Desde muito cedo revelou aptidões para a chacina. Hoje em dia é procurado por todo o Pais, inclusive em Coimbra, acusado de destruir muitos ouvidos inocentes. É conhecido no submundo do crime como “El Niño”.
Filipe Lúcio Piano
Mais conhecido como a “ A Máquina Assassina”, é um homem bastante requisitado quando é necessário acalmar os ânimos. Utiliza uma arma de destruição maciça chamada “Bomba Muralha”.
Gabriel Lopes Banjo
É o cérebro do Bando, cria robots perigosíssimos, que entre outras coisas, fazem o arrojado amarelo às facas. É um homem frio e calculista que planeia muito bem todos os seus passos, até hoje nunca foi apanhado.
Hugo Costa Tuba
É o homem mais forte do Bando, o seu instrumento de tortura pode levar até 25L de vinho. Este líquido divino é utilizado para curar as feridas de combate. A sua alcunha nas ruas é “O Tubarão”.
João Silva Sax Tenor
Senhor de uma forma física invejável, “O Devorador”, assim como é conhecido nas ruas, pode ingerir até 10kg de comida numa refeição, é o indivíduo perfeito para destruir provas, nunca fica nada nos pratos.
Pedro Santos Trombone
É a nova aquisição do Bando, sendo o elemento mais novo é o ideal para desenvolver as tarefas mais pesadas tais como transporte de bebidas e instrumentos, apresenta um porte atlético invejável com uma barriga bem torneada.
Ricardo Barros Clarinete
Teve um passado obscuro no mundo do Show Business, onde começou como transformista numa sucursal da Broadway. Hoje em dia é procurado em todo o Mundo e também na Europa por imitação de cantores conhecidos.
Rui Lúcio Bateria
“Puto Estúpido” foi o nome que o tornou conhecido no submundo do crime desorganizado. Este indivíduo é o mais solicitado quando é necessário fazer figuras parvas, sendo muito utilizado para uma qualquer manobra de diversão.
Influences
Louis Armstrong, Jelly Roll Morton, Duke Ellington, Wynton Marsalis, Dukes of Dixieland, Dixie Gang, Postcard Brass Band, Estardalhaço da Geringonça and many others
FILIPE JOSÉ LÚCIO DAS NEVES
23-03-1977 | 03-10-2009
"Estarás para sempre na nossa memória, partes deixando para trás uma vida invejável cheia de coisas boas, lutaste sempre pelo melhor para ti sem passares por cima dos outros, superaste todas as tuas dificuldades e por isso temos muito orgulho em ti.
Foi um prazer e uma alegria partilhar tantos momentos contigo, tanto no palco como fora dele. Deixaste marcas profundas em cada um de nós e enche-nos de satisfação saber que fomos teus amigos, companheiros, confidentes e irmãos. Descansa em Paz.
Um dia voltaremos a estar juntos e recordaremos as nossas aventuras.
O nosso coração está cheio de ti, nunca te esqueceremos.
Até breve!!!"
Gringos
Decorria o ano de 2000, a viragem do século e o início de um novo milénio eram o prenúncio de que algo novo estaria a eclodir. Na pacata aldeia de Taveiro um grupo de jovens decide juntar-se aos Domingos à tarde e experimentar um estilo de música diferente. As raízes dessa música não eram de todo desconhecidas, a sua forte componente formal e harmónica, descendente da cultura europeia, bem presente na formação inicial de cada um, poderá ter sido o mote para a abordagem inicial, mas foi sem dúvida a eloquência dos ritmos africanos, bem patentes neste novo género, que os fez apaixonar por este distinto som, o Jazz.
Este género musical nascido nos EUA, fruto das mesclas culturais de vários povos, sofreu ao longo dos tempos várias transformações, que lhe conferiram, até aos dias de hoje, inúmeras roupagens. Estas novas expressões do Jazz mantêm em comum entre si os princípios basilares que o edificaram, a cumplicidade entre os componentes do ensemble e a improvisação. Estas máximas transmitiram a este grupo de rapazes uma energia colossal que os conduziu até aos dias de hoje sempre com o mesmo entusiasmo inicial, acrescido porém de uma responsabilidade artística que o exigente publico lhes impôs.
Os Dixie Gringos – Jazz Band surgem com o objectivo principal de divulgar o Jazz Tradicional na Região. Só por si, seria complexa a afirmação deste grupo no difícil mundo da música, que tão mau tratado é pelas autoridades competentes. Esta só foi possível devido a duas entidades em particular, o INATEL na pessoa do seu delegado João Fernandes e a Filarmónica União Taveirense (FUT). O primeiro foi sem dúvida o pai dos Dixie Gringos, homem visionário e amante da cultura, promove ainda hoje este grupo com uma vontade sem limites, transmitindo a estes músicos uma força inesgotável, mostrando que é possível. A segunda, FUT, foi e será sempre a casa mãe, transmitiu a estes jovens muitos conhecimentos no campo musical e não só, foi também preponderante no papel de veiculadora de valores fundamentais que regem a conduta das pessoas na sociedade civil, que nos dias de hoje se encontram tão escassos.
Hoje em dia os Dixie Gringos são um grupo de notoriedade nacional, fazendo anualmente dezenas de actuações por todo pais, das quais são de destacar as seguintes:
Em Maio de 2003 e de 2008, marcaram presença no Festival Internacional “Matosinhos em Jazz”.
Em Junho de 2004 e em Julho de 2007,organizaram, em parceria com o INATEL delegação de Coimbra, os 1.º e 2.º Encontros de Dixieland de Coimbra.
Em Agosto de 2005 participaram no 1.º Festival Praia Blues da llha Terceira nos Açores, regressando em 2007 para participar nas Festas da Praia da Vitória.
Participaram nos 1.º (2004), 3.º (2006), 4.º (2007) e 6.º (2009) Festivais Internacionais de Dixieland de Cantanhede, tocando ao lado de grandes bandas nacionais e estrangeiras.
Em Agosto de 2006 participam no festival internacional Happy Jazz Lisboa – Music Summer Festival.
Em Junho de 2007 foram seleccionados para o concurso internacional de bandas de rua Haizetara, que decorreu em Amorebieta-Etxano (Bilbao-Espanha), sendo laureados com o segundo lugar pela equipa de júris.
Em Janeiro de 2008 deslocam-se a Madrid, para representar a cidade de Coimbra na FITUR – Feira Internacional de Turismo de Madrid.
Em Julho de 2008 regressaram ao Pais Basco (Espanha) fazendo uma serie de concertos nessa região.
Para além de todas estas actividades, estes jovens músicos continuam a perpetuar o estilo de New Orleans por várias festas, bares, animações de rua, etc. ao longo do País, mostrando o que de mais divertido tem o jazz. É um grupo com grande dinâmica e alegria que espalha o seu bom humor por onde quer que passa.
Caros amigos, ótimo swing. Obrigado por nos adicionar como amigos. Além dos jazz manuche, também adoramos o jazz tradicional. Saudações de Piracicaba, Brasil.
Hi A warm hello and kind regards 2 U. Thank U 4 your friendship. Music has a way of bringing creativity together Hope U have a great day Enjoy the music. .Thank U 4 sharing your creativity and friendship and music Lets stay close and lets keep in touch.
Blues and ragtime, along with a rich local brass band tradition and many other influences, came together in the late teens to early 1920s in New Orleans, Louisiana to create a new type of music called Dixieland jazz. Dixieland is also known as traditional jazz or New Orleans jazz. As jazz gained in popularity, it spread north from New Orleans to Chicago, New York, Kansas City, and across the Midwest to California.
The name "Dixieland" was most likely derived from the Original Dixieland Jazz Band, a New Orleans group who made the first publicly available recording of this style of music in 1917. The recording was very popular and the band gained international prominence as a result.
Common instruments in a Dixieland jazz-style group included trumpet-cornet, clarinet, trombone, and occasionally the saxophone. The rhythm section could include the banjo, piano, drums, string bass, or tuba. Dixieland was usually performed without a vocalist. The music was characterized by a steady, often upbeat, tempo, 4/4 meter, and rhythms performed in an exaggerated triplet swing style. Frequently the tuba or string bass plays on the first and third beats of each measure, with the banjo or piano playing chords on beats two and four. This is known as "two-beat" style, and gives the music a sound similar to ragtime. The other instruments of the ensemble play melodies and countermelodies simultaneously and take turns playing solos. Musicians often play familiar melodies from memory adding their own bluesy inflections throughout the song.
Dixieland jazz greats included trumpeter Louis Armstrong, pianist Jelly Roll Morton, trumpeter Bix Beiderbecke, trombonist Edward "Kid" Ory, clarinetist Sidney Bechet, and bandleader and trumpeter King Oliver.