Jaques Morelenbaum
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A Batalha
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FiRuHaiKai
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General Info
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Genre: Other
Location Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Br
Profile Views: 44662
Last Login: 11/22/2012
Member Since 10/4/2008
Website morelenba1.multiply.com/
Record Label Mirante Discos
Type of Label Indie
-
Bio
Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil. e iniciou sua carreira musical como integrante do grupo A Barca do Sol. Participou como violoncelista de produções fonográficas de Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Maria Bethania, Chico Buarque e Milton Nascimento, entre outros, totalizando até hoje atuações em mais de 600 álbuns. Entre eles destacam-se "Infância" e "Música de Sobrevivência", de Egberto Gismonti, gravados em Oslo, Noruega, para a ECM Records, 1992 e 1993. Em 1994, como integrante da Nova Banda de Antonio Carlos Jobim, participou do álbum “Antonio Brasileiro”, vencedor do Grammy. Em 1995 e 1996 gravou em Nova York os álbuns “Smoochy”, e “1996”, ambos de Ryuichi Sakamoto. Em 2001 colaborou com o cantor e compositor Sting em seu álbum/DVD “All this time…” gravado com uma banda internacional, ao vivo na Toscana, Itália. Neste mesmo ano foi agraciado com o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, pela produção do álbum “Livro”, de Caetano Veloso. Apresentou-se como solista em 1993 no Free Jazz Festival (Rio e São Paulo), e no projeto "Samba em Concerto" do Centro Cultural do Banco do Brasil (RJ) acompanhado pela bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Neste mesmo ano apresentou-se no Projeto Sexta-Básica, da Sala Cecília Meireles (RJ). Em 1995 participou do Heineken Concerts (Rio de Janeiro e São Paulo), tendo como convidados Paula Morelenbaum, Caetano Veloso e Ryuichi Sakamoto. Em 1999 voltou a participar do Heineken Concerts, desta vez como convidado do baixista Zeca Assumpção, dividindo o palco com o renomado guitarrista americano John Scofield. Participou do grupo Academia de Danças, de Egberto Gismonti, de 1988 a 1993, assim como da Nova Banda, de Tom Jobim, de 1984 a 1994. Entre 1993 e 1995 assinou a direção musical do show “O sorriso do gato de Alice” (direção geral de Gerald Thomas) e de “Mina d’água do meu canto” ambos da cantora Gal Costa, acumulando ali ainda as funções de violoncelista e arranjador . De 1993 a 2001 fez parte do trio de Ryuichi Sakamoto. Em 1992, foi convidado por Caetano Veloso a fazer participação especial no show ‘Circuladô‘, e até o ano de 2005, manteve profícua parceria com este artista, acumulando as funções de diretor musical, arranjador e violoncelista em praticamente todos os seus espetáculos. Em 2002, tomou parte como solista no X Festival de Inverno Umbria Jazz, em Orvieto, Itália. Foi agraciado em 2003 com a Medaglia D’Argento ‘Il Presidente della Republica Italiana’, pela difusão da música Brasileira naquele país. Neste mesmo ano formou o Jaques Morelenbaum Cello Samba Trio, e desde então tem excursionado por todo o mundo com este grupo que conta com Lula Galvão, ao violão, e Robertinho Silva, na percussão. Este grupo apresentou-se em 2009 na Casa da Música, no Porto, Portugal, dividindo o palco com o guitarrista americano Bill Frisell. Em 1995 formou o Quarteto Jobim Morelenbaum juntamente com Paula Morelenbaum, Paulo Jobim e Daniel Jobim. Este grupo registrou um único álbum, lançado em 1999. Com o Quarteto Jobim Morelenbaum, excursionou diversas vezes pela Europa, incluindo apresentações na EXPO’98 em Lisboa, além de inúmeros concertos nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Argentina e na Coréia do Sul. Em 2002, o QJM representou o Brasil no Festival Internacional Cuba-Disco, em Havana. Em 2001 este grupo realizou temporada no Teatro Alfa em São Paulo tendo como convidados o pianista e compositor Ryuichi Sakamoto e o cantor, violonista e compositor Gilberto Gil. Esta série de concertos motivou o surgimento de um outro grupo dedicado à obra de Antonio Carlos Jobim, o M2S (Morelenbaum2Sakamoto), formado por Paula Morelenbaum - voz, Jaques Morelenbaum - violoncelo, e Ryuichi Sakamoto - piano. Ainda em 2001 este grupo produziu o álbum “Casa”, gravando-o na residência de Jobim, no Horto, Rio de Janeiro, onde teve a chance de usar o piano no qual o compositor criou todo o repertório deste disco. Em 2003 o M2S registrou seu segundo disco, “A Day in New York”, no legendário estúdio Hit Factory. Participou como arranjador de vários álbuns de Antonio Carlos Jobim ("Passarim”, "O Tempo e o Vento", “Tom canta Vinícius”, "Tom Jobim - Inédito" e “Antonio Brasileiro”), Caetano Veloso ("Circuladô", "Circuladô Vivo”, "Fina Estampa" , “Fina Estampa ao vivo”, “Tieta do Agreste”, “Livro”, “Prenda Minha”, “Orfeu do Carnaval”, “Omaggio a Federico e Giulieta”, “Noites do Norte”, “Noites do Norte ao vivo” e “A Foreign Sound”), Gal Costa ("Mina d'água do meu canto"), Beto Guedes (“Dias de paz”), João Bosco (“Na esquina”), Paula Morelenbaum, Ivan Lins, Barão Vermelho, Vanessa da Mata e Skank, entre outros, além do álbum "Piazzollando", este último realizado em homenagem à obra de Astor Piazzolla, no qual Morelenbaum acumulou as funções de regente, violoncelista e produtor. Este disco foi considerado pela crítica argentina como um dos dez melhores lançamentos de 1992. Trabalhou com Marisa Monte e Carlinhos Brown, e escreveu os arranjos para “Titãs - Acústico” álbum que atingiu a vendagem de 1,5 milhão de cópias, apenas no Brasil. Nos últimos anos, Jaques tem sido um dos arranjadores mais requisitados na indústria fonográfica Brasileira, e tem expandido continuamente sua arte escrevendo arranjos e orquestrações para artistas do ‘além-mar’ como as cantoras Mariza e Dulce Pontes, o compositor Rui Veloso e o grupo Madredeus, todos de Portugal, os grupos japoneses Gontiti e Choro Club, as cantoras caboverdeanas Cesária Évora e Mayra Andrade, o compositor angolano Paulo Flores, o compositor norte-americano David Byrne, a cantora espanhola Clara Montes e o grupo “Presuntos Implicados”, também espanhol, para o qual escreveu e regeu um naipe de cordas em gravação realizada no lendário “Studio Two” de Abbey Road (The Beatles), em Londres. Em 2005, escreveu orquestrações sinfônicas para obras de Gilberto Gil, para serem interpretadas nas comemorações do Ano do Brasil na França em dois concertos em Nantes, pelo próprio compositor, acompanhado da Orchestre National des Pays de la Loire. Em 2006 escreveu os arranjos e produziu o último disco do compositor e cantor francês Henri Salvador, “Révérence”. Em 2007 foi convidado pelo compositor e pianista cubano Omar Sosa para escrever os arranjos para obras suas e dirigir a Big Band da NDR, Rádio Estatal de Hamburgo, Alemanha, na gravação de seu novo álbum. Em 2008 arranjou e produziu o álbum/DVD "Acústico MTV" da cantora e compositora mexicana Julieta Venegas, àlbum este vencedor de dois Grammys Latinos. Produziu um total de 56 álbuns, incluindo “Tom canta Vinícius” e "Passarim" (eleito pela revista Jazzis entre os melhores da década de 80), ambos de Antonio Carlos Jobim, "Mina d'água do meu canto” de Gal Costa, “Dias de paz”, de Beto Guedes, as trilhas sonoras para os filmes “Central do Brasil”, ”O Quatrilho” , “Tieta do Agreste” e “Orfeu do Carnaval”, e os discos "Circuladô Vivo”, "Fina Estampa", "Fina Estampa ao vivo", “Livro” (agraciado com o Grammy em 1999 como Melhor Disco de World Music), “Prenda Minha” (que atingiu a marca inédita de um milhão de cópias vendidas), “Noites do Norte” (agraciado com o Grammy Latino em 2001), “Noites do Norte ao Vivo, e “A Foreign Sound”, de Caetano Veloso. Produziu também, ao lado de Ryuichi Sakamoto, uma faixa do álbum Red Hot and Rio, (“É preciso Perdoar”, cantada por Cesária Évora e Caetano Veloso), além dos dois álbuns do grupo Morelenbaum2Sakamoto (M2S), “Casa” e “A Day in New York”. Produziu os álbuns “Transparente” e “Concerto de Lisboa”, ambos de Mariza, este último nominado para o Grammy Latino. Co-produziu o álbum “Roberto Carlos e Caetano Veloso e a música de Tom Jobim” Para o cinema compôs a trilha sonora para o longa "A República dos Anjos", de Carlos del Pino e para o curta "Água morro acima" de Maria Letícia (Prêmio de Melhor Filme de Curta Metragem pelo júri popular no Festival de Brasília, 1993). Compôs e produziu, com Caetano Veloso, as trilhas sonoras para os filmes “O Quatrilho” de Fábio Barreto (1995) - que concorreu ao Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, “Tieta do Agreste” (1996) e “Orfeu do Carnaval” (1999) - ambos de Cacá Diegues. Compôs e produziu, com Antonio Pinto, a trilha do filme “Central do Brasil”, de Walter Moreira Salles, concorrente ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro em 1999. Este trabalho recebeu o Prêmio Sharp de Melhor Trilha Sonora para o cinema. Em 2001 participou do filme “Hable con ella”, de Pedro Almodóvar, interpretando com Caetano Veloso a canção “Cucurucucu paloma”, para a qual assinou o arranjo no álbum “Fina Estampa ao Vivo”. Em 2002 deu seqüência à sua parceria com Fábio Barreto, compondo e produzindo a trilha sonora para o filme “A paixão de Jacobina”. Em 2005 compôs a trilha sonora para o filme “Paid” do diretor holandês Laurence Lamers. Tem colaborado como violoncelista na gravação de trilhas sonoras de outros compositores, como no caso de “Deus é Brasileiro”, de Cacá Diegues, onde interpreta Villa Lobos, e recentemente, nas trilhas de Leo Gandelman para os filmes “Moacir Arte Bruta“ e “Budapest”, ambos de Walter Carvalho. Como regente, dirigiu alguns dos mais importantes conjuntos sinfônicos do país, incluindo-se a Orquestra Sinfônica da Bahia, a qual conduziu em 1995 no Teatro Castro Alves, em Salvador, e a Orquestra Sinfônica de Brasília, ainda em 1995, no concerto inaugural da posse do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 1997 voltou a Salvador para reger a Orquestra Sinfônica da Bahia em concerto dedicado à obra de Egberto Gismonti, tendo o compositor como solista, e em 1999 dirigiu a Orquestra Sinfonia Cultura, da Rádio e Televisão Cultura de São Paulo, em concerto dedicado às suas próprias trilhas para o cinema. Ainda em 1999, dirigiu uma orquestra de câmara no concerto “A música para cinema de Antonio Pinto e Jaques Morelenbaum” no Teatro Alfa, em São Paulo. Em 2000 regeu a Orquestra Jazz Sinfônica, na Sala São Paulo, interpretando arranjos seus para canções de Caetano Veloso, o qual atuou como solista. Em 2004 participou como regente e arranjador da tournée mundial de lançamento do álbum “A Foreign Sound”, de Caetano Veloso, dirigindo orquestras locais em Paris, Londres, Roma, Madrid, Barcelona, Nova York, Miami, Buenos Aires, além das principais capitais Brasileiras. Em 2005 e 2006 voltou a dirigir a OSBA, Orquestra Sinfônica da Bahia, tendo, nas duas ocasiões, Carlinhos Brown como solista e compositor. Em 2006 faz sua estréia como regente sinfônico em sua cidade natal, o Rio de Janeiro, dirigindo a Orquestra Petrobrás Sinfônica, OPPS , em concerto dedicado às obras de Egberto Gismonti e Wagner Tiso, contando com os dois compositores como solistas. Em 2007 regeu para um público de dezenas de milhares de pessoas, a Orquestra Filarmônica das Beiras, em concerto realizado no Estádio Municipal de Aveiro, Portugal, interpretando suas orquestrações para a obra de Gilberto Gil, que atuou como solista, além da cantora portuguesa Mariza. Neste mesmo ano, regeu também a Big Band da WDR, Rádio Estatal Alemã, em concerto dedicado à obra de Antonio Carlos Jobim, realizado no emblemático Teatro Phillharmonie de Colônia, Alemanha. Em 2008 foi convidado pela NDR Pops Orchestra de Hannover para reger concerto com repertório totalmente brasileiro, incluindo suas próprias composições, além de arranjos seus para composições de Gilberto Gil, Duda de Recife e Antonio Carlos Jobim. ............ ....Myspace Layouts.. / ..Black, blue and grey.. / ..Hot Comments.. / ..Image Hosting.. .. ....Jaques Morelenbaum.... | ....Criar seu atalho............ <script src="http://connect.facebook.net/en_US/all.js#xfbml=1"></script><fb:like-box href="http://www.facebook.com/platform" width="292" connections="10" stream="true" header="true"></fb:like-box> -
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Jaques Morelenbaum: produtor, arranjador, regente, compositor de trilhas para cinema, teatro, balé, institucionais e comerciais, violoncelista, tecladista, contrabaixista, engenheiro de gravação -
Influences
Jobim Miles Villa Lobos Stravinsky Coltrane Lennon McCartney Brahms Gil João Gilberto Chopin Debussy Ravell Veloso Nascimento Buarque de Holanda Pixinguinha Toninho Horta Zawinul Wayne Robertinho Silva Egberto Nivaldo Ornellas Prokofieff Rachmaninov Tchaikovsky Puccini Sakamoto Pastorius Casals Rubinstein DuPré Menuhim Callas Gal Dolores Vinícius Bach Argerish Raphael Rabello Armandinho Márcio Victor Arthur Maia Matheny Jarret Corea Bill Evans Gil Evans Maria Schneider Rubalcaba Omar Sosa Haden Sting C. Brown Salomea Gandelman Nidia Soledad Otero Esther Scliar Madeline Foley Tom McKinley George Russell Jaki Byard Ran Blake Hankus Netsky Henrique e Jaques Niremberg Henrique Morelenbaum e quantos tantos deixei prá lembrar amanhã! .... .. .. .. .. .. .. .. .. .. .......... ...... .......... -
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Jaques Morelenbaum
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Omar Sosa & NDR Big Band arranged by J. Morelenbaum
09:22 | 289 plays | Mar 6 2010
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10 Songs | Oct 7, 2008
-
33 Songs | Aug 3, 2012
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Pelo Mundi
Bio:
Nasceu no Rio de Janeiro, Brasil. e iniciou sua carreira musical como integrante do grupo A Barca do Sol. Participou como violoncelista de produções fonográficas de Antonio Carlos Jobim, Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, Maria Bethania, Chico Buarque e Milton Nascimento, entre outros, totalizando até hoje atuações em mais de 600 álbuns. Entre eles destacam-se "Infância" e "Música de Sobrevivência", de Egberto Gismonti, gravados em Oslo, Noruega, para a ECM Records, 1992 e 1993. Em 1994, como integrante da Nova Banda de Antonio Carlos Jobim, participou do álbum “Antonio Brasileiro”, vencedor do Grammy. Em 1995 e 1996 gravou em Nova York os álbuns “Smoochy”, e “1996”, ambos de Ryuichi Sakamoto. Em 2001 colaborou com o cantor e compositor Sting em seu álbum/DVD “All this time…” gravado com uma banda internacional, ao vivo na Toscana, Itália. Neste mesmo ano foi agraciado com o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música Popular Brasileira, pela produção do álbum “Livro”, de Caetano Veloso. Apresentou-se como solista em 1993 no Free Jazz Festival (Rio e São Paulo), e no projeto "Samba em Concerto" do Centro Cultural do Banco do Brasil (RJ) acompanhado pela bateria da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Neste mesmo ano apresentou-se no Projeto Sexta-Básica, da Sala Cecília Meireles (RJ). Em 1995 participou do Heineken Concerts (Rio de Janeiro e São Paulo), tendo como convidados Paula Morelenbaum, Caetano Veloso e Ryuichi Sakamoto. Em 1999 voltou a participar do Heineken Concerts, desta vez como convidado do baixista Zeca Assumpção, dividindo o palco com o renomado guitarrista americano John Scofield. Participou do grupo Academia de Danças, de Egberto Gismonti, de 1988 a 1993, assim como da Nova Banda, de Tom Jobim, de 1984 a 1994. Entre 1993 e 1995 assinou a direção musical do show “O sorriso do gato de Alice” (direção geral de Gerald Thomas) e de “Mina d’água do meu canto” ambos da cantora Gal Costa, acumulando ali ainda as funções de violoncelista e arranjador . De 1993 a 2001 fez parte do trio de Ryuichi Sakamoto. Em 1992, foi convidado por Caetano Veloso a fazer participação especial no show ‘Circuladô‘, e até o ano de 2005, manteve profícua parceria com este artista, acumulando as funções de diretor musical, arranjador e violoncelista em praticamente todos os seus espetáculos. Em 2002, tomou parte como solista no X Festival de Inverno Umbria Jazz, em Orvieto, Itália. Foi agraciado em 2003 com a Medaglia D’Argento ‘Il Presidente della Republica Italiana’, pela difusão da música Brasileira naquele país. Neste mesmo ano formou o Jaques Morelenbaum Cello Samba Trio, e desde então tem excursionado por todo o mundo com este grupo que conta com Lula Galvão, ao violão, e Robertinho Silva, na percussão. Este grupo apresentou-se em 2009 na Casa da Música, no Porto, Portugal, dividindo o palco com o guitarrista americano Bill Frisell. Em 1995 formou o Quarteto Jobim Morelenbaum juntamente com Paula Morelenbaum, Paulo Jobim e Daniel Jobim. Este grupo registrou um único álbum, lançado em 1999. Com o Quarteto Jobim Morelenbaum, excursionou diversas vezes pela Europa, incluindo apresentações na EXPO’98 em Lisboa, além de inúmeros concertos nos Estados Unidos, Canadá, Brasil, Argentina e na Coréia do Sul. Em 2002, o QJM representou o Brasil no Festival Internacional Cuba-Disco, em Havana. Em 2001 este grupo realizou temporada no Teatro Alfa em São Paulo tendo como convidados o pianista e compositor Ryuichi Sakamoto e o cantor, violonista e compositor Gilberto Gil. Esta série de concertos motivou o surgimento de um outro grupo dedicado à obra de Antonio Carlos Jobim, o M2S (Morelenbaum2Sakamoto), formado por Paula Morelenbaum - voz, Jaques Morelenbaum - violoncelo, e Ryuichi Sakamoto - piano. Ainda em 2001 este grupo produziu o álbum “Casa”, gravando-o na residência de Jobim, no Horto, Rio de Janeiro, onde teve a chance de usar o piano no qual o compositor criou todo o repertório deste disco. Em 2003 o M2S registrou seu segundo disco, “A Day in New York”, no legendário estúdio Hit Factory. Participou como arranjador de vários álbuns de Antonio Carlos Jobim ("Passarim”, "O Tempo e o Vento", “Tom canta Vinícius”, "Tom Jobim - Inédito" e “Antonio Brasileiro”), Caetano Veloso ("Circuladô", "Circuladô Vivo”, "Fina Estampa" , “Fina Estampa ao vivo”, “Tieta do Agreste”, “Livro”, “Prenda Minha”, “Orfeu do Carnaval”, “Omaggio a Federico e Giulieta”, “Noites do Norte”, “Noites do Norte ao vivo” e “A Foreign Sound”), Gal Costa ("Mina d'água do meu canto"), Beto Guedes (“Dias de paz”), João Bosco (“Na esquina”), Paula Morelenbaum, Ivan Lins, Barão Vermelho, Vanessa da Mata e Skank, entre outros, além do álbum "Piazzollando", este último realizado em homenagem à obra de Astor Piazzolla, no qual Morelenbaum acumulou as funções de regente, violoncelista e produtor. Este disco foi considerado pela crítica argentina como um dos dez melhores lançamentos de 1992. Trabalhou com Marisa Monte e Carlinhos Brown, e escreveu os arranjos para “Titãs - Acústico” álbum que atingiu a vendagem de 1,5 milhão de cópias, apenas no Brasil. Nos últimos anos, Jaques tem sido um dos arranjadores mais requisitados na indústria fonográfica Brasileira, e tem expandido continuamente sua arte escrevendo arranjos e orquestrações para artistas do ‘além-mar’ como as cantoras Mariza e Dulce Pontes, o compositor Rui Veloso e o grupo Madredeus, todos de Portugal, os grupos japoneses Gontiti e Choro Club, as cantoras caboverdeanas Cesária Évora e Mayra Andrade, o compositor angolano Paulo Flores, o compositor norte-americano David Byrne, a cantora espanhola Clara Montes e o grupo “Presuntos Implicados”, também espanhol, para o qual escreveu e regeu um naipe de cordas em gravação realizada no lendário “Studio Two” de Abbey Road (The Beatles), em Londres. Em 2005, escreveu orquestrações sinfônicas para obras de Gilberto Gil, para serem interpretadas nas comemorações do Ano do Brasil na França em dois concertos em Nantes, pelo próprio compositor, acompanhado da Orchestre National des Pays de la Loire. Em 2006 escreveu os arranjos e produziu o último disco do compositor e cantor francês Henri Salvador, “Révérence”. Em 2007 foi convidado pelo compositor e pianista cubano Omar Sosa para escrever os arranjos para obras suas e dirigir a Big Band da NDR, Rádio Estatal de Hamburgo, Alemanha, na gravação de seu novo álbum. Em 2008 arranjou e produziu o álbum/DVD "Acústico MTV" da cantora e compositora mexicana Julieta Venegas, àlbum este vencedor de dois Grammys Latinos. Produziu um total de 56 álbuns, incluindo “Tom canta Vinícius” e "Passarim" (eleito pela revista Jazzis entre os melhores da década de 80), ambos de Antonio Carlos Jobim, "Mina d'água do meu canto” de Gal Costa, “Dias de paz”, de Beto Guedes, as trilhas sonoras para os filmes “Central do Brasil”, ”O Quatrilho” , “Tieta do Agreste” e “Orfeu do Carnaval”, e os discos "Circuladô Vivo”, "Fina Estampa", "Fina Estampa ao vivo", “Livro” (agraciado com o Grammy em 1999 como Melhor Disco de World Music), “Prenda Minha” (que atingiu a marca inédita de um milhão de cópias vendidas), “Noites do Norte” (agraciado com o Grammy Latino em 2001), “Noites do Norte ao Vivo, e “A Foreign Sound”, de Caetano Veloso. Produziu também, ao lado de Ryuichi Sakamoto, uma faixa do álbum Red Hot and Rio, (“É preciso Perdoar”, cantada por Cesária Évora e Caetano Veloso), além dos dois álbuns do grupo Morelenbaum2Sakamoto (M2S), “Casa” e “A Day in New York”. Produziu os álbuns “Transparente” e “Concerto de Lisboa”, ambos de Mariza, este último nominado para o Grammy Latino. Co-produziu o álbum “Roberto Carlos e Caetano Veloso e a música de Tom Jobim” Para o cinema compôs a trilha sonora para o longa "A República dos Anjos", de Carlos del Pino e para o curta "Água morro acima" de Maria Letícia (Prêmio de Melhor Filme de Curta Metragem pelo júri popular no Festival de Brasília, 1993). Compôs e produziu, com Caetano Veloso, as trilhas sonoras para os filmes “O Quatrilho” de Fábio Barreto (1995) - que concorreu ao Oscar na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, “Tieta do Agreste” (1996) e “Orfeu do Carnaval” (1999) - ambos de Cacá Diegues. Compôs e produziu, com Antonio Pinto, a trilha do filme “Central do Brasil”, de Walter Moreira Salles, concorrente ao Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro em 1999. Este trabalho recebeu o Prêmio Sharp de Melhor Trilha Sonora para o cinema. Em 2001 participou do filme “Hable con ella”, de Pedro Almodóvar, interpretando com Caetano Veloso a canção “Cucurucucu paloma”, para a qual assinou o arranjo no álbum “Fina Estampa ao Vivo”. Em 2002 deu seqüência à sua parceria com Fábio Barreto, compondo e produzindo a trilha sonora para o filme “A paixão de Jacobina”. Em 2005 compôs a trilha sonora para o filme “Paid” do diretor holandês Laurence Lamers. Tem colaborado como violoncelista na gravação de trilhas sonoras de outros compositores, como no caso de “Deus é Brasileiro”, de Cacá Diegues, onde interpreta Villa Lobos, e recentemente, nas trilhas de Leo Gandelman para os filmes “Moacir Arte Bruta“ e “Budapest”, ambos de Walter Carvalho. Como regente, dirigiu alguns dos mais importantes conjuntos sinfônicos do país, incluindo-se a Orquestra Sinfônica da Bahia, a qual conduziu em 1995 no Teatro Castro Alves, em Salvador, e a Orquestra Sinfônica de Brasília, ainda em 1995, no concerto inaugural da posse do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Em 1997 voltou a Salvador para reger a Orquestra Sinfônica da Bahia em concerto dedicado à obra de Egberto Gismonti, tendo o compositor como solista, e em 1999 dirigiu a Orquestra Sinfonia Cultura, da Rádio e Televisão Cultura de São Paulo, em concerto dedicado às suas próprias trilhas para o cinema. Ainda em 1999, dirigiu uma orquestra de câmara no concerto “A música para cinema de Antonio Pinto e Jaques Morelenbaum” no Teatro Alfa, em São Paulo. Em 2000 regeu a Orquestra Jazz Sinfônica, na Sala São Paulo, interpretando arranjos seus para canções de Caetano Veloso, o qual atuou como solista. Em 2004 participou como regente e arranjador da tournée mundial de lançamento do álbum “A Foreign Sound”, de Caetano Veloso, dirigindo orquestras locais em Paris, Londres, Roma, Madrid, Barcelona, Nova York, Miami, Buenos Aires, além das principais capitais Brasileiras. Em 2005 e 2006 voltou a dirigir a OSBA, Orquestra Sinfônica da Bahia, tendo, nas duas ocasiões, Carlinhos Brown como solista e compositor. Em 2006 faz sua estréia como regente sinfônico em sua cidade natal, o Rio de Janeiro, dirigindo a Orquestra Petrobrás Sinfônica, OPPS , em concerto dedicado às obras de Egberto Gismonti e Wagner Tiso, contando com os dois compositores como solistas. Em 2007 regeu para um público de dezenas de milhares de pessoas, a Orquestra Filarmônica das Beiras, em concerto realizado no Estádio Municipal de Aveiro, Portugal, interpretando suas orquestrações para a obra de Gilberto Gil, que atuou como solista, além da cantora portuguesa Mariza. Neste mesmo ano, regeu também a Big Band da WDR, Rádio Estatal Alemã, em concerto dedicado à obra de Antonio Carlos Jobim, realizado no emblemático Teatro Phillharmonie de Colônia, Alemanha. Em 2008 foi convidado pela NDR Pops Orchestra de Hannover para reger concerto com repertório totalmente brasileiro, incluindo suas próprias composições, além de arranjos seus para composições de Gilberto Gil, Duda de Recife e Antonio Carlos Jobim. ..Myspace Layouts / Black, blue and grey / Hot Comments / Image Hosting
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Jaques Morelenbaum: produtor, arranjador, regente, compositor de trilhas para cinema, teatro, balé, institucionais e comerciais, violoncelista, tecladista, contrabaixista, engenheiro de gravaçãoInfluences:
Jobim Miles Villa Lobos Stravinsky Coltrane Lennon McCartney Brahms Gil João Gilberto Chopin Debussy Ravell Veloso Nascimento Buarque de Holanda Pixinguinha Toninho Horta Zawinul Wayne Robertinho Silva Egberto Nivaldo Ornellas Prokofieff Rachmaninov Tchaikovsky Puccini Sakamoto Pastorius Casals Rubinstein DuPré Menuhim Callas Gal Dolores Vinícius Bach Argerish Raphael Rabello Armandinho Márcio Victor Arthur Maia Matheny Jarret Corea Bill Evans Gil Evans Maria Schneider Rubalcaba Omar Sosa Haden Sting C. Brown Salomea Gandelman Nidia Soledad Otero Esther Scliar Madeline Foley Tom McKinley George Russell Jaki Byard Ran Blake Hankus Netsky Henrique e Jaques Niremberg Henrique Morelenbaum e quantos tantos deixei prá lembrar amanhã!Record Label:
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Jaques as músicas do CD NOVO estão em www.myspace.com/canguini
Obrigado Amigo !
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Ciao Jaques ! Baci !
maestro grazie !!! un abbraccio
Prezado Jaques
Sou morador de Niterói e musico desde os 6 anos de idade e evangélico a mais de 30 anos embora não tenha seguido a carreira musical, sempre fui muito cobrado por Amigos e parentes, enfim!! depois de 30 anos resolvi fazer um CD independente, que conta com a participação de vários Amigos como, Zé Canuto, Hiroshi, Arthur Maia, Mauro Costa Junior, Ricardo Brasil, Carlito GP e uma série de outros musicos do Rio e de Niterói, o estilo musical que eu caminho é exclusivamente musica popular Brasileira, no entanto a nossa musica não tem muita veiculação no mercado de musica Evangélica, por isso estou fazendo este trabalho com letra e musica inteligente, para se possível for, ser um divisor de águas no Brasil, contando com alguns nomes de nossa música, por ser um admirador de sua obra e do seu talento, goastaria de saber se existe a possibilidade de ouvi-lo tocando em uma das faixas do meu CD, aonde eu gravaria somente Violão e Cello, estou gravando no Estúdio GRILLO RECORDS, do Grillo em Niterói, ex-Stage do barão vermelho, mas como vc sabe com a tecnologia atual não haveria nem a necessidade do seu deslocamento para Niterói, aguardo a sua resposta quanto ao seu interesse e também o custo deste trabalho.
Meus contatos
Cezinha Viana 021-2625-2250 / 7859-4492
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Que pena que só estou vendo hoje porém, muito obrigada pelo brinde de ouvi-lo. Estou na Batalha e sinto o som da natureza tentando sobreviver.
Obrigado por iluminar o meu mundo com a tua Arte. Quando puder, ouça minhas simples canções, e se quiser, dê-me a honra dos teus comentários. Muita Paz, Amor, Luz e Harmonia!
SIM!!
gratissimo, roger!!!