Cryptor Morbious Family emerged in April 2005, by the hands of the drummer Carlos, and the guitarrists César and Victor! With the entrances of the singer Tokinha and the bassist Márcio in June, the band defined their sonority, spreading its roots among death metal and industrial! With their debut album, "All Of Us Got A Killer Inside", released in November 2006, the band show themselves in hypnotic and powerful shows, which earned the band expectation around each performance. With the single "Painful Rebirth” release, in December 2007 (already with Duarte Faria in Victors place), the band went on some radio playlists all over the world! In 2009 the band returned to the releases, with; "Straight To The Doom” single in May, followed by the 2nd album "Hypnotic Way To Hurt" in June, and now formed by Carlos, César, Tokinha and the new bass player Pika, Cryptor is living their highest period so far, teamed with “Beneath The Fog Productions” to promote the new album everywhere.
REVIEWS
Formados em 2005, os Cryptor Morbious Family têm revelado uma veia criativa bastante vincada. Mais do que criativa, trabalhadora, conforme comprova o EP editado um ano após a sua formação, "All of us got a killer inside", até chegados a este "Hypnotic way to hurt" o grupo editou dois promos.Com uma sonoridade industrial, misturada naturalmente com o som de peso, e uma vez que temos acompanhado a evolução do colectivo, as primeiras inpressões para estes nove temas, é de uma maturidade mais sedimentada. Sem que tenhamos uma cultura industrial marcante no nosso país, as audições que por cá se fazem mostram a tendência quase natural de distorcer as composições, nomeadamente no seu peso e agressividade, retirando com isso o fio condutor a que uma composição deve obedecer. E os Cryptor Morbious Family já nos parecem mais maduros quanto a esse aspecto neste novo disco. Mais elaborado, diversificado, inalados e tomados a pulso estes nove temas, havia que eleger os mais completos, aqueles em que os CMF nos pareceram mais fortes, isto porque de menos bom nos pareceu a sonoridade da bateria de Carlos, que acumula também as funções de vocalista, muitas vezes nos soou demasiado "plástica". Elegeriamos portanto "Renouncing the mythic box", essencialmente pela boa dosagem peso/programações. Mas há mais momentos a salutar. Caso da oitava faixa, "Death treath", muito aproximada daqueles ambientes negros característicos de uns Bizarra Locomotiva. Ainda não é aquele trabalho dos CMF que nos prenda sobremaneira mas está mais evoluído do que aquilo que a banda nos mostrou até aqui.
Suficiente DAEMONIUM FORUM (HUGO GUERREIRO)
Depois de em Maio deste ano terem lançado o single "Straight To The Doom”, como apresentação do que viria no novo álbum, os Cryptor Morbious Family não decepcionam com Hypnotic Way To Hurt.Este que é o segundo álbum da banda, mais maduro, ou seja nota-se um crescimento quer a nível musical quer a nível de produção.A excelente entrada "Lost in the Shadow", que segundo a banda "abre a cortina", explode com "Straight to the Doom", um single que nos faz perceber logo algumas das influencias da banda. Ao som dos instrumentos que nos faz lembrar uns Fear Factory, junta-se uma voz que nos lembra Chris Barnes dos Six Feet Under, o que torna os "Cryptor", em algo diferente e quiçá original até.Alias as musicas seguintes mostram isso mesmo, das quais destaco as curtas, mas excelentes "Death Treath" e "Universal Illusion of God's Kingdom". Num álbum com 9 musicas em que 2 delas são a introdução, e musical final, acaba por ser ai que resiste o senão deste álbum, uma vez que as outras 7 musicas pecam por ser de certo modo repetitivas, são musicas não fogem do mesmo estilo, não há diferença substancial entre elas, nem variação de ritmo, o que acaba por, ao fim de algumas audições saturar de certa forma quem está a ouvir.No entanto, não deixa de ser um factor positivo, o facto de a banda, tentar ser original, pena não terem, arriscado ir mais longe.Uma ultima palavra para "o fecho da cortina" com a musica titulo "Hypnotic Way To Hurt", muito bem estruturada musicalmente, e que nos leva a deixar a mente fluir. Eu que escrevo este texto aqui no sossego do meu escritório, soube-me mesmo bem este fim, é como um final perfeito de um dia de trabalho. Agora é por o resto do álbum a bombar para enfrentar o transito pra chegar a casa.
8/10 Pedras PEDRA DE METAL FORUM
Mais do que uma maqueta, «Hypnotic Way To Hurt» é o segundo registo de longa-duração dos Cryptor Morbious Family. Mesmo sem o apoio de uma editora, a banda oriunda de Grândola tem mostrado confiança na forma como caminha desde que começou a tomar forma em 2005 e, durante este curto periodo, já lançou quatro registos. Mantêm-se em contacto próximo com quem aprecia e/ou apoia a sua música e basta dar uma vista de olhos ao seu myspace para perceber que têm seguidores deste e do outro lado do Atlântico. Apesar de terem sofrido mudanças de formação durante os quatro anos que passaram entretanto, os Cryptor Morbious Family continuam fiéis às coordenadas que desenharam inicialmente para a sua orientação musical. Death metal, ora técnico, ora carregado de balanço demolidor, cruza-se com texturas e ambientes industriais, que dão aos nove temas contidos em «Hypnotic Way To Hurt» um ambiente maquinal e quasi-marcial. Uns Devileech vêm ocasionalmente à memória, mas os Moonspell de «The Butterfly Effect» também pairam por aqui. Um tema como «Apocalyptic Mind», o quarto da sequência, prova que o quarteto não teme arriscar quando pode e, com a sua toada mais compassada, funciona como uma óptima alternativa - ainda mais obscura e intrigante - ao universo criado por Carlos, César, Tokinha e Pika. A produção não compromete, mas um som um bocadinho mais "gordo" e sujo não lhes ficaria nada mal. Atitude não lhes falta e, apesar das comparações estabelecidas ali atrás, personalidade também não.
(8.5/10) J.M.R / LOUD MAGAZINE
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