MoMo – the artistic name of Marcelo Frota – was born in 2006, after the Brazilian musician got together with childhood friends and started the successful project that has already resulted in two albums: A Estética do Rabisco (Dubas/Universal), released in the end of 2006, and the independent Buscador, released in 2008.
Marcelo Frota’s relationship with music started early, when he was 13 years old and got his first guitar. He spent his childhood in Angola, Africa, his teenage years in the United States and, as a young adult, he spent some time in the Spanish city of Barcelona.
This cultural mix brought different flavours to MoMo’s music, known today as a psychedelic-folk artist.
His sound is reminiscent of the seventies, thanks to the raw and minimalist way he records his albums. He invites musicians who don’t know each other to a home studio and they only get one shot at playing together, with no rehearsing.
The same routine was followed in the two albums and the same band was used. Adriano Barros contributed with his guitar effects which bring back the classic sound of psychedelia and Bruno Baggion, with simple but yet powerful and vigorous drums. The bass player Caetano Malta, who used to be a member of the band Wado e Realismo Fantástico, played many different instruments, while Fábio Pizzo used his casiotone to give an ingenuous touch to the songs.
Marcelo Frota’s inspiration comes from a variety of backgrounds: from the French songs of Charles Aznavour to Willie Nelson’s country music, from little know Brazilian artists like Belchior and Sérgio Sampaio to groups like Clube da Esquina, from his native State of Minas Gerais.
MoMo has also worked as a musical producer of Clube da Esquina’s double album project, placed in the SESC Pompéia in 2007, featuring Beto Guedes.
It was this musical identification with Clube da Esquina that brought Marcelo Frota closer to the composer and member of Clube da Esquina, Ronaldo Bastos.
Bastos was the one who believed in MoMo and released, under his own label Dubas/Universal, A Estética do Rabisco, in the end of 2006.
The album was seen as one of a kind and got good reviews both in the Brazilian media and abroad. It was chosen one of the best albums of the year by the respected American critic Peter Margasak, who writes for Down Beat magazine and the Chicago Reader, and it was rated one of the best albums of 2007 by the newspaper O Estado de São Paulo. MoMo was also nominated as one of 2007 revelations by the French magazine Muziq.
In 2008, with his second album, Buscador, MoMo’s work was once again praised by the critics and he started to be seen as one of Brazilian Music’s rising stars.
The main Brazilian newspapers, O Globo, O Estado de São Paulo, Correio Braziliense, Folha de São Paulo e Jornal do Brasil, gave him good reviews. He was also nominated to the Quem Awards (Best Brazilian Singer category), alongside famous names like Gilberto Gil and Ney Matogrosso.
MoMo – alcunha musical de Marcelo Frota – nasceu em 2006, depois que o músico mineiro, radicado no Rio, se juntou a amigos de infância para dar início ao bem-sucedido projeto, que já conta com dois discos na bagagem – A Estética do Rabisco (Dubas/Universal), lançado no fim de 2006, e o indepentente Buscador, deste ano.
A história de Marcelo Frota na música começou cedo, aos 13 anos, quando ganhou seu primeiro violão. Passou a infância em Angola, a adolescência nos Estados Unidos e, já jovem, andou por Barcelona, na Espanha. Essa mistura de experiências levou influências variadas à música de MoMo, hoje reconhecido artista folk-psicodélico. A sonoridade é setentista, graças à forma crua e minimalista com que MoMo grava seus discos – em um estúdio caseiro, onde os músicos convidados chegam sem conhecer e sem ensaiar o que vão gravar; e com direito a um só take.
A rotina foi a mesma nos dois discos. E a banda também. Adriano Barros contribuiu com seus timbres que remetem aos sons clássicos da psicodelia e Bruno Braggion, com uma bateria simples, mas ao mesmo tempo pulsante e vigorosa. O baixista Caetano Malta, ex-integrante do extinto Wado e Realismo Fantástico, se revezou no disco entre vários instrumentos, e Fábio Pizzo deu, no casiotone, o toque singelo das canções.
A inspiração de Marcelo Frota vem de várias fontes: desde a música francesa de Charles Aznavour, ao country de Willie Nelson, a compositores brasileiros menos visitados como Belchior e Sérgio Sampaio e aos mineiros do Clube da Esquina. MoMo foi, inclusive, produtor musical do Projeto Álbum Duplo - Clube da Esquina, realizado no SESC Pompéia em 2007, que contou com participação de Beto Guedes. Foi essa identificação musical com o Clube da Esquina que aproximou Marcelo Frota do compositor e integrante do Clube da Esquina, Ronaldo Bastos.
Foi ele quem apostou e lançou, pelo seu selo – Dubas/Universal no fim de 2006, A Estética do Rabisco. O disco surpreendeu pelo ineditismo e originalidade, e contou com boa repercussão na mídia brasileira e estrangeira. Entrou para a lista dos melhores discos do ano do respeitado crítico de música americano Peter Margasak, da revista Down Beat e do Chicago Reader, além de constar entre os melhores de 2007 segundo o jornal O Estado de São Paulo. MoMo também foi indicado com uma das revelações de 2007 pela revista francesa Muziq.
Em 2008, com o segundo disco, Buscador, o trabalho de MoMo foi mais uma vez acariciado pela crítica e seu nome despontou como nova promessa da música brasileira. Ganhou boas críticas nos principais jornais brasileiros, O Globo, O Estado de São Paulo, Correio Braziliense, Folha de São Paulo e Jornal do Brasil. Foi ainda indicado ao Prêmio Quem de melhor cantor brasileiro, ao lado de artistas consagrados como Gilberto Gil e Ney Matogrosso.
Well A Estética do Rabisco falls under none of those categories and contains none of the wily rhythms I was expecting that are usually associated with Brazilian music; it’s psyche-folk heavily influenced by early 70s Brazilian recordings and late 60s American psychedelia as well as our contemporary freak-folk scene. http://audiversity.com/2007/05/momo-esttica-do-rabisco.html
Un brésilien et son groupe jouent une pop-folk bricolée, aux contours psychédéliques, gorgée d’inventivité et de poésie à en faire pâlir de jalousie Devendra Banhart. Une des grandes découvertes de l’année.
http://www.pinkushion.com/chroniques.php3?id_article=2600
Fala Marcelo, Que legal o lance da praia. Bom... quando precisar de um saxofone para suas gravações em 1 take, sem partituras ou ensaios (adoro isso)... conte comigo. Sigamos matando nossos leõezinhos (enquanto os há!) Abraços Paulo
Muito obrigado por aceitar meu convite! Teu trabalho é excepcional, parabéns, gostei MUITO! Muito sucesso, muita paz e muita luz pra você! Um grande abraço!
Uhauhauhauhauhauha! Tava brincandando, querido! Quero mesmo que vc venha para cá, só espero que num seja numa quinta. Vc tá fazendo muito show com o Supercordas, não? Ou é impressão minha?
Olá, Momo, como vai? Ótimo seu novo CD,hein, eu já havia ouvido duas músicas do primeiro disco que muito me agradaram; acabei de baixar e curtir "Buscador"... achei o máximo, parabéns! Queria saber como é que eu faço para adquirir "A Estética do Rabisco" completo.. É isso aí, tudo de bom pra você Sucesso Beijão