Double bass player and composer, Carlos Bica, is one of the most prolific and innovative sound artists of Portugal. Known for his lyrical tone on the double bass, Bica has the rare ability to write melodies that essentially are songs without words, haunting and unforgettable.
"Both a remarkable composer and musician who knows how to mix his folkloric, lyrical roots with any modern style he encounters"(Double Bassist).
Among the several musical projects he leads along with various theatre, film and dance projects, his trio AZUL with Frank Möbus and Jim Black has become his showcase as a bass player and composer.
His debut album, "Azul", recorded for Polygram/ Emarcy, features guitar player Frank Möbus and drummer Jim Black, and special guests, singer, Maria João and, trombone player, Ray Anderson. It was voted "Best jazz record of the year" in Portugal in 1996 and it's widely accepted as the best portuguese jazz album ever done.
Azul's next albums, "Twist" (1999) and "Look What They've Done To My Song" (2003), released by Enja Records, have received international critical acclaim.
"Believer" (2006) is Azul's fourth album celebrating this Portuguese-German-American band's 10th anniversary. As visionary as its predecessors, the new album features the turntables of DJ Illvibe (aka Vincent von Schlippenbach). Pushed by DJ Illvibe's scratch sounds Azul's multi-urban grooves open a bright window into the future. "The magic of shaping" (Fono Forum)
In October 2005 Bor Land Records released "Single", Carlos Bica's first bass solo CD. This album was recorded at the Radio Berlin-Brandenburg Studios and was nominated by the music magazine "Blitz" as one of the best albums of the year in Portugal.
Started by a commission from the Expo 1998 in Lisbon, Bica embarked upon his project "DIZ" (meaning "Speak to me") together with the extraordinary singer and actress Ana Brandão. His fruits were recorded and released in April 2001 for Enja Records. The album "DIZ" represents a new development in his music. Together with João Paulo (piano), Katharina Gramss (violin), Mike Rutledge (viola), "DIZ" leaps across the stylistics borders of chamber music, Portuguese folk, theatre, jazz and the art of song, with the entertaining ease and serious intensity of musical virtuosity.
Jazz Podium termed it "Grandiose music"; Tip-Berlin "An elegy of beauty".
Carlos Bica has also composed for several theatre as well as dance and film productions.
He worked for many years with renowned vocalist Maria João – a cooperating that established him on the international scene.
He has played at the most important festivals in Europe and Asia and has worked with Ray Anderson, Kenny Wheeler, Aki Takase, Lee Konitz, Alexander von Schlippenbach, Albert Mangelsdorf, Joey Baron, Matthias Schubert, John Ruoco, John Zorn, Paolo Fresu, Markus Stockhausen among others.
In the traditional music of his native Portugal – o fado – he performed with singer Carlos do Carmo, the best known musician of this popular genre, and recorded several albums with him. Among further important and inspiring authorities of the Portuguese musical tradition with whom Carlos Bica has performed and recorded rank such names as – José Mário Branco, Camané, Pedro Caldeira Cabral and Janita Salomé.
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Perfil
Carlos Bica é um dos poucos músicos portugueses que alcançou projecção internacional, tendo-se tornado uma referência no panorama do Jazz europeu. Entre os vários projectos musicais que lidera e para além das suas participações em outras áreas como teatro, cinema e dança, o seu trio AZUL com o guitarrista Frank Möbus e o baterista Jim Black, tornou-se na imagem de marca do contrabaixista e compositor.
Ao primeiro álbum "Azul" editado em 1996 e que é considerado pela crítica como um dos melhores álbuns nacionais de Jazz de sempre, seguiram-se os álbuns "Twist" (1999), "Look what they've done to my song" (2003) e "Believer" (2006) que receberam igualmente enormes elogios da imprensa internacional.
Quando se fala da música de Carlos Bica a crítica costuma salientar a forma como nela se interpenetram referências de diferentes universos, da música erudita contemporânea à folk, ao rock, ao jazz, às músicas improvisadas. O que corresponde, como seria natural, à própria trajectória do intérprete compositor. Aprendeu a tocar contrabaixo na Academia dos Amadores de Música, nos Cursos de Música do Estoril e na Escola Superior de Música de Würzburg, na Alemanha. Foi membro da Orquestra de Câmara de Lisboa, assim como de diversas orquestras de câmaras alemãs, tais como, a Bach Kammerorchester e a Wernecker Kammerorchester. Fez muita música improvisada, durante anos tocou com Maria João, trabalhou e gravou na área da música popular portuguesa com Carlos do Carmo, José Mário Branco, Janita Salomé, Camané e participou em inúmeros festivais de Jazz internacionais em colaboração com músicos como Kenny Wheeler, Ray Anderson, Aki Takase, Alexander von Schlippenbach, Lee Konitz, Mário Laginha, Albert Mangelsdorf, Joäo Paulo, Matthias Schubert, Paolo Fresu, António Pinho Vargas, Steve Arguelles, John Ruocco e entre outros.
A necessidade de projectar na música as vivências do seu percurso musical e o enorme fascínio pelo som da voz e dos instrumentos de arco, levou Carlos Bica até ao projecto "DIZ", que teve a sua estreia no Festival dos Cem Dias/ Expo'98. Este projecto foi editado pela Enja Records em 2001 e recebeu o prémio de "Melhor disco do ano" da Antena 1/ Cinco minutos de Jazz.
Tal como Paris nos anos cinquenta, Berlim é nos dias de hoje um feliz refúgio para os criadores de arte. Tendo Berlim como uma das suas estações, Carlos Bica tem desfrutado dos muitos felizes encontros entre músicos provenientes de culturas e escolas muito diversas. Azul, Diz, Tuomi, Bica-Klammer-Kalima, Essencia, Tango Toy são alguns dos projectos com músicos internacionais que tiveram Berlim como local de nascimento.
Em Outubro de 2005 Carlos Bica edita o álbum "Single" (Bor Land), o seu primeiro álbum de contrabaixo solo, onde músico e instrumento se encontram a sós e onde Bica revela o seu lado musical mais íntimo. "Single" foi nomeado pela revista "Blitz" com um dos melhores álbuns nacionais em 2005.
Duerme duerme negrita que tu canto está en el campo, Negrita Duerme duerme negrita que tu voz acá va quedando, Negrita en nuestras manos negrita
nuestros labios negrita, nuestra lucha, negrita!
te voy traer una flor, un clavel de mi abril te voy traer muchas cosas, pero te fuiste, negrita...
cuantas cosas me enseñaste, negrita cuantas canciones de cuna me soplaste al oído
cuantas palabras me enseñaste cuantas trovas me mostraste cuantas vidas trajiste a mis canciones! si supieras como!... si supieras que hay siempre un tango en las calles donde camino una chacarera en las voces que escucho y que me dicen - solo a mí - "adelante!"
una zamba mesclandose con los fados donde crecí...
si supieras, Negra querida, si supieras como quisera yo tenerte a mi lado si supieras Negrita querida, gordita linda, que me diste la mano, me conduciste
con la seguridad de tu cariño por entre las balazos de los hipocritas y necios de que habló Ferrer
tanto nos hisciste, tanto nos entregaste y te vas, así nomás... justito cuando mas te necesito!...
Andá Negra, Volá con tus alas del talle de tu America Cantá una cancion, tucumana!
"sin embargo estás aquí resucitando!"
te fuiste sen avisar sin que pudieramos cantarte un son, un chamamé
"que dulce encantos tienen tus recuerdos, mercedita..." desde este chiquitito Portugal te miro volando por las estrellas
que mas voy a decir? te fuíste, mamita sé que prenderás una vela
en este oscuro de nuestra noche que, distraidos, seguimos creyendo ser día...
Carlos Clara Gomes Viseu, Portugal, 4 de Outubro de 2009
querido amigo... fico feliz de constatar a carreira bonita que foi se delineando com o passar dos anos. Grande músico, Grande figura humana. Herzliche Grüße aus Rio de Janeiro.
On Monday, 18th of May Open Stage for Free Music (mweiooje!) is going in it's third round. Make sure you are attending, it again starts at 20 o'clock, at loophole, which is in Boddinstraße 60, Neukölln. The aim will be - as always - to create good music and audio-visuals (for visual-artist Baruch Gottlieb has already announced to come) within the maximum range and variety of styles. Improvisation is the cue behind it.