Sonic Youth, Joy Division, The Cures, Tha Fall, Pixies, Echo & The Bunnymen, Beastie Boys, New Order, Depeche Mode, Bob Marley, Peter Tosh, Butthole Surfers, Cabaret Voltaire, The Shamen, Cocteau Twins, Dead Can Dance, Can, Kraftwerk, David Bowie, Lou Reed, Velvet Underground, Tom Waits, The Doors, Pink Floyd, Bauhaus, Leonard Cohen, Led Zepplin, Killing Joke, Happy Mondays, A Certain Ratio, Nick Cave, Einsturzende Neubauten, Young Gods, Wire, Morphine, Pavement, This Mortal Coil, The The, Stone Roses, Durutti Column, The Clash, Buzzcocks, Primal Scream, Talking Heads, Siouxsee and The Banshees, Heróis do Mar, Sétima Legião, Xutos & Pontapés, Tédio Boys, Pop Dell'Arte, Croix sainte, Rádio Macau, M'as Foice, Swans, Mão Morta, Gang of Four, Gun Club, Radiohead, Nirvana, PJ Harvey, Yann Tiersen, Michael Nyman, !!!, Junior Boys, Hot Chip, Burial, Kode 9, Thievery Corporation, Coldcut, Borads of Canada, Aphex Twin, Underworld, Richie Hawtin, Isolee, Jazzanova, John Digweed, Sasha, Hernan Cattaneo, Lamb, Portishead, Massive Attack, Tricky, Horace Andy, Laurent Garnier, LTJ Bukem, Vladislav Delay, Nitin Sawhney, James Holden, Roni Size, Amon Tobim, Thom Yorke, Mouse on Mars, Autechre, The Black Dog...
Desde que me conheço que gosto de música. Das mais remotas lembranças que tenho é a da minha mãe a embalar-me ao som de “Menino d’Oiro” de Zeca Afonso. Ao longo doa anos a música esteve sempre presente na minha vida. O meu irmão, mais velho que eu 18 anos, ouvia K7’s de Táxi, UHF, Jáfumega, etc e eu gostava. A minha irmã, 15 anos mais velha não perdia o programa semanal dos tops e aí era o som da Motown que me deliciava. Uma prima 2 anos mais velha, em casa de quem passei um verão em garoto, era fã dos Duran Duran, mas gostava também de Spandau Ballet e Depeche Mode e estes últimos agradavam-me bastante. Os meus vizinhos ouviam Queen e eu achava piada a algumas coisas.
Acabei por ficar curioso e começar a desbravar o meu próprio caminho, ouvindo muita rádio e, a dado momento, sempre à espera que começassem as minhas músicas preferidas para gravar nas K7’s do Conjunto Maria Albertina e do Max que roubara da colecção de meu pai e cujos buracos de segurança tapara com fita-cola. Foi assim que descobri New Order, The Go-Betweens, Xutos & Pontapés, OMD, Pet Shop Boys, Human League, etc. Depois veio o Liceu e o Clube de Rádio que me permitiu a descoberta dos Pixies, The Cure, Echo & the Bunnymen, Psychedelic Furs, Mão Morta, Pop Dell’Arte, Stone Roses, Happy Mondays, Sonic Youth, The Fall mas também Mettalica ou Iron Maiden. Segue-se a Rádio Universidade e PJ Harvey, Cranes, Massive Attack, entre muitos outros. Enquanto universitário, na noite ‘coimbrinha’ ia a todos os concertos que apareciam desde Iggy Pop na Queima, até Moonspell na Cave das Químicas ou Violent Femmes, na Latada e Tédio Boys no Jardim da Associação, entre muitos outros. Nas férias era a febre das mixtpes para ouvir no walkman quando se ia de comboio para a costa alentejana ou no carro a caminho da… costa alentejana. Sonic Youth na Aula Magna e no Sudoeste, Morphine, na Expo 98, Portishead no Sudoeste, foram alguns dos muitos concertos que deixaram marcas permanentes na memória.
Com a entrada no mundo laboral dá-se, quase simultaneamente, a descoberta da música electrónica e a corrida aos clubs nacionais de norte a sul para ver DJ’s como François Kevorkian, Jeff Mills, etc. A febre foi tão grande que acabei a fazer parte da Elements, uma pequena promotora de Coimbra que organizou alguns dos mais originais eventos de música electrónica em Coimbra no início desta década: o barco Basófias e várias quintas nos arredores de Coimbra receberam a visita de Rui Vargas, Tiefschwarz, Tó Ricciardi, que dividiam a cabine com malta nova de várias zonas do país com queda para a arte do DJing.
Acaba a Elements e, no seu último evento, nos terraços do Parque Verde Mondego, surge um convite do dono do Quebra para seleccionar música durante uma noite. Começou assim uma nova etapa: ter o privilégio de, com alguma frequência, seleccionar e partilhar música com quem passa pelo bar. Isto, o advento da internet, e o vazio que ficara do fim da Elements proporcionam uma série de projectos amadores sempre com os mesmos objectivos: de aprender e partilhar. Foi assim que descobri a IDM, o dubstep, e mais não sei quantas coisas com ainda mais rótulos. Foi assim que surgiu o blog BrainDance e, também, a entrada no projecto Beats Play Free.
Em conclusão e usurpando a frase ao grande Miles Davis: “Boa música é boa independentemente do tipo de música que é.
Schotel van de dag / Lost Bear : 10inch Split Schotel van de dag (dish of the day) is a brand new punk/hardcore/indie-band from Utrecht. They came to this world to serve humanity with uncompromised guitar violence! For this split they've teamed up with the 90's inspired hairy indierockers of Lost Bear. -- GET IT FOR FREE --
Veja Entrevista que dei para o Programa “Repertório Independente”, onde eu falo de minha carreira, minha história e apesar de estar bastante gripado, ainda canto algumas canções.
Para ver este e vários outros vídeos meus no youtube, entre no link abaixo:
American Dollar MP3 Discography Special, Only $20 For All Four Albums! Go To: www.theamericandollar.info/merchstore.html New Album Arrives January 2010, Thanks For Listening!
The second part of the trilogy "The
Empty
Circle" by The Joy of Nature, entitled «Rastos de Sangue e fragmentos da
Tradição», has been now released by Ahnstern and it is available at The Joy of Nature's store.
In this second part a lot more instruments were used and more
musicians collaborated, like R. Coutinho, B. Ardo (Sangre Cavallum), Rui
Almeida (Massa Última), Triarca, Mara Neves and M.J.
Not only a reaction against the modern world, but
an alternative to this post-modern world.