List of Compositionstitles are translated whenever possible
Symphony Orchestra:
Olhos de Capitu (2008) - soprano, narrator, symphony orchestra
Desenredo (2008) - T, Bar., choir, symphony orchestra
Cervantinas (2006) - MS, symphonic band
Psalmus (2003)
Abertura Concertante (1999) – oboe, English horn, symphony orchestra
Rio São Francisco: Symphonic Image (1987)
Chamber Orchestra:
Academic Variations (2007) – Symphonic Band
Pantanal Ouverture (2003) – Chamber orchestra
In Memoriam Variations (2001) – Chamber orchestra
Chamber Symphony for Winds (1997) – Chamber winds
Brasiliana (1997) – Chamber winds
Matins (1996) – Oboe and strings
Cantata “Under an Open Sky” (1992, words by Manoel de Barros) – soprano, SATB choir, children’s choir, chamber orchestra
Confiteor (1992) – soprano (tenor), mixed ensemble
Concertino for Viola and String Orchestra (1988)
Rio São Francisco (1986) - version for chamber orchestra
Garden Auction (1986/1989) – soprano, string orchestra
Terra Brasilis (1984) – string orchestra
Chamber Works:
Matins (1996/2008) - oboe and string quintet
Trio for viola, cello and piano (2007)
Duo Sonatina (2006) – oboe and cello
Kinderszenen Trio (2001) – oboe, cello and piano
Latin American Suite (2000) – flute duo
Improvisation n.1 (1998) – violin, cello and piano
Metamorphosis (1995) – violin and piano
Cantiga and Desafio (1994/2000) - cello duo
Visions from the Absence (1993) – woodwind quintet
Pilgrimage (1987) – woodwind quintet
Three Ancestral Dances (1987) – violin and cello
Solo Works:
Quijote (2007) – cello solo
Saunders Variations (1999) – piano
Prelude and Toccatina (1997) – guitar
Piano Sonata n. 1 (1994)
Minimamistic (1991) – Bb Clarinet
Piece for Organ Pedal (1988)
Cantilena (1989) – piano
Vocal Works:
Six Carnival Songs (2005) – baritone and piano
Sacra Cantilena (2004) – SATB choir and organ
Ave Maria (2003) – SATB choir
Portinari Song Cycle (2003) – soprano, mezzo and piano
Passio (2002) - cantata
Ave Maria (2000) – voice, organ
Peabiru, Scenic Cantata (2000, words by Lélia Rita) – soprano, baritone, SATB choir, two pianos, percussion, dance group
Portrait (2000, words by the composer) – soprano and piano
Preamar (1998, words by the composer) – SATB choir, children’s choir, piano and percussion
Alumbramento (1997, words by the composer) – SATB choir
Rio Desvelo (1995, words by the composer) – baritone and piano
That Dawn (1993, words by Manoel de Barros) – soprano and piano
II Festive Mass (1993) – soprano, alto, tenor, baritone, woodwind quintet, organ
Old Song (1991, words by the composer) – baritone and piano
Cecilia (1991, words by Mario Quintana) – baritone or tenor, cello and piano
I Festive Mass (1990) – soprano, baritone, SATB choir, organ or piano
Libera me (1989) – soprano, organ
Harbor Song (1989, words by the composer) – mezzo soprano and piano
Garden Auction (1986, words by Cecilia Meireles) – soprano and piano
Operas:
The Dark Angel (2003, libretto by Nelson Rodrigues)
Domitila (2000, libretto by the composer)
Augusto Matraga (1996, libretto by the composer) – chamber
João Guilherme Ripper was born in Rio de Janeiro, Brazil. He studied Composition and Conducting with Henrique Morelenbaum, Ronaldo Miranda e Roberto Duarte at the School of Music of the Federal University of Rio de Janeiro, where he also got his Master degree. In 1994, he moved to the US to pursue his doctoral studies under Helmut Braunlich at the Catholic University of America, in Washington, D.C. Ripper served as Assistant Teacher of the Orchestration class at the Catholic University of America, and created a music program at the Adult Education Program at the Connecticut Park Center, in Montgomery County, where he taught for three years. With his Composition students, he founded the Composers Society of Montgomery County. Additional studies in orchestral conducting were held in Argentina, under Guillermo Scarabino. In 1997, he returned to Brazil and resumed his duties at the School of Music of the Federal University of Rio de Janeiro, where he served as Dean from 1999 to 2003. Ripper has guest-conducted important Brazilian orchestras as the National Theater Symphony Orchestra (Brasília), Cuyo Symphony Orchestra (Mendoza-Argentina), National Symphony Orchestra (Rio de Janeiro), Sinfonia Cultura Orchestra (São Paulo) and Symphony Orchestra of the Federal University of Rio de Janeiro (Rio). Ripper was Music Director and Principal Conductor of the Pantanal Chamber Orchestra, in Mato Grosso do Sul.
Ripper’s works have been performed in many concerts hall of Brazil and abroad. He wrote “Chamber Symphony for Winds” for the Catholic University Wind Ensemble in 1996. The last movement, “Brasiliana,” has been featured in the repertoire of many wind ensembles . In 1999, he was commissioned by the Akron Symphony to write a symphonic work for the celebration of Brazil’s 500th anniversary -- Abertura Concertante -- which was premiered in March 2000 at E.J.Thomas Hall, in Aknron (OH). His chamber opera “Domitila” was awarded the best chamber work of 2000 by the National Critics Association of Brazil. His symphonic works are in the repertoire of important Brazilian orchestras. The cantata “Passio” was performed in a series of four concerts in one of the leading halls in Rio. In July 2003, his third opera “The Dark Angel” received 16 performances in São Paulo. In December 2005, the performances of “The Dark Angel” were listed in the top works of the last eight years.
In 2008, a concert featuring some of his chamber works was presented at the University of Minnesota. In May, the São Paulo Symphony Orchestra premiered "Desenredo," for solists, choir and orchestra. Ripper was appointed composer in residence of the 39th. International Music Festival of Campos do Jordão, in July, where most of his chamber and orchestral works were performed, including "Olhos de Capitu" (Capitu's eyes), commissioned for the festival.
Ripper is currently Director of Cecília Meireles Concert Hall in Rio and member of the Brazilian Academy of Music: an institution that gathers outstanding Brazilian composers, conductors and musicologists
Português
João Guilherme Ripper nasceu no Rio de Janeiro. Graduou-se e cursou Mestrado em composição e regência na Escola de Música da Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde estudou com Henrique Morelenbaum, Ronaldo Miranda e Roberto Duarte. Cursou Doutorado na The Catholic University of América, em Washington D.C., sob orientação do violinista e compositor Helmut Braunlich (composição) e da musicóloga Emma Garmendia (música latino americana). Realizou estudos adicionais em regência orquestral com o maestro Guillermo Scarabino em Mendoza e Buenos Aires, na Argentina.
Ripper foi professor e coordenador do Curso de Música da Universidade Estácio de Sá. Nos EUA, foi Professor Assistente da classe de Orquestração na The Catholic University of America e Professor do Programa de Música do Sistema Público de Educação de Montgomery County, Maryland. Fundou a Associação de Compositores de Montgomery County, entidade que congrega compositores que residem naquela região. Desde 1988, é professor de Composição, Harmonia, Análise Musical e Análise Schenkeriana nos cursos de graduação e pós-graduação da Escola de Música da UFRJ. De volta ao Brasil, Ripper foi Coordenador do Programa de Pós-Graduação em 1998 e Diretor da instituição de 1999 a 2003.
Em 2004, foi nomeado Diretor da Sala Cecília Meireles, cargo que ocupa atualmente. Sua gestão tem sido caracterizada por novas séries de concertos, renovação de repertório, criação de ciclos temáticos, valorização da música brasileira e intercâmbio com instituições estrangeiras. Por ocasião das comemorações dos 40 anos da Sala Cecília Meireles em 2005, encomendou cinco obras sinfônicas a compositores residentes no Rio de Janeiro e fez publicar um livro de arte sobre a história dessa sala de concertos. Além disso, a Sala Cecília Meireles tem obtido resultados significativos na formação de público e freqüência a concertos através de concertos didáticos para jovens.
Como regente, dirigiu diversas orquestras como Orquestra Sinfônica Nacional, Orquestra Sinfônica de Brasília, Orquestra da Rádio Cultura de SP, Orquestra Sinfônica da Província de Cuyo (Arg.) e Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFRJ. Ripper fundou e é o Diretor Artístico da Orquestra de Câmara do Pantanal, em Mato Grosso do Sul. Foi responsável pela criação de temporadas regulares de concertos nesse estado, além de dirigir concertos didáticos e populares.
Suas obras têm sido tocadas nas principais salas de concerto do Brasil e exterior. Destacam-se as diversas apresentações de “Brasiliana”, escrita em 1996 para conjunto de sopros, em nosso país e nos EUA. Em 1999, a partir de uma encomenda da Orquestra Sinfônica de Akron (Ohio), escreveu “Abertura Concertante” estreada em março de 2000, em um concerto dedicado aos 500 anos do Brasil. Também em 2000, escreveu e estreou sua ópera “Domitila”, baseada na correspondência amorosa entre D. Pedro I e a Marquesa de Santos. Também desse ano é sua cantata “Peabiru”, para solistas, coro, dois pianos e percussão. Em julho de 2003, Ripper estreou a ópera “Anjo Negro” no Centro Cultural Banco do Brasil de SP, escrita sobre o texto homônimo de Nelson Rodrigues. Nesse mesmo ano, estreou em São Paulo o “Ciclo Portinari”: uma série de oito canções para soprano e mezzo soprano sobre poemas do pintor. Outras obras recentes: “Psalmus” (2002) para orquestra Sinfônica; “Magnificat” (2004) para solistas, coro e orquestra de câmara, escrita para os 30 anos da Camerata Antiqua de Curitiba; “Ciclo Pierrot – Seis Canções de Carnaval” (2005) sobre poemas de Manuel Bandeira, para barítono e piano; “Cervantinas” (2005) para mezzo soprano e banda sinfônica, encomendada pela Banda Sinfônica do Estado de São Paulo..
Em 2008, a Escola de Música da Universidade de Minnesota apresentou um concerto com sua música de câmara. Em maio, a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo estreou sua obra "Desenredo" para solistas, coro e orquestra. Ripper é o compositor em residência do 39o. Festival Internacional de Campos do Jordão, em julho, onde diversas obras suas orquestrais e de câmara serão apresentadas, incluindo "Olhos Capitu", encomendada para o festival.
Ripper é membro da Academia Brasileira de Música, onde ocupa a cadeira n. 30, cujo patrono é Alberto Nepomuceno.
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João Guilherme Ripper - composer's Friend Space (Top 7)