Élio Camalle é um cantor, compositor e ator. Possui trabalhos lançados em CDs solos no Brasil e coletâneas no Japão e Europa. Suas canções já foram interpretadas por grandes nomes da música brasileira como: Daniel Gonzaga e Fabio Jr. Seus parceiros vão desde o diretor de cinema Alain Fresnot ao compositor Rafael Altério.
A música de Camalle encontra sua origem nos festivais interescolares de música da rede pública de ensino do estado de São Paulo. Filho de retirantes do sertão Baiano, nascido em São Caetano do Sul e posteriormente criado na grande metrópole, teve seu grande encontro com a canção Brasileira nas aulas de canto-coral em um dos maiores colégios estaduais de ensino de primeiro e segundo graus da América Latina, o "Aroldo de Azevedo", na zona leste Paulista. As aulas eram ministradas pelo músico arranjador José Maria Simão, o primeiro mestre.
No programa de televisão da Rede Cultura, o “É Proibido colar”, na década de 80, Camalle, ainda garoto, ingressa de vez no ofício com a canção intitulada, “O Homem”, de sua autoria. Era um concurso apresentado pelo grande ator Antônio Fagundes. Camalle obteve o primeiro lugar e ganhou para sua escola um microcomputador, contribuindo assim, para a informatização da rede escolar da periferia de São Paulo.
No final da década de 80, conhece o maestro, professor Robson Miguel, que o convida a lecionar violão popular em sua rede de escolas "Curson" (Curso do Robson) na Cidade de Santo André. É neste período que aprimora seus conhecimentos de leitura musical e música erudita.
Decidido que viveria do ofício da música e sentindo falta dos palcos, entra na roda viva dos bailes e bares que ofereciam trabalho para interpretes de música popular. Trabalhou em vários lugares como estes durante o início da década de 90 se dedicando a execução e divulgação do repertório de música Brasileira.
Em 1992, começa a procura por outras formas de manifestação artística e integra o grupo de arte experimental do cantor Oswaldo Montenegro, “Os Menestréis”, e o grupo folclórico de dança, Abaçaí, ampliando sua experiência com o corpo, o ritmo e a dramatização. Mais tarde no ano de 2000, atuou no musical “Brasil Outros Quinhentos”, do escritor e poeta Millor Fernandes. Ainda na década de 90, assina contrato de dois CDs com a Dabliú-Disco organiza sua literatura musical para a primeira incursão no mercado discográfico com a ajuda do amigo multiinstrumentista e produtor Dino Barioni. O registro das canções foi feito no estúdio “Fruto da Terra”, em Santo André e alguns dos músicos foram ninguém menos que João Cristal, François Lima, Nahor Gil, Alexandre Damasceno e, claro, Barioni. O primeiro Compact Disc, “Mágicas”, foi lançado em 1998. Foram lançados, pela gravadora, mais dois álbuns do cantor: “Cria”, e “Umdoumdoum”. Este último, uma coletânea autoral e ao vivo, com os compositores Kleber Albuquerque, Luiz Gayotto e Madan e teve grande expressão no cenário da música de vanguarda Paulista, elogiado pelos grandes críticos de música e lançado no ano de 2000.
Na intenção de expandir o trabalho além das fronteiras, gravou o CD “Antes e Depois do Fim do Mundo” (Independente), se mudou para Itália, no ano de 2003. Conheceu o baterista Marco Zanotti e se apresentou em Portugal, Espanha e França.
Em 2005, já no Brasil, sua canção, "Sai da Cruz", é classificada no “Festival da Nova Musica Brasileira”, exibido pela TV Cultura em rede nacional, isso lhe trouxe a possibilidade e elaborar outro álbum. “Bicho Preto” teve grande aceitação no meio musical. Produzido, outra vez, pelo amigo Dino Barioni, o CD ganhou asas foi parar no i-Tunes, ganhou elogio do critico musical Mauro Dias e teve a participação das cantoras internacionais Kana e Patrizia Laquidara.
Revisitando o universo da dramatização em 2008, integra o grupo do musical “Satyros Sons e Fúrya”de Vanessa Bumagny e André Sant"Anna . Trabalhou na montagem de um set do filme “Linha de Passe” de Walter Salles, atuando junto a José Geraldo Rodrigues, Lilih Curi e Maurílio Domiciliano fazendo figuração especial. Este trabalho lhe rendeu um convite para atuar em 2009, na comédia, "Família Vende Tudo", do diretor Alain Fresnot, onde representa a personagem, "Aió", atuando junto a Caco Ciocler, Luana Piovani, Lima Duarte e Raoní Carneiro, entre outros. Para o filme compôs uma das canções da trilha, o samba, “Vício”, em parceria com Fresnot.
Os projetos não param e paralelamente a essa fase cinematográfica, amadurece e grava uma antiga idéia, o CD “A Felicidade.exe”.
DANÇA:
"Grupo Folclório de Dança Abaçai" (Toninho Macedo/1994);
DISCOGRAFIA:
"Mágicas" (Dabliú Discos/1998);
"Cria" (Dabliú Discos/2000);
"Antes e Depois do Fim do Mundo" (Independente/2002);
"Bicho Preto" (Independente/2006);
"A Felicidade.exe" (Independente/2009).
COLETÂNEAS:
"Umdoumdoum" com Madan, Luiz Gayotto e Kléber Albuquerque (Dabliú Discos 2001/2002);
"MPB: Samba e Suingue" (Trama/2002);
"Brasilidade" (Ouver/2003);
"Cachaça Fina - Spirit Of Brazil" (Ouver/2003).
FESTIVAL DE MÚSICA NACIONAL:
“É Proibido Colar” (Tv Cultura /1983);
“Festival da Nova Música Brasileira” (Rede Globo/2000);
“Festival Cultura - A Nova Música do Brasil” (Tv Cultura/2005).
rsrs mto boa essa música A felicidade.........parabéns q voz linda pareceu o Claudio Zoli. Sucesso pra vc seja bem vindo em minha lista de amigos Elio. Bjs Fernanda
O Élio Camalle é...UM GÊNIO!!!!! Caramba!!! vão dizer que sou puxa saco.... F...o pior é que sou mesmo! Uma cabeça pensante...num cara gente fina...que ainda canta demais!!!! O dito cujo vai arrastar no chão.... Abçs.