A telha – essa pequena peça de barro que se destina à feitura de telhados – também pode ser conotada com o bom senso e compostura dos indivíduos, o que até nem é difícil de entender se pensarmos que é a cabeça que remata o corpo. E se é no telhado que reside o ânimo da casa, é pois, com Arranca-Telhados, que a energia esvoaça e se espalha para lá do lar de cada um de nós.
Deu-nos na telha!
E com 3 telhas fizemos um telhado, um telhado sem poiso, que assenta em qualquer casa tradicional portuguesa (…com certeza!), onde habitam as típicas modinhas de música e dança. Ao som das incomparáveis gaitas-de-foles e típica percussão portuguesa Arranca-telhados é a folia esquecida e muito desejada. Dentro e fora de portas, não há telha que resista.
After you've finished here, you may like to hear this folk-carol on myspace... Poem 230 of 230, WalkaboutsVerse (see my blog for details): CHRISTMAS SUNG SIMPLY
As gospellers have said, Beneath signalling skies, On land dusty to tread, A trough in a stable Was the strawy first-bed Of a divine baby - The forgiving Godhead.
A season for new hope - There then and here now; The yuletide of goodwill - There then and here now.
In respect of this chance, Beneath bright or dark skies, Faith's the star that we glance Attending Christ's churches And trying to enhance, With singing and ritual, Our God-loving stance.
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Poem 162 of 230, WalkaboutsVerse (please see my blog): TEES TO TYNE: FIRST IMPRESSIONS - SUMMER 2001
Where traditions are not so rare; Sea, country and works scent the air; A multitude of monuments, Planted tubs and patterned pavements.
The longish pedestrian malls; The remnants of defensive walls; Historic buildings are a gauge Of the respect for heritage.
Wheat, rape and pines in the fields; Estuaries guarded by shields; Long sandy beaches and wide scenes; Romantic-ruin go-betweens.
Rivers in parts licked by trees, Or fringed by boat clubs, wharfs, gantries, And crossed by practical delights - Varied spans, forming pleasing sights.
Fine churches headed at Durham; Football kits ad infinitum; Kept castles - one for study; Masonry behind masonry.
And, with moulding-works out that way, It’s somewhere for a longer stay..?
Um rio e um programa recheado e aberto no regaço de uma serra que acolhe. Será assim a segunda edição do Festival Sons em Janeiro de Cima, no Fundão.
Primeira pedra de uma iniciativa que se estenderá nos anos e que nos levará numa viagem incrível pelos recantos das aldeias do xisto. Setembro receberá melodias de sempre quando o primeiro fim de semana chegar.
Dia 6, Diabo a Sete e Pé na Terra, precedidos por um workshop de danças, pelas 22h, no Centro Norton de Matos. A prolongar o baile pela noite dentro, os Dj's RUC do colectivo Golpe de Estado. Aparece para uma memorável noite folk!!
Hallo!! Muito obrigada pelo add ;) Adorei o vosso som,estes sons tradicionais alegram-me a alma,espero em breve ouvir mais musicas vossas ;) Jinhos com muita energia positiva, Suzi :)
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Poem 2 of 230, WalkaboutsVerse (please see my blog): WALKABOUT WITH MY PEN
Once drove an old sedan, up north, From a place in Sydney to Cairns; Then to Kuranda I went forth, By train, to look without set plans.
I browsed through the trendy market, With fresh fruits of tropical kind; Walked to the creek through lush thicket - Nature’s hand giving peace of mind.
I dined in a scenic cafe; Then, outside, as I wrote for yen, Some passing Kooris called-out: “Hey, You go walkabout with your pen.”
Request or question, I don’t know - Assured voices, elderly men. That’s now several years ago, And I’ve seen the world - with my pen.
Os novos bailes começam a brotar um pouco por todo o país. No próximo dia 10 de Janeiro (Sábado), pelas 22h, no Salão da Cooperativa do Alto do Moinho, terá lugar uma Festa organizada pela comunidade DancasTradicionais. net e o Centro Cultural e Recreativo do Alto do Moinho, com o apoio da Junta de Freguesia de Corroios. Uma oportunidade para sentir a magia da harmoniosa combinação entre as danças tradicionais de vários países europeus e a fusão dos sons antigos e modernos.