREA MARTINS - A cidade olhando a Lua cheia em noite estrelada CLARISSE GROVA - Tecelã bordando desenho multicolorido DUO GISBRANCO - Numa linda manhã, jovens passeiam num jardim florido JOVINO SANTOS NETO - Uma dinâmica aula de ALQUIMIA LEILA MARIA - Fusão de metais raros, uma bela peça única sem molde NINAH JO - Criança olha veleiro atravessando um canal TERRERO DE JESUS - Uma aldeia celebra ao redor da fogueira mais antiga do mundo VANJA SANTOS - Numa vila distante, clássicos da dramaturgia são encenados. ZÉ DA RIBA – Príncipes e mendigos caminham pela rua principal de uma metrópole brasileira
Recordando Panorama 2008 (meus 9 meses de Myspace) Categoria: Brasil Não-Instrumental Critério: Todos e Nenhum DÉA TRANCOSO - TATIANA PARRA - VITAL LIMA - VANIA LUCAS GISELLE COUTO - NÓS QUATRO - LOURDES ABIDO
Espero que tengas suficiente felicidad para hacerte dulce, suficientes pruebas para hacerte fuerte, suficiente dolor para mantenerte humano, suficiente esperanza para ser feliz, las personas más felices no siempre tienen lo mejor de todo. La felicidad espera aquellos que lloran, aquellos que han sido lastimados, aquellos que buscan, aquellos que tratan, porque sólo ellos pueden apreciar la importancia de las personas que han tocado sus vidas. No puedes ir feliz por la vida hasta que dejes ir tus fracasos pasados y los dolores de tu corazón. (Teresa de Calcuta)
obrigado pela generosidade das palavras suas...Eu sou admirador do seu povo, da cultura brasileira e principalmente da musica maravilhosa que voces fazem...
Um grande abraço meu irmao e meus parabens pelo hermoso trabalho musical.
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Olá, Carlos. Fiquei felicíssimo com as palavras que deixaste em minha página.Devo te dizer que amei tudo que ouvi aqui no teu espaço.Vamos trocando essas figurinhas, qualquer hora esse destino dá conta de nos encontrar, e aí faremos um som pra contemplar o momento. Quem sabe até uma música nascerá! Um grande abraço, sucesso.
Quando pego a viola, parece que a natureza toda chega pra bem mais perto de mim. A lua, a noite, o vento, o dia, a poesia, todo e qualquer sentimento ...! Sinto que posso até toca-los com meus dedos, ou que eles já estão todos aqui nas cordas dela. Que seja assim pra todos que fazem música !!!!!!!!!!!!!!
Muito obrigado pelas suas palavras. Sou fã do seu trabalho e espero poder um dia ter o prazer de te escutar pessoalmente, e é claro poder também te mostrar o meu trabalho. Toco também cavaquinho, e vou colocar algumas faixas no myspace, e gostaria que você as escutasse. Um grande abraço meu irmão! Sucesso e muita luz pra você.